quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Chaos UK - Total Chaos (1991)

GÊNERO: D-Beat
ORIGEM: Inglaterra (Portishead - Somerset / South West)
FORMAÇÃO:
Simon Greenham (Vocal)
Andy Farrier (Guitarra)
Adrian Rice (Baixo)
Richard Potts (Bateria)
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Esta é a segunda coletânea lançada pelo grupo, através do selo Anagram. É uma coletânea que contém material de 4 fontes diferentes, todas dos anos de 1982 e 1983. A coletânea conta com o primeiro álbum do grupo, Chaos Uk, de 1983, dos dois primeiros Ep's, Burning Britain e Loud Political & Uncompromising, ambos de 1982, e de uma música presente na coletânea Riotous Assembly, também de 1982. Já havia feito uma resenha sobre a coletânea em 2013, confira aqui! Os músicos não têm técnica, aliás, deixam a desejar, as composições são executadas de maneira bem simples e, muitas vezes, não existe sincronia entre os instrumentos, dando uma sensação de bagunça para os arranjos. De qualquer forma, a energia supera a falta de técnica e, gostando ou não, foram pioneiros em sua forma de compor e interpretar. O som lembra bastante Disorder ou Chaotic Dischord. A maioria das músicas são velozes, mas não todas. Vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Selfish Few. A coletânea inicia com o primeiro álbum, homônimo, na íntegra. Considero o pior momento da coletânea. É uma música veloz, mas o timbre da guitarra não me agrada, além desta estar desafinada.
2) Fashion Change. Mais uma faixa com muita energia e veloz, mas o timbre da guitarra continua o mesmo, enquanto que o vocal está com muito reverber. O arranjo da bateria de uma parte para outra é o grande destaque.
3) You'll Never Own Me. Composição bem simples e executada de maneira "bagunçada", os pratos soam muito, não dando dinâmica no arranjo. Mais uma faixa veloz e com muita energia.
4) The End Is Nigh. Esta é a primeira faixa com andamento mais lento. Muitos efeitos na guitarra, como flanger e phaser, mas uma composição bem simples, porém com mais intenções de dinâmica, muito em função da bateria.
5) Victimised. Outra faixa que mantém o mesmo andamento da anterior. Aliás, a intenção é a mesma, porém nesta os pratos são mais usados e o vocal está mais expressivo, porém apenas no início da faixa!
6) Parental Love. Considero esta uma das melhores faixas da coletânea. Mais uma vez a velocidade volta à tona, e existe variações de intenção na troca das partes, bem como o vocal executado com bastante energia.
7) Leech. Mais uma faixa veloz, porém muito escrachada, dando, mais uma vez, aquela sensação de bagunça. Existem algumas dobras de guitarra que só prejudicam o arranjo, embolando mais ainda.
8) Chaos. Outra faixa que mantém as mesmas características da anterior, porém sem as dobras de guitarra e com arranjo mais bem trabalhado.
9) Mentally Insane. Outra faixa que me agrada bastante! O vocal tem um eco como efeito, mais uma vez veloz, mas ainda sedm nada de mais, composições e arranjos bem simples.
10) Urban Guerilla. O grande destaque desta composição está na bateria, que cria todas as intenções do arranjo, principalmente quando da troca das partes. Mais uma vez veloz e com sensação de bagunça!
11) Farmyard Boogie. Aqui finaliza o primeiro álbum, e este acontece com a música que talvez seja seu grande clássico. Não me agrada esta faixa, pois é muito longa, lenta, e sempre com uma mesma cadência de dois acordes, apenas alternando suas intenções.
12) Four Minute Warning. Aqui inicia o primeiro Ep do grupo, Burning Britain, o qual considero a melhor seqüência da coletânea. Aliás, considero esta uma das melhores faixas, veloz, com um bom timbre da guitarra, o vocal mais em evidência, e com um refrão sing-a-long.
13) Kill Your Baby. Outra que considero uma das melhores da coletânea. Esta já lembra bastante GBH, principalmente devido ao refrão (e ao título). Veloz, com um refrão sing-a-long e bem marcado, além de bastante energia.
14) Army. Esta tem uma introdução bem marcada, que nada mais é do que o refrão, mas depois vem o embalo. A faixa se alterna entre estas duas partes, bem simples e sem muita empolgação, apesar de bastante energia.
15) Victimised (Single Version). Aqui finaliza o primeiro Ep na íntegra! Prefiro esta versão se comparado com a versão do álbum, embora as intenções sejam as mesmas. Creio que a grande diferença está no vocal, o qual aparece mais.
16) No Security. Bom, sou suspeito pra falar desta faixa, sempre fui um grande fã desta música, desde sempre, cansei de ouvi-la repetidamente e lembro de tentar cronometrar quanto tempo conseguia manter o grito do início! Esta versão é a mesma que aparece no documentário UK/DK, surgindo, assim, o videoclip da composição. Música veloz e com muita energia, até de sobra, esta abre as faixas do segundo Ep, Loud Political & Uncompromising.
17) What About A Future. Mais uma faixa veloz e com muita energia, porém com melodia e harmonia não tão empolgantes. De qualquer forma é uma boa composição.
18) Hypocrite. Esta é a faixa que finaliza o segundo Ep na íntegra, e, a considero uma das melhores da coletânea. Mantém as mesmas características da ultima faixa, porém o refrão é mais interessante, sendo este o grande destaque.
19) Senseless Conflict. Esta é a faixa que finaliza a coletânea e está presente na coletânea Riotous Assembly. É uma boa composição, mantendo as mesmas características da faixa anterior, porém com refrão não tão empolgante, embora seja muito bom também!
Ouça a coletânea e conheça o caos total!

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Cerebros Exprimidos - Fuckwar (1997)

GÊNERO: Skate Punk
ORIGEM: Espanha (Palma De Mallorca / Ilhas Baleares)
FORMAÇÃO:
Jaime Triay (Vocal)
Juanmi Bosch (Guitarra)
Cañete (Baixo)
Sergio Prior (Bateria)
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Este é o quarto, e último, Ep e penúltimo trabalho lançado pelo grupo, através do selo Munster, já que eles encerraram as atividades um ano depois, lançando apenas mais um álbum após este Ep. É um Ep muito bom, com duas músicas sendo aproveitadas no trabalho seguinte, e com direito a um cover. Embora tenha classificado como skate punk, o Ep se confunde com punk rock, Oi!, e ska punk. Não existe muita técnica por parte dos integrantes, mas também está tudo no lugar com bons arranjos e excelentes interpretações, não é à toa que o grupo é referência em seu país. As músicas não são muito aceleradas, salvo alguns momentos, mas sempre embaladas. Vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Augestion. O Ep abre com a faixa que, na minha opinião, é a mais fraquinha de todas e foi uma das músicas aproveitadas no álbum seguinte! É um punk rock bem comum, sem nada de especial. Bem tocado e arranjado, mas com nada de empolgante. Não é uma faixa veloz, embora tenha um trecho em que a caixa é dobrada, após o segundo refrão.
2) 1984. Se a faixa anterior eu considero a pior do Ep, esta é, com certeza, a melhor de todo ele, e também foi aproveitada no álbum seguinte. Esta sim é veloz e embalada na parte B, com muita energia, dinâmica e frases de guitarra. Realmente vale a pena conferir.
3) Back Against The Wall. Esta é a faixa cover do Ep, música composta e gravada pelo grupo Circle Jerks em 1980. O grupo fez uma versão bem fiel à original, percebe-se que foi feito por verdadeiros adoradores do som, aqueles detalhes, que só quem já ouviu muitas vezes, estão ali. Ótima homenagem!
4) Huye De Ellos. O Ep fecha com um ska punk, bem Oi!. Boa faixa, bem diferenciada, mas também com nenhum atrativo a mais. De qualquer forma, o álbum fecha com a melhor das 4 músicas para esta função!
Ouça o Ep e que se foda a guerra!

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Caution - Wise Me Up (2002)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: Brasil (Belo Horizonte / Minas Gerais)
FORMAÇÃO:
Karla (Vocal)
Jully (Guitarra)
Luciene (Baixo)
Brenda (Bateria)
Avelin (Percussão)
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Este é o primeiro single e primeiro trabalho lançado pelo grupo, todo de maneira independente. Embora tenha rotulado o som como hard rock, tem grandes influências de new metal e pitadas de hardcore. Me correspondi com a Brenda, que acabou me enviando pelo correio este CD, em 2002, portanto o meu tem uma dedicatória que nenhum outro tem! Fiquei devendo um show para elas aqui em Porto Alegre! Prometi e nunca cumpri, podem cobrar! É um som bem dividido entre as partes, com bastante variações de dinâmica entre elas. É bem simples, tanto tecnicamente quanto o arranjo, mas bastante expressivo, o que acaba fazendo toda diferença. Vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Wise Me Up. É uma composição bem simples, possui três partes que "somem" e "aparecem" sem nenhuma variação, quase como montar um Lego, porém as partes A e B são as que mais aparecem. A parte A lembra um pouco de L7, com uma melodia vocal muito bacana, bem como o riff, aliás, considero esta parte o grande destaque da faixa. A parte B chama a atenção devido à expressão vocal, bem pesada, bastante diferente da outra parte, enquanto a parte C tem uma intenção bem tribal.
Ouça o single e me ajude a curtir o som da banda!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Catalépticos - Little Bits Of Insanity (1998)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Vlad (Vocal / Guitarra)
Gus (Baixo acústico)
Coxinha (Bateria)
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Este é o primeiro álbum lançado pelo grupo, através do selo Fury. O curioso é que o álbum levou mais de um ano para poder ser lançado no Brasil, devido à questões contratuais com o selo inglês. Antes deste álbum, o grupo havia lançado apenas um Ep. Considero o álbum excelente, nenhuma música ruim, é um psychobilly que está mais pra punk do que pra rockabilly. Todas as músicas são velozes e embaladas, em nenhum momento tem descanso, a voz tem um timbre sepulcral, a bateria é tocada de pé, com apenas 4 peças (bumbo, surdo, caixa e ride), e, para completar, o slap do contrabaixo acústico dá um toque rítmico a mais para as composições. O álbum possui duas faixas instrumentais. Lembra um pouco de Asmodeus! Realmente vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Cannibal Holocaust. A faixa de abertura já inicia com o baixo mostrando o que espera no decorrer do álbum! Logo após, já com a bateria junto, a guitarra traz um riff muito bom, bem ao estilo Dead Kennedys, e então o vocal aparece, sempre com muito drive, além, claro, de muito embalo e velocidade!
2) Gambling With A Demon. Esta faixa inicia com um riff mais rock 'n' roll, mas logo que entra a bateria e a voz, a velocidade e o embalo já tomam conta e a poeira não desce mais!
3) Serial Joe. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, principalmente devido à sua harmonia, velocidade e embalo. Os acordes "largados" dão um clima bacana pro arranjo, bem como os riffs de guitarra.
4) Closing My Coffin. Esta é uma das duas faixas instrumentais. Muito boa composição, mais uma vez embalada e veloz, mas faltou a guitarra aparecer mais no arranjo, ao meu ver. Parece mais uma composição que ainda não foi gravada a voz!
5) Henry. Outra faixa que considero das melhores do álbum. Mais um petardo, com o baixo sendo o grande destaque, mas também a velocidade e o embalo fazem toda diferença.
6) Atomic Zombie. A faixa tem no baixo um petardo, muito veloz, porém aqui temos um trecho cadenciado quando da entrada da voz, na parte A. O baixo é o grande destaque da faixa, mas a expressão vocal também ajuda na qualidade do arranjo.
7) Asshole. Outra faixa que considero das melhores! Ela inicia com bateria e baixo, um pouco mais lenta, mas por pouco tempo, logo entra a voz e a velocidade aparece novamente! Tem uma harmonia bem rock 'n' roll, com riffs e tudo mais, porém tem uma parte C que altera esta ideia. Muito boa composição, vale a pena conferir.
8) Hearse Driver. Outra faixa bastante veloz e com um bom riff de guitarra, que é o grande diferencial da composição, além das frases da mesma.
9) Catalepsia. Outra faixa muito boa que inicia com um bom riff de guitarra e um bom arranjo em sua introdução, criando uma expectativa do que virá! Que é um embalo característico do grupo! As partes sem voz são o grande destaque da faixa, a qual ainda possui um trecho cadenciado em shuffle!
10) Demented Symptoms. Esta é a outra faixa instrumental do álbum, já mais bacana que a anterior, até porque nesta a guitarra chama a responsabilidade e aparece bastante, sendo o grande destaque da composição, além, é claro, do arranjo. Mai uma faixa veloz e embalada!
11) Run From The Nightmare. O baixo inicia o arranjo e, mais uma vez, com muita velocidade. Outra faixa muito boa, embalada, sendo o baixo o grande destaque, muito em função da velocidade nos slaps.
12) Death Train. A faixa inicia com um arranjo mais cadenciado, talvez o momento do álbum em que fique mais tempo sem velocidade, embora não seja ruim e não dure por tanto tempo, já que logo a velocidade aparece novamente! Talvez a faixa mais lenta do álbum.
13) Psychobilly Is All Around. Considero a faixa que encerra o álbum a melhor de todas! Muito embalo, velocidade, energia, bom arranjo e, pela primeira vez, refrão sing-a-long! Composição que faz o álbum encerrar com chave de ouro!
Ouça o álbum e tente achar todos os pedacinhos de insanidade contidos!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Carro Bomba - Carcaça (2011)

GÊNERO: Heavy Metal
ORIGEM: Brasil (São Paulo / São Paulo)
FORMAÇÃO:
Rogério Fernandes (Vocal)
Marcello Schevano (Guitarra)
Ricardo Schevano (Baixo)
Heitor Shewchenko (Bateria)
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Este é o quarto álbum lançado pelo grupo, através do selo Laser Company. Embora eu tenha classificado o álbum como heavy metal, ele soa ora como thrash metal, ora como hard rock, às vezes como stoner rock e, ainda, às vezes, como crossover. A verdade é que se assemelha muito ao Black Sabbath dos anos 90, principalmente devido à voz, o qual fica evidente a influência de Dio, tanto pelo timbre, mas, principalmente, pela linha melódica, que é muito semelhante. Aliás, creio que foi devido à voz que acabei classificando o álbum como heavy metal. As guitarras lembram, em alguns momentos, Judas Priest! Os músicos têm boa técnica e a qualidade da gravação é muito boa, o que deixa a qualidade das composições elevadas, além de ter arranjos bem trabalhados. É um excelente álbum, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Bala Perdida. O álbum inicia com uma ótima faixa, bem embalada e bem trabalhada. Esta está mais para um thrash metal, apesar de a voz ser mais heavy metal. Ótimos riffs de guitarra, o grande destaque da faixa.
2) Queimando A Largada. Esta é a música de trabalho do álbum, já que possui videoclip de divulgação. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, também tem como destaque os riffs de guitarra. Não é uma música veloz, mas o arranjo de guitarra compensa!
3) Carcaça. A faixa título do álbum é uma das melhores do álbum, na minha opinião. Bem pesada, sendo o destaque, mais uma vez, a guitarra. Com notas dissonantes, mas também  com o arranjo bem trabalhado, estes elementos dão um toque a mais para a composição.
4) Combustível. Esta é uma faixa bem lenta, apesar de não se tratar de uma balada, porém, bem pesada. Talvez a faixa mais semelhante à Black Sabbath. A linha melódica da voz é muito semelhante à Dio. Frases do baixo e da guitarra acontecem quase que o tempo todo!
5) O Medo Cala A Cidade. Outra música mais lenta e com m'uitos riffs por parte das cordas. Há momentos em que a composição se assemelha à Suicidal Tendencies, mas muito à Black Sabbath. É uma música bem arrastada, mas não tanto quanto à faixa anterior. E também não é muito veloz!
6) Mondo Plástico. Outra faixa lenta e pesada, parecendo, um pouco, com bandas de crossover. O destaque da faixa está no arranjo de bateria, que aparece na parte B, com os dois bumbos. Vale a pena conferir!
7) Blueshit. Esta é um blues! Daí o nome da faixa! Um blues com compasso simples, pesado e com muita distorção na guitarra. É o legítimo blues metal! Boa faixa, mas não muito empolgante.
8) Corpo Fechado. Muito boa faixa, mais uma que não tem velocidade, mas o arranjo das guitarras é o grande destaque. Há trechos, como a parte B, em que existe uma velocidade um pouco maior, enquanto que a parte A já é mais arrastado.
9) O Foda-se III. Mais uma faixa pesada e não muito veloz. É uma boa composição, sem frescura, não muito simples devido ao arranjo, em especial da guitarra. Vale a pena conferir, apesar de não ser das melhores.
10) Tortura (Pau Mandado). O álbum fecha com aquela que considero a melhor faixa. Com certeza a faixa mais veloz, e talvez a mais hardcore do álbum. Esta sim é bem simples, mas muito boa, sendo o grande destaque a sincronia entre os instrumentos.
Ouça o álbum e fique só com a carcaça!

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Capdown - Wind Up Toys (2007)

GÊNERO: Ska Core
ORIGEM: Inglaterra (Milton Keynes - Buckinghamshire / South East)
FORMAÇÃO:
Jacob Sims Fielding (Vocal, saxofone)
Keith Minter (Guitarra)
Robin Goold (Baixo)
Tim MacDonald (Bateria)
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Este é o terceiro e último álbum lançado pelo grupo, através do selo Fierce Panda. O álbum foi lançado em Fevereiro e a banda acabou em Novembro do mesmo ano. É um bom álbum, mas não dos melhores. Creio que houve uma tentativa forte de flertar com o pop, como uma busca pelo marketing, já que as primeiras faixas soas de uma maneira e as últimas de outra maneira. Parece que o início do álbum é um apelo comercial, enquanto que o final parece ter mais a identidade do grupo. É o primeiro álbum em seis anos, e é um álbum mais pra hardcore do que para ska. Lembra bastante Sublime, mas com pitadas de Goldfinger, Red Hot Chili Peppers e bandas inglesas (muito devido às guitarras) como Strokes. Vale a pena conferir.
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FAIXA A FAIXA:
1) Truly Dead. O álbum inicia com uma das melhores faixas. Embora não muito veloz, gosto muito do seu arranjo e suas variações rítmicas, além de ter um excelente refrão. Vale a pena conferir!
2) Blood, Sweat And Fears. Esta já tem uma intenção mais ska, mas o grande destaque está na voz, principalmente no seu início. Lembra um pouco de Red Hot Chili Peppers este vocal. No mais é uma música bacana, mas nada de mais, existindo um trecho mais pesado já no meio para o final.
3) Wind Up Toys. A faixa título do álbum inicia com um riff bem pesado, mas depois, quando da entrada da voz, entra um ska, voltando ao riff pesado entre as partes. O destaque é o desenho melódico do refrão. Boa faixa.
4) Terms And Conditions Apply. A faixa inicia com um bom riff de guitarra, bem ao estilo inglês, e, mais uma vez, quando da entrada da voz, começa o ska. Talvez a faixa com mais apelo comercial até então, muito devido ao refrão. Não chega a ser ruim, mas não empolga.
5) Surviving The Death Of A Genre. Outra que inicia com um bom riff de guitarra, porém desta vez, sem ska! Mais uma faixa com apelo comercial, meio que pop,  meio que emo, o destaque está no riff da guitarra.
6) No Matter What. Com certeza a faixa mais pop e com maior apelo comercial do álbum. Bem lenta, ela é um ska com reggae e groove. Considero esta a pior faixa do álbum.
7) Thrash Tuesday. Aqui é como se começasse um novo álbum! E já iniciaria com um petardo! A música mais pesada e veloz de todo álbum, um hardcore sem frescura, pesado e de pequena duração. Considero esta a melhor faixa do álbum.
8) Generation Next. O grande destaque da faixa já fica exposto no início, que é o riff da guitarra. A frase da bateria quando da entrada da voz também é outro destaque, com um refrão bem sing-a-long. Ótima faixa, vale a pena conferir.
9) Keeping Up Appearances. Outra faixa muito boa, com uma harmonia e execução bem ao estilo das bandas britânicas! Logo após, quando da entrada da voz, a música se transforma num ska, que se mantém até o refrão. O destaque está no desenho melódico da voz na parte B, bem como a divisão rítmica da introdução.
10) Strictly Business. Esta é um hardcore melódico bem fiel! Uma das faixas mais velozes do álbum, embalada e com excelente desenho melódico da voz. Vale a pena conferir!
11) Community Service. Considero esta uma das melhores do álbum, apesar de não muito veloz. A frase da guitarra no início e a melodia do vocal são o grande destaque da composição que se transforma num ska quando da entrada da voz. Vale a pena conferir!
12) Home Is Where The Start Is. O álbum finaliza com outra faixa que considero das melhores. Uma intenção bem sombria, principalmente devido à harmonia, mas reforçado pelas notas da melodia vocal. As variações rítmicas são outro destaque. O álbum fecha com chave de ouro!
Ouça o álbum e comece a acabar com brinquedos!

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Califórnia - 31ª Califórnia Da Canção Nativa Do RS (2001)

GÊNEROS: Rancheira / Milonga / Chimarrita / Chacarera / Chamamé / Vanera
ORIGEM: Brasil (Uruguaiana / Rio Grande Do Sul)
INTÉRPRETES: César Oliveira e Rogério Melo / Pirisca Grecco / Luiz Carlos Borges / Vinícius Brum / Délcio Tavares / Luiz Marenco / Jairo Lambari Fernandes / Eraci Rocha / Joca Martins / Roberto Luzardo / Tiago Cesarino / Jorge Freitas e Rubilar Ferreira / Adilson Moura / Robledo Martins / Léo Almeida / Luiz Felipe Delgado / César Santos / Ricardo Carus / Ângelo Franco
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Este é, como o título já diz, o trigésimo primeiro álbum do festival, lançado pelo selo USA. É um álbum que possui composições muito ricas e muito bem arranjadas, porém a maioria das faixas não tem aquela energia contida em várias músicas pampeanas, sendo a técnica e arranjo mais rebuscados em detrimento à energia. Poucas faixas têm rasqueado, a maioria possui dedilhado, além de contar com instrumentos pouco convencionais para o estilo, como bateria e contrabaixo elétrico. É um álbum bem extenso, com quase duas horas de duração, mas que reflete bem a história do festival. Com poucas faixas excelentes, algumas muito boas, a maioria ruim e uma minoria muito ruim, este é um bom álbum para se ouvir em momentos de sossego! Me agrada mais as faixas mais embaladas, mas todas têm o seu valor, basta analisar com calma, afinal de contas, todas elas foram bem pensadas para serem compostas!
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FAIXA A FAIXA:
1) CÉSAR OLIVEIRA E ROGÉRIO MELO - Lá Na Fronteira. O álbum começa com uma música bem alegre e bem típica do estilo pampeano, quase que um cartão de visitas ao que vai vir. Com uma instrumentação bem padrão, violão e voz, esta, apesar de não ser das minhas faixas preferidas, não chega a ser ruim.
2) PIRISCA GRECCO - Feito O Carreto. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, não é à toa que foi a música vencedora do festival. Uma milonga veloz executada por violão e voz, esta é uma ótima faixa, com direito à participação do acordeon. Realmente vale a pena conferir.
3) LUIZ CARLOS BORGES - Encontro Com A Milonga. Outra faixa muito bem executada, ainda por cima por um grande intérprete da música pampeana. O que não me agrada é que a faixa é muito alegre, mas também executada por violão e voz.
4) PIRISCA GRECCO - Jogando Truco. Outra faixa que considero das melhores do álbum, com frases bem interessantes do violão e uma levada bem expressiva, o que dá uma empolgação a mais. Também executada por violão e voz, esta é uma faixa que vale a pena conferir!
5) VINÍCIUS BRUM - Coração De Milonga. Também considero esta uma das melhores faixas do álbum. Esta já possui acordeon na instrumentação padrão além do violão e da voz. Uma boa milonga com uma levada bem interessante.
6) DÉLCIO TAVARES - Cantata Para Don Ramon. Primeira faixa do álbum ruim. Aliás, muito ruim. Com uma instrumentação que foge ao padrão do estilo. Com teclado e bateria, esta faixa nem se parece com uma música pampeana, poderia muito bem ser uma composição brega da década de 80! Realmente muito ruim.
7) LUIZ MARENCO - Milongão Para Assobiar Desencilhando. Aqui a qualidade volta à tona! Com um grande nome da música nativista do RS, esta faixa possui acordeon, violão e voz no seu arranjo, que é bem característico do estilo.
8) JAIRO LAMBARI FERNANDES - Se Um Dia Tu Chegares. Outra faixa muito ruim. Um love song brega, com teclado no arranjo, o que, mais uma vez, faz com que não se assemelhe ao estilo. Com violão, voz, teclado e flauta no arranjo, o destaque é o violão, o único instrumento fiel ao estilo.
9) ERACI ROCHA - Estiagem. Não me agrada muito esta faixa, mas não é das piores. Apesar de ter a gaita de boca como instrumento não convencional para o estilo, o restante do arranjo caracteriza a faixa, apesar de não ser tão evidente.
10) JOCA MARTINS - Milongão Sul Riograndense. Uma boa faixa, com violão, acordeon e voz, bem característico ao estilo, não chega a ser das melhores, mas não é ruim. São dois violões, o que deixa o arranjo de cordas mais rico em informações.
11) ROBERTO LUZARDO - Romance Do João Guerreiro. Tive a honra e o prazer de tocar e trabalhar com o Luzardo em algumas ocasiões. É uma boa composição, bem arranjada, mas não considero das melhores, com um arranjo que possui voz, violão e acordeon. O violão poderia ser mais expressivo, mas é uma boa faixa.
12) TIAGO CESARINO - Carreta Humana. Outra faixa que considero das melhores, a primeira com vocal harmônico, o que sempre foi algo bastante comum. Além das vozes, a faixa possui acordeon, violão, voz e percussão, mas o destaque ainda é a voz.
13) PIRISCA GRECCO - Na Fogueira Da Milonga. Aqui começa a pior seqüência do álbum, e olha que é uma seqüência longa! Embora seja chamada de milonga, a faixa mais lembra uma salsa! Realmente muito ruim.
14) JORGE FREITAS E RUBILAR FERREIRA - Vira Mundo. O jogo de vozes desta faixa é o grande destaque, mas muito alegre. Não é uma faixa ruim, mas com pouca expressão no violão, sendo o grande destaque a voz.
15) ADILSON MOURA - Aguadas. Outra faixa bem ruim, com muitos detalhes na instrumentação e um arranjo que não tem nada a ver com o estilo. Poderia muito bem ser uma composição de cantores como Rosana, por exemplo! Quase um sertanejo, realmente muito ruim.
16) ROBLEDO MARTINS - Num Poema Triste. Outra faixa horrível que não se assemelha em nada com o estilo. Mais uma balada com piano que foge ao estilo. Muito bem arranjada, mas horrível, quase um Nelson Ned!
17) VINÍCIUS BRUM - Os Olhos Da Minha Saudade. Esta faixa mantém as mesmas características da faixa anterior, alterando apenas a instrumentação. Realmente muito ruim, horrível e muito chata de se ouvir.
18) LÉO ALMEIDA - Acasos E Ocasos De Um Cambicho. Esta não chega a ser uma boa faixa, mas já não é horrível quanto as faixas anteriores. Muito lenta, com uma boa harmonia executada por violão e acordeon.
19) LUIZ FELIPE DELGADO - Salso Chorão. Música alegre, bem típica para animar festas. Não gosto muito desta faixa em função disso, mas não chega a ser das piores. A expressão do violão poderia ser diferente para chamar mais atenção.
20) CÉSAR SANTOS - Milonga Que Chora A Dor De Amor. Outra faixa bem ruim, muito lenta e que foge das características do estilo, principalmente devido ao arranjo rebuscado da harmonia.
21) ERACI ROCHA - Diferenças. Mais uma faixa lenta e ruim. Não chega a ser horrível, mas é ruim, lembra bastante uma música brega da década de 80, principalmente devido ao teclado.
22) RICARDO CARUS - Trigo Maduro. Aqui começa a última seqüência boa do álbum, esta é uma faixa bem bacana, existindo percussão no arranjo, bem sutil, o que valoriza a característica do estilo que existe na composição.
23) ÂNGELO FRANCO - Potreiro Vazio. Outra faixa que considero das melhores do álbum. Muito bem composta e arranjada, principalmente devido aos violões. O grande destaque está na dinâmica do arranjo.
24) VINÍCIUS BRUM - Procurando O Bugio. O álbum finaliza com uma grande faixa, talvez a melhor do álbum, em um arranjo com violão, voz e acordeon, o grande destaque está no saxofone! Aqui o álbum fecha com chave de ouro!
Ouça o álbum para conhecer o que rolava no festival da fronteira oeste do estado no início deste século!

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Cadena Perpetua - Un Plan Simple (2005)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: Argentina (Buenos Aires / Distrito Federal)
FORMAÇÃO:
Vala - Hernán Valente (Vocal, guitarra)
Eduardo Graziadei (Baixo)
Chino - Damián Biscotti (Bateria)
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Este é o primeiro Ep lançado pelo grupo, através do selo Lee-chi. É um Ep muito bom e bem dividido, com 2 músicas inéditas (que foram regravadas no ano seguinte para seu próximo álbum), 2 covers, e 2 composições antigas do grupo mas que nunca haviam sido gravadas em estúdio. O grupo é um dos grandes nomes do punk rock portenho, sendo responsável por abrir shows de grandes bandas do gênero oriundas de outros países. Como toda banda de punk rock argentina que se prese, se parece bastante com Ramones. Mas não só, é possível perceber influências de outros grupos. São composições bem arranjadas, com tudo no lugar, porém bem simples, o que não significa que o som seja ruim, muito pelo contrário, não considero nenhuma das faixas ruins, realmente é um Ep em que vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Pánico. O álbum inicia com uma das músicas inéditas, a qual não considero das melhores, apesar de não ser ruim, porém bastante alegre e com uma fórmula pop! Muito semelhante a Ramones, sendo o grande destaque a melodia vocal, em especial no refrão.
2) Qué Estoy Buscando?. Outra composição inédita, e considero esta a melhor faixa do Ep, com intenções e dinâmicas bem acentuadas, enfatizando diferentes sensações. A melodia vocal é o grande destaque, mas o arranjo de guitarra, na parte A, também preenche bem os espaços. Vale a pena conferir!
3) Todo Por Nada. Aqui está o primeiro cover do Ep. Esta música foi composta e gravada pelo grupo espanhol MCD em 1991. É uma boa faixa, mas com nada de mais, mantendo aquela fórmula padrão do punk rock. Destaque para os intervalos de guitarra.
4) In The City. Eis o segundo cover do Ep! Esta música foi composta por Paul Weller e gravada, originalmente, em 1977 pelo grupo Jam. O interessante é que o grupo compôs uma letra em espanhol, enquanto que o instrumental se mantém fiel à versão original. Vale a pena conferir, considero esta uma das melhores faixas do álbum.
5) Noches De Misa. Esta é uma música antiga, sendo apresentada na versão em estúdio pela primeira vez. Já bem mais simples, lembra muito Ramones, talvez a faixa mais semelhante ao grupo nova iorquino!
6) Por Qué A Mi?. Um punk rock bem rockabilly! Na verdade lembra bastante a música Something Else na versão do Sex Pistols! O interessante é que no arranjo existe um piano, o qual não sei, infelizmente, quem toca.
Curta o Ep e confira um plano simples!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Buzzcocks - Modern (1999)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: Inglaterra (Bolton - Greater Manchester / North West)
FORMAÇÃO:
Pete Shelley (Vocal, guitarra)
Steve Diggle (Vocal, guitarra)
Tony Barber (Baixo)
Philip Barker (Bateria)
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Este é o sexto álbum do grupo, lançado pelo selo Go-Kart. Classifiquei o álbum como punk rock, mas tem fortes influências de new wave e pop punk, além de elementos do rock dos anos 60. Tinha gravado, em um CD-R este álbum, na época, ouvi muito ele até que já estava gasto! Não é um álbum ruim, mas longe de ser dos melhores! O título diz tudo, ele tem um ar mais "moderno", com diversos elementos eletrônicos no arranjo das músicas. Para quem está acostumado com os primeiros álbuns levará um susto, pois a primeira impressão ao ouvir não é das melhores, porém acostuma-se com as composições e, então, após a primeira impressão, percebe-se a qualidade das faixas. O álbum não possui nenhuma música excelente, mas algumas muito boas e outras boas, apesar de algumas outras ruins! O curioso é que foram gravadas 21 faixas, porém um terço ficou de fora! É um álbum diferente, mas mesmo assim vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Soul On A Rock. O álbum inicia com uma das faixas que considero das melhores, muito em função do seu refrão, apesar dos inúmeros elementos do new wave. A divisão rítmica do baixo na parte A evidencia isto, além, é claro, dos elementos eletrônicos.
2) Rendezvous. Outra faixa que considero das melhores do álbum, já bem mais punk rock, porém não muito veloz, com um bom refrão e boa frase de guitarra, apesar de simples. Os contracantos dão um toque a mais para a composição.
3) Speed Of Life. Esta é uma boa faixa, mas muito alegre, o refrão é bem "feliz", sendo um pop punk old school! Bem arranjada, apesar de nada de mais e uma boa melodia.
4) Thunder Of Hearts. Esta é a faixa de trabalho do álbum, existindo, inclusive, um videoclip de divulgação. É uma boa faixa, mas também bastante alegre como a faixa anterior, embora me agrade mais esta faixa! A melodia é bem interessante, sendo o destaque, na minha opinião.
5) Why Compromise?. Esta é a primeira faixa mais "diferente" do álbum. Com elementos eletrônicos bem escancarados, a faixa mantém um clima bem intimista. Gosto bastante desta faixa, apesar de ser uma faixa lenta. A harmonia executada com pausas, na parte A, é um dos destaques, também.
6) Don't Let The Car Crash. Esta faixa tem uma parte A bem interessante, com uma excelente melodia vocal, a qual considero o grande destaque da faixa. O que não me agrada muito é o refrão que, mais uma vez, é muito alegre. Mais uma vez os elementos eletrônicos aparecem.
7) Runaraound. Esta é outra faixa que me agrada bastante, já mantendo as características das faixas dos primeiros álbuns, porém com uma pegada mais "moderna", não tão embalado. Ah, e sem elementos eletrônicos!
8) Doesn't Mean Anything. Esta é uma das faixas que considero das piores do álbum. Muitos elementos eletrônicos, em especial a parte A, o que a torna uma composição chata. O refrão é o ponto forte da faixa, mas não o suficiente para transformá-la em uma boa faixa!
9) Phone. Provavelmente a pior faixa do álbum. Realmente muito ruim! Melodia desagradável, bateria eletrônica desagradável, ... o destaque está nas guitarras, mas não o suficiente.
10) Under The Sun. Aqui começa a melhor seqüência do álbum, com certeza. Esta é uma das melhores faixas do álbum, se não a melhor, principalmente devido ao embalo que que constante. O grande destaque está, na minha opinião, na parte C.
11) Turn Of The Screw. Com certeza a música mais punk rock do álbum. Sem frescura, esta é uma composição típica de Buzzcocks, com a mesma pegada dos álbuns do início da carreira. Embalada e sem frescura, porém a melodia a faz perder um crédito maior! Mas ainda assim, uma das melhores faixas do álbum.
12) Sneaky. Outra que considero das melhores do álbum, principalmente devido ao refrão, já que a parte A, embora não seja ruim, não é o destaque. Já mais lenta, mas ainda assim muito boa!
13) Stranger In Your Town. Se a faixa 9 não é a pior do álbum, com certeza esta é! Mais uma vez os elementos eletrônicos estão em evidência, o que a torna uma faixa ruim, e, além de tudo, não tem embalo e velocidade. Não aconselho a ouvir esta faixa!
14) Choices. O álbum finaliza com uma boa faixa, bem punk rock, sem elementos do new wave, mas com nada de mais, com poucos elementos eletrônicos, quase imperceptíveis. O destaque está no clima da composição.
Ouça o álbum e confira se o grupo está moderno!