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domingo, 10 de julho de 2022

S.O.B. - Leave Me Alone (1986)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Japão (Osaka / Kansai)
FORMAÇÃO:
Tottsuan - Yoshitomo Suzuki (Vocal)
Toshimi Seki (Guitarra)
Naoto Fukuhara (Baixo)
Satoshi Yasue (Bateria)
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Este é o primeiro EP, e primeiro trabalho, lançado pelo grupo, através do selo Selfish, e foi gravado no estúdio Gorilla. É um ótimo EP, que, embora eu tenha classificado como power violence, possui fortes influências de hardcore old school e grindcore, talvez um power violence old school?! Quem sabe?! Rótulos à parte, a verdade é que este é um EP com composições extremamente velozes e embaladas, com os arranjos de cordas bem ao estilo do hardcore old school, enquanto os arranjos de bateria soam como grindcore, enquanto o vocal soa como um power violence, uma mistura que, para a época, era bem original, algo inovador, um estilo bem característico de algumas bandas japonesas da década de 80. Com arranjos simples, mas existindo momentos mais trabalhados, faixas de pequena duração, sem muita informação, além de trocas rápidas de acorde, este é um EP que vale a pena conferir, uma boa referência do hardcore feito no Japão na época.
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FAIXA A FAIXA:
1) Not Me. O EP inicia com uma das faixas que considero das melhores, com uma introdução bem hc old school, logo em seguida surge a velocidade e embalo, com trocas rápidas de acordes e divisões rítmicas curtas no arranjo vocal.
2) Give Me Advice. Esta é outra faixa que considero das melhores do EP, possuindo uma introdução com um arranjo de bateria bem tribal, logo em seguida surge a velocidade e o embalo, além de trocas rápidas de acorde, existindo um refrão bem sing-a-long, com frequentes contracantos.
3) Fat Women. Outra boa composição, bem veloz e embalada, e trocas rápidas de acorde, com destaque para o refrão, bem sing-a-long e com uma boa progressão harmônica. O solo de guitarra também merece atenção.
4) SDI & ABM. Mais uma faixa com o padrão das composições do álbum: velocidade, embalo e trocas rápidas de acorde, possuindo introdução e pontes com arranjo solo de baixo, além de possuir um refrão bem sing-a-long.
5) Knock Out. Considero esta a melhor faixa do álbum, com uma progressão harmônica, na introdução e parte A, a qual considero sensacional, bem empolgante, criando uma ótima intenção antes da entrada da voz. Mais uma vez, uma composição que mantém as características padrão do álbum.
6) Sudden Rise Of Desire. Uma paulada do início ao fim! Pouca duração, existindo eventuais pausas no refrão, além de manter as características padrão do álbum, bem como um refrão bem sing-a-long e pequena duração.
7) Leave Me Alone. A faixa que dá nome ao EP é uma boa composição, a qual mantém as características padrão do álbum, além de um refrão bem sing-a-long, possuindo eventual pausa de pequena duração. O solo de guitarra também merece atenção.
8) Slap In The Face. Mais uma boa composição que mantém as características padrão do álbum, com destaque para os contracantos acentuados pelos pratos de ataque, no refrão. Outra faixa que é uma paulada do início a fim, existindo eventuais pontes executadas apenas por baixo e bateria.
9) Thrash Night (Freak Out). O EP finaliza com outra boa composição, que mantém as características padrão do álbum, possuindo um refrão bem sing-a-long, além de um bom solo de guitarra, bem como a existência de um trecho mais cadenciado.
Ouça o EP e me deixe em paz!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Luzifers Mob - Close Your Eyes And See Death (1994)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Alemanha
FORMAÇÃO:
Schlächter (Vocal)
Henrik Zenker (Guitarra)
Andreas Linde (Baixo)
Andreas Glaser (Bateria)
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Este é o primeiro split, e segundo trabalho, lançado pelo grupo, através do selo Re-Education. Este é um split com mais duas bandas: os estado-unidenses do Capitalist Casualties e os luxemburgos do Wounded Knee, porém aqui comento apenas sobre os alemães do Luzifers Mob. O curioso deste split é que ele foi lançado com duas capas diferentes, uma em 1994 e outra em 1995, ambas pelo mesmo selo. O som é bastante veloz e, em muitos momentos, se confunde com um crust core, o que diferencia são os trechos cadenciados, semelhante ao hardcore de Nova York. Muita energia, vocal gritado, bastante distorção e velocidade são as características do split desta banda que teve uma carreira curta, de apenas 4 anos. Os músicos não são muito técnicos, mas são bons, com bons arranjos e muita energia e expressão, o split, apesar de pouca duração, merece ser ouvido, nem que seja pra tomar aquela porrada no ouvido!
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FAIXA A FAIXA:
1) Licht Zwei. O split inicia já com um petardo! Bastante veloz, vocal gritado e bastante distorção, sendo o destaque os riffs de guitarra, embora a variação de cadência também mereça atenção.
2) Lebensabend. Considero esta a melhor faixa do split, bastante veloz, mas não exagerada, ela é a faixa mais bem trabalhada, existindo variações de cadência e eventuais frases rítmicas que merecem atenção.
3) Maulwurf. Esta é a faixa de menor duração do split, extremamente veloz, com destaque para as eventuais pausas existente no final. No mais, mantém as características das faixas anteriores.
4) Frühjahrsmelodien. O split finaliza com outra boa faixa, também bem trabalhada, com variações de cadência, eventuais pausas e acentos no contratempo. Destaque para as variações de cadência existentes.
Ouça o split, feche seus olhos e veja a morte!

sábado, 16 de maio de 2020

I Shot Cyrus - Hate The Police (2005)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (São Paulo / São Paulo)
FORMAÇÃO:
Kalota - Alexandre Fanuchi (Vocal)
Pedro Carvalho (Guitarra)
Tatiana Sanson (Baixo)
Boka - Maurício Fernandez (Bateria)
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Este é o terceiro split lançado pelo grupo, após um álbum de estúdio, através do selo UPS, e foi gravado no estúdio El Rocha. Este é um split com a banda Kriegstanz, porém aqui comento apenas sobre o I Shot Cyrus. É um split muito paulada, extremamente veloz e pesado, chegando a ficar na tangente com o grind core. Os arranjos de bateria são bem grind core ou death metal, mas as cordas já soam mais D-Beat e crossover, enquanto o vocal fica no meio entre eles. Muita energia e velocidade, com o vocal bastante gritado e arranjos com muitas informações, chegando a ficar "embolado" em certos momentos. As músicas possuem pouca duração, bastante distorção e energia, existindo membros de outras bandas do Brasil. A arte da capa é inspirada no Ep Dicks - Hate The Police (1980).
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FAIXA A FAIXA:
1) Hey Loco. O split incia já com um petardo, bastante velocidade, vocal bem gritado e trocas rápidas dos acordes, existindo um bom arranjo. A música possui pouca duração. O destaque está no arranjo das guitarras.
2) Eu Odeio Você. Outro petardo extremamente veloz! Considero esta a segunda melhor faixa do split, também com pouca duração, o grande destaque está no refrão e seu arranjo que, apesar de bastante gritado, também é bem sing-a-long!
3) Morte Certa. Mais um petardo na orelha! Muita velocidade e energia. Esta é a faixa que menos me agrada no split, sendo o grande destaque o arranjo de bateria, com bastante frase, sempre muito velozes.
4) Homicídio. O split finaliza com a faixa que considero a melhor! Já mais trabalhada, também um petardo, porém não o tempo todo, mas o grande destaque está no arranjo das guitarras, em especial o solo no final, parte que lembra, um pouco, Motörhead misturado com Discharge!
Ouça o split e odeie a polícia!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Test Ban Treaty - 8' 51'' (2001)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Boleve (Vocal)
Raphael (Guitarra)
Chico (Baixo)
Bruno (Bateria)
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A demo possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, bem como eventuais acentos deslocados do tempo forte ou contratempo, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Raphael.
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DESTAQUE: Ricardo Montalban
Música com compasso quaternário, tonalidade de Bbm (Si bemol menor), e forma I-A-B-C-D-A-B'-Coda. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência, em D, bem como eventuais síncopas, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo na introdução (I): I, em A: I-III, em B: VII-I-III-I, em C: V-I, em D: I-VII-I-III, e na Coda: V.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Lärm - Straight On View (1986)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Holanda (Leusden / Utrecht)
FORMAÇÃO:
Menno (Vocal)
Paul (Guitarra)
Jos (Baixo)
Olav (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à variações de cadência, bem como eventuais pausas, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Olav.
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DESTAQUE: Negative Approach
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma  I-A-B-C-B-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à variações de cadência e eventuais pausas, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo em A: A-C-D-Bb, em B: E-A-Bb-C-D, e em C: E-D. A introdução (I) nada mais é do que A executado de maneira solo pelo baixo e bateria.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

I Shot Cyrus - Drunk Fools Vs. True Till Death (2002)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (São Paulo / São Paulo)
FORMAÇÃO:
Kalota - Alexandre Fanucchi (Vocal)
Pedro Carvalho (Guitarra)
Choker (Guitarra)
Tatiana Sanson (Baixo)
Pierre (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 130 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais pausas e variações de cadência, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Pierre.
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DESTAQUE: I Shot Cyrus
Música com compasso quaternário, tonalidade de Fm (Fá menor), e forma I-A-B-B'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à pausas na introdução, bem como eventuais variações de cadência, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo na introdução (I): II-I-II-III-IV, em A: II-I-III-IV, e em B: I-II-III-IV. Entre a introdução (I) e A existe uma ponte onde nada mais é do que a execução do power chord do primeiro grau.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

F-Minus - Baby Jesus, Sliced Up In The Manger (2001)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: EUA (Huntington Beach - Orange / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Brad Logan (Vocal, guitarra)
Erica Daking (Vocal, guitarra)
Jen Johnson (Vocal, baixo)
John Guerra (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Love Is Just A Tool
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma I-A-B-C-A-B-C-A'. O ritmo é pouco denso apesar das constantes síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords e é baseada no campo harmônico da escala de Sol Mixolídio, sendo em A: G-D-F-C, em B: C-D-E-D, e em C: E-D. A introdução (I) nada mais é do que A executado de maneira solo pela guitarra.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Execradores - A Luta! (1999)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (São Paulo / São Paulo)
FORMAÇÃO:
Josimas (Vocal, guitarra)
Paulo (Baixo)
Max (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. Os instrumentos de corda estão afinados quase meio tom abaixo da afinação padrão. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais variações de cadência e síncopas, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais acordes de passagem. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Max.
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DESTAQUE: Punk
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma I-A-A'-B-A'-B-A''. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência em A e A'', bem como eventuais síncopas em B, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords e está baseada no campo harmônico da escala de Lá bemol Mixolídio, existindo eventuais frases do baixo e da guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: Ab-Eb-Gb-F-Gb, e em B: G#-B-A#-G#-A#-B-C#. A introdução (I) nada mais é do que A executado com arranjo diferente.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Brain Death - Personal Affair (1987)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Japão (Osaka / Kansai)
FORMAÇÃO:
Sachi (Vocal)
Hiroshi (Guitarra)
Iwachan (Baixo)
Yui (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais pausas e antecipações, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos vocais por Sachi.
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DESTAQUE: Convert City
Música com compasso quaternário, tonalidade de Dm (Ré menor), e forma I-A-B-A-B-A-B'-A-B. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais quiálteras no final de B, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo na introdução (I): VII-I, em A: VII-I-III-II-VII-I, e em B: III-VII-I-VII-I-III-VII-I-III-I-III-II. Após segunda vez de B existe uma ponte onde nada mais é do que A executado de maneira solo pelo baixo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Voices - Demotape (2000)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Nilo Netto (Vocal)
Alexandre Paulino (Vocal)
Claudio Junior (Vocal)
Celso Ogasawara (Guitarra)
Bráulio Delai (Baixo)
Athaide Junior (Bateria)
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A demo possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência e antecipações, bem como eventuais acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Celso Ogasawara.
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DESTAQUE: Resistir
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma A-B-C-D. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, antecipações e acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar harmonia em questão, sendo em A: B-G-F#-A-C-D, em B: B-G-E-F#-G-B-C-A-C-D, em C: E-D-E-F, e em D: E-F-D-E-F-E. A pós B existe uma ponte onde nada mais é do que a progressão harmônica B-C-D-E-F.

sábado, 30 de junho de 2012

Limp Wrist - Complete Discography (2004)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: EUA (Albany - Albany / Nova York)
FORMAÇÃO:
Martin Sorrondeguy (Vocal)
Mark Telfian (Guitarra)
Andrew Martini (Baixo)
Paul Henry (Bateria)
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Álbum lançado em 2004, porém com gravações do período entre 2000 e 2003. O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais variações de cadência, pausas e antecipações, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execuçãso dos arranjos de bateria por Paul Henry.
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DESTAQUE: Brotherhood
Música com compasso quaternário, tonalidade de Am (Lá menor), e forma A-B-A-B-C-D-E-D-E. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às eventuais variações de cadência, pausas e acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais acordes de passagem oriundo de empréstimo modal, sendo em A: V-I-III, em B: I-IV-VI-I-IV-VI-V-IV, em C: I-IV-III/I, em D: I-VI-IV-VII/I-I, e em E: VII/I-I.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Hardlife! - Victimas Del Odio (2006)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Argentina (Cordoba / Cordoba)
FORMAÇÃO:
Felix (Vocal)
Augustin (Guitarra)
Tokarly (Baixo)
Fede (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais acordes de passagem. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Fede.
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DESTAQUE: Centro Duro
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma A-B-A-B'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência de A para B, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo em A: E5-F5-G5, e em B: A5-F5-C5-G5.

domingo, 27 de novembro de 2011

97a - Abandoned Future (1997)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: EUA (Wayne - Passaic / Nova Jersey)
FORMAÇÃO:
Chris Kelly (Vocal, guitarra)
Todd A. (Vocal, guitarra)
Clint Morris (Baixo)
Glen (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 130 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas e variações de cadência, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Glen.
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DESTAQUE: What Went Wrong
Música com compasso quaternário, tonalidade de Am (Lá menor) e forma I-A-B-A-B-A'-C-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência em C, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo na introdução (I): I-III-VII, em A: I-III-IV-II-VII, em B: I-III-IV-VII-I-III-IV, e em C: I-III-IV-V-VII.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

F-Minus - Suburban Blight (2001)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: EUA (Huntington Beach - Orange / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Brad Logan (Vocal, guitarra)
Erica Daking (Vocal, guitarra)
Jen Johnson (Vocal, baixo)
Adam Zuckert (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso apesar das frequentes síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes acordes de passagem oriundos de cromatismo ou empréstimo. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Final Bullet
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma A-B-A-B-A. O ritmo é pouco denso apesar das constantes síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo em A: G#5, e em B: C#5-E5-B5-D5-C#5-E5-G5.