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domingo, 30 de outubro de 2022

Tiger Army - Early Years (2002)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Nick 13 - Kearny Jones (Vocal, guitarra)
Joel Day (Baixo acústico)
Adam Carson (Bateria)
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Este é o segundo EP lançado pelo grupo, após dois álbuns de estúdio, através do selo Hellcat, e foi gravado no estúdio Grizzly. Embora o EP tenha sido lançado em 2002, as gravações, como o nome já sugere, são do início da carreira do grupo, datando dos anos de 1996 e 1997. O EP contém última metade das faixas inéditas, nem que sejam versões, enquanto a primeira metade possui faixas já lançadas anteriormente. O EP é bastante embalado, possuindo certa velocidade em algumas das composições, com ótimos arranjos, bem expressivos e interpretados, com o detalhe, sempre interessante e característico, do psychobilly que é o efeito percussivo da técnica do slap no contrabaixo acústico. O desenho melódico da voz também merece atenção, sendo um dos destaques, na minha opinião, assim como os arranjos e riffs de guitarra. O EP possui duas faixas cover, enquanto a arte da capa ficou por conta de Sergie Loobkoff. Um excelente EP, com a veia do psychobilly em evidência, muita expressão e qualidade, inclusive, de gravação, que contempla os primeiros registros do grupo, ainda em sua formação original. Vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Temptation. O EP inicia com a faixa que considero a melhor. Bastante veloz e embalada, ela possui um ótimo arranjo, bem como uma ótima progressão harmônica, em especial na parte A e na ponte, apesar de simples, com destaque para a interpretação e desenho melódico da voz.
2) Jungle Cat. Outra excelente faixa, bastante embalada, com certa velocidade, um ótimo desenho melódico da voz, com destaque para a parte A e sua progressão harmônica. O solo de guitarra e a interpretação do contrabaixo acústico também merecem atenção.
3) Twenty Flight Rock. Esta é a primeira faixa cover do EP, sendo uma composição de Ned Fairchild, gravad, originalmente, por Eddie Cochran, em 1957. Um rockabilly típico dos anos 50, o qual possui a progressão harmônica padrão do blues, bem como a linha do baixo em walking bass, basicamente, nos arpejos.
4) American Nightmare. Esta é a outra faixa cover do EP, sendo a primeira das faixas inéditas, composta por Glenn Danzig e gravada, originalmente, pelo grupo Misfits, em 1981. Uma excelente versão, talvez um pouco mais veloz que a versão original, com um ótimo arranjo, mantendo a intensão bem fiel à original, apesar de mais psychobilly, muito em função do arranjo do contrabaixo.
5) F.T.W.. Outra ótima composição, bastante embalada, com um excelente trabalho de dinâmica, bem como uma intensão mais "sombria", muito devido à progressão harmônica, mas, também, à expressão, principalmente, da guitarra, possuindo um refrão bem sing-a-long, além de um trecho mais cadenciado.
6) Nocturnal. O EP finaliza com outra faixa que considero das melhores, bastante embalada e com certa velocidade, ela possui um ótimo desenho melódico da voz, o destaque na minha opinião, embora os riffs de guitarra e o refrão, bem sing-a-long, também merecem atenção.
Ouça o EP e conheça os primeiros anos!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Rancid - Rancid (1993)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong - Timothy Armstrong (Vocal, guitarra)
Matt Freeman - Roger Freeman (Baixo)
Brett Reed (Bateria)
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Este é o primeiro álbum lançado pelo grupo, através do selo Epitaph, e foi gravado no estúdio Fantasy. É um excelente álbum, talvez o que eu considere o melhor, embora seja difícil afirmar! Não possui nenhuma música "fraca", todas me agradam bastante, algumas mais. Sempre com muito embalo, não extremamente veloz, embora não seja lento, com muito drive, em especial nas guitarras e voz, com faixas não muito extensas, bons arranjos, em especial os de contrabaixo, aliás, os arranjos de contrabaixo são o grande destaque, na minha opinião, uma das marcas registradas do grupo, assim como o timbre de voz de Tim. Considero estas duas as principais características do som do grupo. Este é o primeiro álbum, e foi o primeiro trabalho a ser lançado pelo selo Epitaph, já que o EP anterior havia sido lançado por outro selo. Outra curiosidade do álbum está no fato de que este é o único álbum da carreira do grupo em que a formação é um trio, logo após o lançamento do álbum, Billie Joe, do Green Day, participou de algumas apresentações do grupo, tocando guitarra, e sugeriu que chamassem o guitarrista Lars Frederiksen, porém este mesmo recusou a proposta, pois, na época, estava tocando com o UK Subs. Meses depois, o guitarrista repensou e aceitou a proposta, já vindo a participar do grupo na turnê de lançamento deste álbum. Inclusive o guitarrista aparece em algumas imagens no videoclipe lançado para divulgação do álbum. Foi com este álbum que conheci o grupo, há quase 20 anos atrás, um excelente início! O álbum conta com as participações de Beth Oiler tocando congas, Donnel Cameron tocando maracas, e Jeff Abarta, Jay Bentley, Brett Gurewitz e Eric Martini fazendo backing vocals, além de possuir uma faixa cover. A arte da capa é obra de Tracy Cox. Realmente vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Adina. O álbum inicia com uma das faixas que considero das melhores, bem embalada, com uma excelente linha de baixo, bem caminhada, uma boa intenção, sem frescuras, direto ao ponto. Uma ótima composição, com um bom arranjo.
2) Hyena. Considero esta a melhor faixa do álbum, que é também, a faixa de trabalho do álbum, pois possui videoclipe de divulgação. Bem embalada, mas não muito veloz, ela possui, mais uma vez, uma excelente frase do baixo, além de possuir um refrão bem sing-a-long. Tocava esta música com uma das bandas que tive. Momento nostalgia!
3) Detroit. Outra composição muito boa, com destaque para as frases de baixo. O curioso é que o andamento aumenta quando a bateria acompanha! Bem embalada, um bom arranjo e variações de cadência.
4) Rats In The Hallway. Outra faixa que considero das melhores do álbum, em especial devido ao refrão, o grande destaque, na minha opinião. Aliás, o refrão desta composição é o melhor momento de todo álbum, bem sing-a-long, sendo "aditivado" pelo trabalho de dinâmica, bem pensado.
5) Another Night. Outra ótima composição, com uma excelente progressão harmônica na parte A, que é, na minha opinião, o grande destaque. Bem embalada, a variação modal entre as partes se torna interessante.
6) Animosity. Mais uma ótima composição, com muito embalo, boas intenções, sendo o destaque o refrão e a variação de cadência no refrão, existindo uma variação tonal entre as partes. As linhas de baixo merecem atenção, mais uma vez.
7) Outta My Mind. Uma excelente composição, com certeza a faixa mais lenta do álbum, como se fosse a "balada", embora não seja! É um punk rock ao estilo Social Distortion, com um excelente refrão, que é, na minha opinião, o grande destaque, embora as eventuais frases do baixo mereçam atenção.
8) Whirlwind. Aqui o embalo e a velocidade voltam como antes! Uma boa composição, com uma excelente intenção, bem como um refrão bem sing-a-long, sendo o destaque a ponte entre a parte A e o refrão.
9) Rejected. Outra faixa que considero das melhores do álbum, bem embalada, com uma ótima progressão harmônica, bem como a intenção, além de possuir um refrão bem sing-a-long, sendo o destaque o desenho melódico da voz.
10) Injury. Uma boa composição, com uma progressão harmônica interessante na introdução, sem manter uma ideia tonal, com destaque para as linhas de baixo. No mais uma composição boa, mas com nada que chame muito a atenção, embora possua um bom arranjo.
11) The Bottle. Mais uma boa composição, bem embalada, com boas frases do baixo, um refrão bem sing-a-long, sendo o destaque a intenção e o bom trabalho de dinâmica entre as partes.
12) Trenches. Outra ótima composição, com um bom arranjo, boas variações de cadência, assim como o trabalho de dinâmica e a progressão harmônica da parte A, sendo o destaque, na minha opinião, o refrão, que é, mais uma vez, bem sing-a-long.
13) Holiday Sunrise. Mais uma boa composição, bem embalada, com ótimas frases do baixo, bem caminhadas, possuindo uma boa execução harmônica na parte A, com destaque para os acentos marcados em sincronia entre os instrumentos, ora nas cabeças, ora nos contratempos.
14) Unwritten Rules. Outra boa composição, bem embalada, com um bom riff de guitarra, que, aliás, é o grande destaque da composição, embora o refrão mereça atenção, possuindo uma variação de cadência interessante na parte C.
15) Union Blood. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, bem embalada, com um bom solo de guitarra, assim como a intenção e a progressão harmônica da parte A, com destaque para a variação de cadência entre as partes, além de possuir um refrão bem sing-a-long.
16) Get Out Of My Way. O álbum finaliza com a faixa cover, sendo esta uma composição de Eric Dinn e Eric Raider, para o grupo Uptones. O curioso é que o primeiro registro da composição é o deste álbum que comento! Este é um grupo que fazia parte do ciclo de amizades dos integrantes do Rancid, quando estes ainda tocavam no Operation Ivy, sendo da mesma cidade. Bem embalada, com uma intenção mais "alegre" e contracantos bem sing-a-long, esta é uma boa composição desempenhada com um bom arranjo.
Ouça o álbum, mas não fique rançoso!

sábado, 25 de setembro de 2021

Operation Ivy - Radio Daze (1999)

GÊNERO: Ska Core
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Jesse Michaels (Vocal)
Lint - Timothy Armstrong (Guitarra)
Matt McCall - Matthew Freeman (Baixo)
Dave Mello - David Melo (Bateria)
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Álbum lançado em 1999, porém com gravações de 1988, através do selo Spiked Belts And Beer, e foi gravado nas rádios KSPC e WMFU. O álbum conta com duas gravações diferentes, ambas em apresentações ao vivo em emissoras de rádio, uma da Califórnia e outra de Nova Jersey, sendo a primeira em 17 de Março de 1988 e a segunda em 21 de Abril do mesmo ano. O álbum conta com apenas 15 composições, apesar das 26 faixas, já que muitas delas se repetem, pois foram apresentadas nos dois momentos. Sou um grande fã do grupo, escuto há uns 30 anos e nunca enjoei! A qualidade da gravação de ambas as apresentações deixam a desejar, porém, em compensação, a energia do grupo está ali, bem fiel e evidente, sem nenhum tipo de edição. Talvez os precursores do ska core?! Sim ou não, o fato é que eles influenciaram toda uma geração que viria a surgir poucos anos mais tarde e que acabou se consolidando como um forte movimento dos anos 90. Este movimento pode ser visto como precursor dentro do hardcore, porém já é a terceira "onda forte" do ska, porém a primeira envolvendo o hardcore. É um ska core, mas o hardcore é bem ao estilo skate punk, com composições bem embaladas, um bom trabalho de dinâmica, sendo o destaque, na minha opinião, os arranjos e linhas do contrabaixo, Matt sempre foi uma influência pra mim como baixista. Existindo brechas para improvisos, o trabalho vocal é outro ponto a ser observado, bastante criativo, utilizando, frequentemente, duas vozes. O álbum ainda conta com uma faixa cover.
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FAIXA A FAIXA:
1) Healthy Body Artificial Life. O álbum inicia com duas composições em uma única faixa. São duas ótimas composições, a primeira bem ska e a segunda já com mais toques do skate punk / hardcore do grupo, embora a pegada ska seja bem evidente.
2) The Crowd. Esta já uma composição mais embalada e veloz, um dos grandes clássicos do grupo, ela não possui nada de ska, é bem skate punk, ao estilo Adolescents. Um refrão sing-a-long e uma boa progressão harmônica.
3) Junkies Runnin' Dry. A faixa mais veloz até então, bem embalada. O ruim é que a partir desta faixa, o vocal quase não se escuta, fica muito baixo, vindo a melhorar em faixas posteriores. De qualquer forma é uma ótima composição, bem embalada e com um refrão bem sing-a-long.
4) Here We Go Again. Esta é uma composição bem ska, porém, mais uma vez, o vocal pouco se ouve, prejudicando a qualidade da ótima composição. Quase o tempo todo em ska, ela possui eventuais trechos distorcidos, puxando para um skate punk. Mais uma vez o trabalho de dinâmica e as duas vozes merecem atenção.
5) Yellin' In My Ear. A composição começa com uma ótima frase de guitarra, para, logo em seguida, se tornar um ska na parte A e um skate punk no refrão. Uma ótima composição, bem embalada e com um refrão sing-a-long.
6) Cretin Hop. Eis que surge a faixa cover. Esta é uma composição do grupo Ramones e foi gravada, originalmente, pelo grupo, em 1977. Bem fiel à versão original, mantendo a mesma estrutura e arranjo, ficou uma boa versão, mas, na minha opinião, Operation tocando Operation é mais bacana do que Operation tocando Ramones!
7) Bombshell. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, bem veloz e embalada, ela não tem nada de ska, é um skate punk bem evidente, com um bom refrão e uma boa frase da guitarra, bem como as frases do baixo.
8) Old Friendships. Uma composição bem embalada, com nada ska, mais uma vez, ela possui um bom trabalho de dinâmica, bem como uma boa linha de baixo.
9) Sleep Long. Composição com um excelente refrão, bem sing-a-long, esta é bem embalada e veloz, com nada ska, mais uma vez, sendo o destaque o arranjo do contrabaixo, com linhas bem movimentadas, em especial no refrão. Trocas rápidas de acorde e um sutil, mas bom, trabalho de dinâmica, existindo um trecho mais cadenciado.
10) Hedgecore. Esta é uma faixa que mescla o ska com o skate punk, sendo mais ska, apesar de alternar. Esta faixa possui um trecho bem interessante para improvisação no final, a qual o andamento reduz, perdendo um pouco o embalo.
11) Plea For Peace. Outra faixa que considero das melhores do álbum, bem veloz e embalada, mas com um arranjo que acaba cadenciando em alguns trechos e no refrão, que, aliás, é bem sing-a-long. Mais uma vez as duas vozes merecem atenção.
12) I Got No. Outra faixa que considero das melhores do álbum. Também bem embalada, apesar de não muito veloz, com uma excelente linha de baixo, que, na minha opinião, é o grande destaque, além de possuir um refrão bem sing-a-long.
13) Hangin' Out. Mais uma faixa que considero das melhores do álbum, bem veloz e embalada, esta é bem skate punk, com nada ska, bastante energia e, mais uma vez, o refrão bem sing-a-long, além de trocas rápidas de acorde.
14) Left Behind. Esta é a faixa que finaliza a primeira apresentação, na rádio KSPC, da Califórnia. Uma composição que alterna entre trechos velozes e outros mais cadenciados, possuindo uma excelente linha de baixo e um refrão bem sing-a-long.
15) Here We Go Again. Aqui começa a apresentação na rádio WMFU, de Nova Jersey. Esta composição é a mesma da faixa 4, porém está mais expressiva e veloz, além de possuir um timbre de baixo bem "roncado", dando mais peso. Considero esta uma das melhores faixas do álbum.
16) Junkies Runnin' Dry. Outra faixa que considero das melhores do álbum. É a mesma composição da faixa 3, porém, aqui, o vocal é possível ouvir!
17) Hoboken. Outra faixa bem veloz e embalada, ela não possui nada de ska, sendo o destaque as pausas de pequena duração, além de possuir um refrão bem sing-a-long.
18) Artificial Life. Outra faixa que considero das melhores do álbum. Esta composição já apareceu na faixa 1. Ambas as versões estão muito boas, porém aqui ela está individual, sem estar com outra música na mesma faixa!
19) Plea For Peace. Esta composição é a mesma da faixa 11, porém me agrada mais a versão anterior, esta parece um pouco embolada. O timbre que antes ajudou, aqui acabou prejudicando.
20) Sleep Long. Esta composição é a mesma da faixa 9, porém ainda me agrada mais a versão anterior, mais definida devido à equalização e timbres.
21) Healthy Body. A mesma composição que inicia o álbum, esta está mais suja, mas bem interessante, embora ainda prefira a versão anterior.
22) Hedgecore. Esta é a mesma composição da faixa 10, porém esta versão é infinitamente melhor, principalmente, devido ao final da faixa e sua improvisação. Considero esta uma das melhores faixas do álbum.
23) The Crowd. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. É a mesma composição da faixa 2, porém a equalização está com melhor qualidade nesta versão.
24) I Got No. Esta é a mesma composição da faixa 12, porém a qualidade da versão anterior é melhor. Esta versão possui um abafado vindo da fita cassete.
25) Hangin' Out. Esta é a mesma composição da faixa 13, porém a qualidade da faixa anterior está melhor, devido à gravação, à equalização e timbres.
26) Yellin' In My Ear. O álbum finaliza com a composição que é a mesma que a da faixa 5, porém considero a versão anterior melhor, devido à qualidade de gravação.
Ouça o álbum e conheça o atordoamento de rádio!

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Neurosis - Times Of Grace (1999)

GÊNERO: Sludge Metal
ORIGEM: EUA (Oakland - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Scott Kelly (Vocal, guitarra, percussão)
Steve Von Till (Vocal, guitarra, percussão)
Noah Landis (Teclado, sintetizador)
Dave Edwardson (Baixo, sintetizador)
Jason Roeder (Bateria, percussão)
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Este é o sexto álbum de estúdio lançado pelo grupo, através do selo Relapse, e foi gravado nos estúdios Electrical Audio e Mr. Toad's. É um bom álbum, com uma excelente concepção, muito peculiar, inclusive, considerado, por muitos, o primeiro álbum a soar como "Neurosis", com as faixas bem lentas, nem um pouco velozes, mas com muita intenção. As composições são muito bem pensadas, com arranjos bem trabalhados, sempre com um "clima" envolvendo as faixas, existindo eventuais faixas instrumentais. O mais interessante de todo conceito do álbum é que este é um álbum para ser ouvido, simultaneamente, com o álbum Grace, do grupo Tribes Of Neurot, um grupo com os mesmos membros do Neurosis, como se fosse um "alter ego". Uma versão, em CD, foi lançado anos mais tarde contendo os dois álbuns, um álbum duplo, um complementa o outro! Uma excelente concepção, extremamente criativo e poucas vezes visto, com certeza o ponto forte do álbum, só por esta ideia o álbum merece ser respeitado, embora as composições também são um grande destaque. O álbum soa como uma mistura de Melvins com Buzzoven, e conta com as participações de John Goff tocando gaita de fole, Jackie Gratz tocando violoncelo, Jon Birdsong tocando tuba e corneta, Wendy-O Matik como narrador, Johannes Mager tocando trombone, e Kris Force tocando violino e viola.
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FAIXA A FAIXA:
1) Suspended In Light. O álbum inicia com uma faixa com um ar bem de introdução. É uma faixa instrumental, com um excelente trabalho de dinâmica, boas intenções e um excelente clima com um toque de tensão.
2) The Doorway. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. Com bastante dissonância e um clima de tensão, o arranjo da bateria se destaca, com uma frase bem interessante. O vocal bem distorcido, um bom trabalho de dinâmica, sendo o destaque o arranjo.
3) Under The Surface. Esta possui uma intenção bem tribal. Mais uma vez bastante dissonância e tensão no ar, porém com uma progressão harmônica que não me agrada muito, existindo boas frases da guitarra.
4) The Last You'll Know. Uma boa composição, bem lenta e arrastada, com bastante dissonância, mais uma vez, um bom arranjo rítmico, embora simples, além de um bom trabalho de dinâmica, mesmo não sendo muito evidente.
5) Belief. Mais uma música lenta, embora esta não seja tão arrastada quanto à faixa anterior. Um bom clima, com um ótimo trabalho de dinâmica, a harmonia apenas com ataques na cabeça dos acordes, um clima de tensão, porém com pouca distorção, mantendo um clima mais "soturno".
6) Exist. Mais uma faixa com um clima bem intimista, e, mais uma vez, uma faixa instrumental, com uma ideia bem minimalista, com uma frase executada pela guitarra que se repete incessantemente.
7) End Of The Harvest. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, iniciando com um clima bem intimista, com muitos efeitos sonoros que ajudam a criar um clima bem interessante. Aos poucos os instrumentos começam a aparecer, existindo uma ótima progressão harmônica, com eventuais dissonâncias e um clima de tensão. Eventuais frases executadas em sincronia, com destaque para as quiálteras acentuadas.
8) Descent. Mais uma faixa instrumental, executada com um ritmo de marcha, como se soasse como o instrumental de um batalhão rumo à batalha, possuindo um bom arranjo, com eventuais dissonâncias e efeitos sonoros.
9) Away. Considero esta a melhor faixa do álbum, bem intimista e minimalista, com uma frase quase que constante e um vocal que lembra, um pouco, com Iggy Pop. Um excelente trabalho de dinâmica e uma excelente intenção são os destaque da composição e do arranjo.
10) Times Of Grace. A faixa que dá nome ao álbum é uma das faixas que considero das melhores. Mais uma composição com clima de tensão, bem como a execução de eventuais dissonâncias. Bem lenta e arrastada, esta possui bastante distorção e peso.
11) The Road To Sovereignty. O álbum finaliza com uma faixa extremamente intimista, bem lenta e arrastada. Também uma faixa instrumental, com um clima de tensão e um bom arranjo. Uma boa composição para finalizar o álbum, sendo o destaque o arranjo das vozes dos instrumentos melódicos.
Ouça o álbum e curta os tempos de graça!

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Mr. T Experience - The Miracle Of Shame (2000)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Dr. Frank - Frank Portman (Vocal, guitarra)
Erik Noyes (Órgão)
Gabe Meline (Baixo)
Jym - Jim Pittman (Bateria)
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Este é o quinto Ep lançado pelo grupo, após 9 álbuns de estúdio, através do selo Lookout!, e foi gravado nos estúdios Sharkbite, Foxhound e Peace And Conflict. É um Ep bem fraquinho, mais pop do que punk, embora possua algumas exceções. Composições com andamentos lentos e nem sempre embaladas, com arranjos não muito complexos, apesar de bem trabalhados. Um bom trabalho de mixagem, não possuindo nenhum destaque aparente, assim como nenhum músico de destaque. Os músicos não são muito técnicos, mas não servem para maus músicos, estando tudo no lugar, talvez por ser, já, nesta época, uma banda experiente, com 15 anos de existência. O curioso do Ep fica por conta da formação, já que este é o primeiro trabalho em que Erik aparece nos créditos, embora já tenha participado da gravação de dois álbuns anteriores. Embora seja o primeiro trabalho que o organista aparece nos créditos, ao mesmo tempo, é o último, já que ele deixou o grupo após a turnê que viria a seguir. Outra curiosidade é que este é o primeiro trabalho em que Gabe aparece nos créditos, também, embora tenha participado, não totalmente, da gravação do álbum anterior. A arte da capa ficou por conta de Chris Appelgren. Não considero dos melhores trabalhos já postados aqui, muito longe disso, chega a ter algumas músicas que não me agradam e as que me agradam não são de muito destaque, de qualquer forma, vale o registro e a resenha.
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FAIXA A FAIXA:
1) Spy Vs. Spy. O Ep inicia com uma das faixas mais fraquinhas, e uma das que menos me agrada. Extremamente pop, a única coisa que nos remete a um punk rock é a guitarra e seu timbre e riffs, sendo o destaque a parte A, não tão pop quanto o refrão.
2) Leave The Thinking To The Smart People. Outra faixa bem fraquinha, bastante lenta e com aspectos bem pop, incluindo a presença de um violão no lugar da guitarra na parte A. Esta e a faixa anterior são as que menos me agradam no Ep, sendo o destaque o arranjo do órgão. Esta lembra alguma música qualquer do Oasis!
3) Mr. Ramones. Considero esta a melhor faixa do Ep. Como o título sugere, ela lembra bastante com Ramones, bem simples, mas bastante embalada, sendo a faixa mais veloz do Ep. O destaque está na parte A. Uma mistura de Ramones com o garage punk, o que também não foge da ideia do grupo nova iorquino.
4) Stephanies Of The World Unite. Considero esta a segunda melhor faixa do Ep, possuindo um ar mais punk rock, embora a intenção pop ainda esteja bem evidente. Destaque para o embalo, lembrando, mais uma vez, Ramones, embora de maneira mais sutil que a faixa anterior.
5) I Don't Know Where Dan Treacy Lives. O Ep finaliza com uma faixa acústica, com apenas violão, voz e órgão e alguns efeitos de guitarra. Uma composição típica de fim de álbum / Ep, com a ideia de "acalmar" os ânimos. Lenta, pop e suave, mas uma boa composição, embora o arranjo não ajude muito.
Ouça o Ep e conheça o milagre da vergonha!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Conquest For Death - Conquest For Death (2006)

GÊNERO: Hardcore Old School
ORIGEM: EUA (Emerville - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Devon Morf (Vocal)
Alex Yeung (Guitarra)
Craigums - Craig Billmeier (Guitarra)
Robert Collins (Baixo)
Kiku Toshikazu (Bateria)
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Este é o primeiro Ep, e primeiro trabalho, lançado pelo grupo, através do selo Wajlemac. Pode-se dizer que esta é uma banda que só existe graças às possibilidades da internet, já que possui dois integrantes de São Francisco, dois de Oakland (todos dos EUA) e um de Okinawa (Japão), ou seja, não há como se reunirem para ensaiar, as gravações são feitas, enviadas um para o outro através da internet, sendo cada um responsável pela sua parte de maneira independente. Coloquei como o grupo sendo de Emerville, pois este é o endereço do selo que os lançou! Bom, falando de som, as músicas têm pequena duração, enquanto que o grupo faz um hardcore old school na tangente com um crossover, lembrando uma mistura de Cryptic Slaughter com D.R.I. e pitadas de S.O.D.! É um som veloz e muito enérgico, mas a falta de interação entre os integrantes é perceptível nos áudios, parece que falta expressão e um trabalho maior de dinâmica, é a sensação de empilhar informações e notas sem intenção. De qualquer forma, é um bom Ep, apesar de um pouco artificial.
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FAIXA A FAIXA:
1) Beyond The Hidden Valley Of The Last Of The V-8 Interceptors. O Ep inicia com um dos petardos, bem veloz, vocal escrachado, com eventuais pausas no arranjo, talvez a faixa que mais se assemelha com o hardcore europeu dos anos 80.
2) Wake Up Screaming!. Considero esta faixa como uma das melhores do Ep, lembra muito os primeiros do D.R.I., com troca de acordes bem rápidas e vocal "cuspido", quase que silábico! O arranjo possui, inclusive, um solo!
3) Double Standard Bearer. Talvez a faixa mais veloz do Ep, esta lembra bastante Cryptic Slaughter, mas mais hardcore! No mais, mantém as mesmas características da faixa anterior.
4) Repentent Or Martyred. Outra faixa veloz, com trocas rápidas de acorde, pouca duração e vocal escrachado. Aliás, esta música possui menos duração que as demais já analisadas, sendo bem curta.
5) The Unbridled Disgust Of Being Human. Considero esta a melhor faixa do Ep, a primeira com introdução! Aliás, uma introdução que lembra bastante a música Murder Of Liddle Towers, do Angelic Upstarts! Após a introdução, a composição mantém as mesmas características das faixas anteriores, enquanto o refrão lembra bandas californianas dos anos 80 como Adololescents ou TSOL. Vale a pena conferir!
6) Conquest For Death. A faixa de menor duração, onde é falado o título, de maneira silábica, acompanhado pelos instrumentos, em stacato, em um único acorde.
7) No Safe Words For Life. O Ep finaliza com outra ótima faixa, que mantém as mesmas características das demais faixas, com exceção do vocal que não está muito escrachado nesta faixa!
Ouça o Ep e consiga a conquista para a morte!

sábado, 19 de abril de 2014

Rancid - Radio Radio Radio (1993)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Guitarra)
Matt Freeman (Baixo)
Brett Reed (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais acordes com a inclusão da terça, bem como riffs de guitarra e frequentes frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a participação de Billie Joe Armstrong tocando guitarra.
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DESTAQUE: Someone's Gonna Die
Música com compasso quaternário, está no modo A (Lá) Mixolídio, e forma I-A-A'-B-A-A'-B-A''-A-A'-B'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas e frequentes antecipações, em B, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais intervalos de terça, bem como frequentes frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-IV-VII, e em B: IV-VII-I. A introdução (I) nada mais é do que A executado com arranjo diferente, o mesmo é, também, uma ponte após A''.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Rancid - Indestructible (2003)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Vocal, guitarra)
Matt Freeman (Vocal, baixo)
Brett Reed (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, pausas, bem como eventuais acentos deslocados do tempo forte ou contratempo, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo constantes frases do baixo e frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para as participações de Vic Ruggiero tocando teclado, e Luis Conte tocando percussão.
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DESTAQUE: Django
Música com compasso quaternário, não possui tonalidade definida, e forma A-A'-B-A-A'-B-A-C-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais pausas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo frequentes riffs de guitarra e frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: C#m-G#-C#m, em B: F-G#, e em C: D-A.

domingo, 21 de julho de 2013

Crucifix - Dehumanization (1983)

GÊNERO: D-Beat
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Sothira Pheng (Vocal)
Jake Smith (Guitarra)
Matt Borruso (Baixo)
Christopher Douglas (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais síncopas, antecipações e pausas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra e frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de baixo por Matt Borruso.
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DESTAQUE: Indo China
Música com compasso quaternário, tonalidade de Em (Mi menor), e forma A-B-A'-B-A'-B-A-B'-A''-B-A-B. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo constantes frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-III-I-VII, e em B: I-VII.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Screw 32 - Under The Influence Of Bad People (1997)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Andrew Champion (Vocal)
Doug Sangalang (Guitarra)
J. Grant McIntire (Guitarra)
Jimi Cheetah McCluskey (Baixo)
Mark Mortensen (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à síncopas, eventuais variações de cadência, pausas, antecipações e arranjos específicos de cada instrumento, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais intervalos de terça, bem como riffs de guitarra e frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Sticks And Stones
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma I-A-B-A'-B-C-C'-D-E. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à síncopas, bem como eventuais variações de cadência, pausas de pequena duração, acentos deslocados do tempo forte e arranjos específicos de cada instrumento, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada ora na tonalidade de Dm (Ré menor), ora na tonalidade de Am (Lá menor), sendo executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra e frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: D-F-G-A, em B: D-A-E-F-E-C-G-C, em C: F-C-F-C-B-A-G-A, em D: D-A-G-F-C-G, e em E: F-D-F-D-C.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Rancid - Ruby Soho (1996)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Vocal, guitarra)
Matt Freeman (Baixo)
Brett Reed (Bateria)
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O single possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações e arranjos específicos do contrabaixo, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais acordes com a inclusão da terça, bem como riffs de guitarra e frequentes frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de contrabaixo por Matt Freeman.
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DESTAQUE: Disorder And Disarray
Música com compasso quaternário, tonalidade de F (Fá Maior), e forma A-B-C-A'-B-C-A'-B'-C-A'-B''-C-A'-A''-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo um acorde de passagem oriundo de empréstimo tonal, em C, bem como frequentes frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-IV, em B: I-V-IV, e em C: IV/IV-IV-V.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Rancid - B Sides And C Sides (2007)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Vocal, guitarra)
Matt Freeman (Vocal, baixo)
Brett Reed (Bateria)
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Álbum lançado em 2007, porém com gravações do período entre 1993 e 2003. O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, além de eventuais antecipações e acentos deslocados, bem como arranjos específicos do contrabaixo, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra e frequentes frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de contrabaixo por Matt Freeman.
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DESTAQUE: Tattoo
Música com compasso quaternário, tonalidade de Gm (Sol menor), e forma I-A-B-A-B-C-B'-Coda. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas e arranjos específicos do contrabaixo, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo na introdução (I): I-III-IV-I-III-IV-VI-V-VI-V-IV-III, em A: I-VI-V-IV-III, em B: VI-III-VII-III, em C: VI-III-IV-I, e na Coda: VII-III-VII-III-I. Sempre após B existe uma ponte, sendo a primeira a execução do power chord do primeiro grau, e a segunda a execução da progressão da introdução com exceção dos três primeiros acordes.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Mr. T Experience - Alcatraz (1999)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Dr. Frank (Vocal, guitarra)
Joel Reader (Baixo)
Jim Jym Ruzicka (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 105 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência e acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo eventuais acordes de passagem, bem como riffs de guitarra e frases do baixo que ajudam  a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para as participações de Eric Noyes tocando órgão e piano, Gabe Meline tocando órgão e piano, Kevin Army tocando piano, e Todd Graddy tocando trompete.
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DESTAQUE: Re-Activate Your Heart
Música com compasso quaternário, tonalidade de Em (Mi Menor), e forma I-A-B-C-D-A-B-C-D-E-D'-B'-C-D-D''. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo eventuais acordes de passagem oriundos de empréstimo modal, sendo em A: I-VII-IV-III-IV-I, em B: IV-I-VI-III-IV-I, em C: I-IV-I-IV-I-V-IV, em D: I-IV-III-IV, e em E: I-V-IV. A introdução (I) nada mais é do que um riff de guitarra e baixo com as notas Mi-Dó-Sib-Lá-Sol-Lá-Si. Após a primeira vez de D existe uma ponte onde nada mais é do que a progressão I-VII-IV.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

American Steel - Destroy Their Future (2007)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: EUA (Oakland - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Rory Henderson (Vocal, guitarra)
Ryan Massey (Guitarra)
John Peck (Baixo)
Scott Healy (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, antecipações e acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo extensão elevada e altura pouco elevada, existindo saltos de até uma quinta de distância, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo eventuais acordes de passagem e riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Speak, Oh Heart
Música com compasso quaternário composto, tonalidade de C (Dó Maior) e forma A-B-C-D-A-B-C-D'-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas e acentos deslocados do tempo forte em D, bem como o compasso composto, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão elevados, existindo saltos de até uma quinta de distância, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em acordes com a inclusão da terça, existindo eventuais acordes de passagem oriundos de empréstimo tonal, sendo em A: I-V-IV/IV-IV, em B: II-VI/II-II-VI/II-VII/II, em C: I-IV-V-IV/IV, e em D: I-IV-I.

domingo, 14 de novembro de 2010

Rancid - Time Bomb (1995)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Guitarra)
Matt Freeman (Baixo)
Brett Reed (Bateria)
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O single possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais trechos onde acordes com a inclusão da terça são executados, além de eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de baixo por Matt Freeman.
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DESTAQUE: The Wars End
Música com compasso quaternário, tonalidade de G (Sol Maior) e forma A-B-A'-B'-A''-C-A'-B'-A''. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-V-IV-III-II-I, em B: IV-I-V, e em C: II-I-V.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Rancid - ...And Out Come The Wolves (1995)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Guitarra)
Matt Freeman (Baixo)
Brett Reed (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda em power chords, existindo eventuais acordes com a inclusão da terça, estes executados em ritmo de ska, além de frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para as participações de Paul Jackson e Vic Ruggiero, tocando órgão; DJ Disk, na pick up; e Bashiri Johnson na percussão.
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DESTAQUE: Daly City Train
Música com compasso quaternário, tonalidade de C (Dó Maior) e forma A-B-A'-B-A''-B'-B. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido às variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: V-IV-I-V, e em B: I-IV-V. Antes e após a última vez de B existe uma ponte, onde é executado a progressão I-IV-V-IV-V-IV-I em power chords.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Crucifix - Exhibit A. (1997)

GÊNERO: D-Beat
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Sothira Pheng (Vocal)
Jimmy Crucifix (Guitarra)
Jake Smith (Guitarra)
Drew Bernstein (Guitarra)
Matt Borruso (Baixo)
Bryce Kanights (Baixo)
Christopher Douglas (Bateria)
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Álbum lançado em 1997, porém com gravações do período de 1980 a 1984. O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. Os instrumentos de corda estão afinados meio tom abaixo do padrão. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às eventuais variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos vocais por Sothira Pheng.
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DESTAQUE: Capitulation
Música com compasso quaternário, tonalidade de Bbm (Si bemol menor) e forma A-B-A'-B-A'-B-A'-B-A-B-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência em A, mantendo a figura da colcheia como a mais ferquente. A melodia caminha por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo em A: I-V-VII-VI, e em B: I-VII-VI. Entre B e A existe uma ponte onde nadamais é do que a execução do power chord do primeiro grau.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Rancid - Grease And Garbage (1995)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Berkeley - Alameda / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Tim Armstrong (Vocal, guitarra)
Lars Frederiksen (Guitarra)
Matt Freeman (Baixo)
Brett Reed (Bateria)
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Álbum lançado em 1995, porém com gravações do período de 1992 a 1994. O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à eventuais variações de cadência e pausas de pequena duração, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é, quase toda, executada em power chords, existindo eventuais trechos onde acordes com a inclusão da terça são executados, bem como eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de baixo por Matt Freeman.
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DESTAQUE: Healthy Body, Sick Mind
Música com compasso quaternário, tonalidade de G (Sol Maior) e forma A-B-C-D-A-B-C-D-B'-E. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à variação de cadência em E, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade do acorde em questão como referência. A harmonia é executada, quase toda, por acordes formados pela tríade em posição de pestana, existindo eventuais trechos no final de D onde existe a execução de power chords, bem como eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-IV-I-IV-V, em B: I-IV-V, em C: IV-I-IV-V, em D: I-IV-V, e em E: I-V.