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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Ted Nugent - The Richmond Coliseum (1979)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: EUA (Detroit - Wayne / Michigan)
FORMAÇÃO:
Ted Nugent - Theodore Nugent (Guitarra)
Charles Huhn (Vocal, guitarra)
Dave Kiswiney (Baixo)
Cliff Davies (Bateria)
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Este é um álbum pirata, ao vivo, lançado, após 4 álbuns de estúdio, de maneira independente. É um ótimo álbum, que resgata bem a carreira do grupo até então, época a qual, na minha opinião, é o auge. Muita expressão, composições repletas de riffs, excelentes, diga-se de passagem, o destaque do álbum, na minha opinião, além de um bom embalo, existindo eventuais faixas mais velozes, podendo perceber influências do blues. Com um repertório que contempla faixas de todos os 5 álbuns lançados até então, os 4 de estúdio e mais um ao vivo, o qual possui músicas inéditas, sendo, uma delas, contemplada aqui. Além dos riffs e expressões que chamam a atenção, a intenção também fica bem evidente nas interpretações, com tudo bem "redondinho" e no lugar. Os músicos possuem boa técnica, em especial Ted, o qual dispensa comentários! O ponto negativo está na qualidade da gravação, mas justifica-se pelo fato deste lançamento ser um bootleg, existindo, inclusive, uma faixa cortada (provavelmente por ter acabado a fita enquanto gravavam a apresentação), bem como um início com a qualidade de áudio abafada, provavelmente, também, devido à gravação da apresentação na fita. De qualquer forma é um excelente álbum, de uma época que merece ser lembrada e usada como referência para o gênero e para a história dos guitarristas, tanto é que, neste período, o próprio Ted foi eleito, por críticos, como o melhor guitarrista da época. Vale a pena conferir, em especial aos amantes da guitarra!
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FAIXA A FAIXA:
1) Stormtroopin'. O álbum inicia com a faixa que considero a melhor. Possuindo um excelente riff, o destaque, na minha opinião, bem como muita expressão, além de uma ótima interpretação, existindo um bom embalo, reforçado por um arranjo de baixo em pedal. Os arranjos das pontes também merecem atenção.
2) Just What The Doctor Ordered. Outra ótima composição, a qual, mais uma vez, possui um bom riff, além de um bom embalo e, mais uma vez, reforçado por um baixo pedal. A progressão harmônica é bem ao estilo blues, sendo o destaque o arranjo de guitarra, embora o desenho melódico da voz também mereça atenção.
3) Free For All. Mais um ótima composição, bem embalada, embora seja menos veloz que as faixas anteriores, mas, possuindo um bom groove, embora sutil, além de bons riffs de guitarra, um bom desenho melódico da voz, sendo o destaque, mais uma vez, o arranjo de guitarra.
4) Dog Eat Dog. Mais uma excelente composição, com ótimos riffs, uma intenção bem explícita, um bom embalo, reforçado pelo arranjo de baixo pedal, existindo um cromatismo bem interessante na ponte, bem como um refrão bem sing-a-long.
5) Cat Scratch Fever. Um dos grandes clássicos, se não o maior, da carreira do grupo, o qual mantém as características padrão do álbum: excelentes riffs, com uma boa progressão harmônica, além de um bom embalo, reforçado pelo arranjo de baixo pedal, existindo um refrão bem sing-a-long.
6) Need You Bad. Outra ótima composição, bastante embalada, mais uma vez, com excelentes riffs de guitarra, arranjo de baixo pedal, bem como uma progressão harmônica bem ao padrão do blues, com destaque para os riffs e o acorde de passagem, cromático, no final do refrão.
7) I Got The Feelin'. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. Com certeza a faixa mais veloz, possuindo um ótimo embalo, um bom desenho melódico da voz, sendo o destaque os riffs e arranjo de guitarra.
8) One Woman. Esta é uma faixa mais cadenciada, a qual é um blues que inicia em compasso composto, enquanto que nas demais partes mantém-se o shuffle como padrão rítmico, possuindo uma intenção mais intimista, bem como um riff que lembra bastante Muddy Waters, sendo o destaque o arranjo e improvisações da guitarra.
9) Wang Dang Sweet Poontang. Mais uma excelente faixa, bastante embalada, a qual possui ótimos riffs de guitarra, bem como um refrão bem sing-a-long, mantendo uma ideia, na intenção harmônica, bem minimalista, conduzida pelo arranjo de baixo.
10) Stranglehold / Smokescreen. Mais uma ótima faixa, outro grande clássico do grupo, o qual possui um excelente riff de guitarra, um bom embalo, embora seja mais lenta e intimista que a maioria das faixas, além de um bom desenho melódico da voz, sendo o destaque o arranjo e improvisações da guitarra.
11) Motor City Madhouse. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, a qual mantém as características padrão: embalo (com certa velocidade), excelentes riffs e um bom desenho melódico da voz. A progressão harmônica mantém o padrão do blues, embora os graus não caracterizem esta ideia, por não se ater no I-IV-V, apenas.
12) Gonzo. O álbum finaliza com outra faixa que considero das melhores do álbum e que mantém as mesmas características padrão: embalo, ótimos riffs, um bom desenho melódico da voz, além de uma ótima expressão, com destaque para o arranjo de guitarra, embora o arranjo da ponte mereça atenção. O refrão é bem sing-a-long.
Ouça o álbum e se sinta no coliseu de Richmond!

domingo, 11 de setembro de 2022

Suicide Machines - The Suicide Machines (2000)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: EUA (Detroit - Wayne / Michigan)
FORMAÇÃO:
Jason Navarro (Vocal)
Dan Lukacinsky (Guitarra)
Royce Nunley (Baixo)
Ryan Vandeberghe (Bateria)
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Este é o terceiro álbum de estúdio lançado pelo grupo, através do selo Hollywood, e foi gravado no estúdio A&M. É um bom álbum, apesar do apelo pop estar em evidência, com boas composições, boas melodias, bom embalo, embora pouco veloz, sempre com uma intenção bem alegre nos arranjos, os quais são bem trabalhados e pensados, existindo a utilização de eventuais efeitos. O fato é que este álbum foge completamente do estilo ska core dos dois álbuns anteriores, possuindo uma intenção bem diferente, sempre com um apelo pop em evidência. Apesar de ser um álbum bem pop punk, ele possui pitadas de hardcore e ska core, existindo as participações de Bennett Salvay, responsável pelo órgão e pelos arranjos de orquestra; Patrick Warren, tocando harmonium; Joe Bishara, responsável pelos loops e programações; além de Ice-T, participando com backing vocals. O curioso é que Jason não participou do processo criativo das composições, pois estava resolvendo problemas particulares, e, como este foi o primeiro álbum gravado com o baterista Ryan, os responsáveis pelas composições foram os responsáveis pelas cordas, Dan e Royce, os quais estavam em uma fase em que ouviam bastante Beatles, e queriam deixar as composições mais pop, ao estilo Beatles, o que é notório em eventuais faixas, apesar de possuir elementos mais modernos. Isto, talvez explique a mudança brusca na intenção das composições deste álbum em relação aos anteriores. Porém, o que prejudicou o processo criativo, foi que Dan e Royce estavam se desentendendo neste período, brigavam constantemente, deixando um clima "pesado" quando da interação do grupo. O álbum atingiu a posição 188 da lista da Billboard 200, possuindo um videoclipe de divulgação, além de uma faixa cover, enquanto que a arte da capa ficou por conta de Enny Joo. É um bom álbum, longe de ser dos melhores do grupo, mas as boas melodias acabam se destacando positivamente, contrastando com as intenções. Vale a pena conferir, aos amantes do pop punk, este é um ótimo álbum, o qual deve ser apreciado.
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FAIXA A FAIXA:
1) Sometimes I Don't Mind. O álbum inicia com uma das faixas que considero das melhores, e é, também, a faixa de divulgação, pois possui videoclipe. É um bom videoclipe, bem hilário, com foco em um cão, interpretado por uma pessoa com uma fantasia, e seu cotidiano, intercalando com cenas do grupo interpretando a composição dentro de uma casa. A composição possui um bom embalo, bom arranjo, sendo o destaque o desenho melódico da voz, em especial no refrão, o qual é bem sing-a-long. A intenção é bem pop, possuindo eventuais contracantos que merecem atenção.
2) Permanent Holiday. Esta é uma boa composição, a qual serve como exemplo para o gênero, de tão evidente suas intenções. Bem embalada e "alegre", ela possui um bom riff na introdução, além de um refrão bem sing-a-long, possuindo eventuais contracantos.
3) The Fade Away. Outra boa composição, com destaque para a progressão harmônica, a qual, na parte A, sempre "foge" de um campo harmônico tonal, repleto de acordes de passagem. Com uma intenção bem intimista, ela se mantém embalada e pouco veloz, possuindo contracantos no refrão. O final da faixa merece atenção, o qual possui um arranjo para strings.
4) Too Many Words. Esta composição possui fortes traços de Beatles, embora com elementos mais modernos, soando um pop punk com toques dos anos 60! Embalada, mas não veloz, o destaque, na minha opinião, está no arranjo de baixo da parte A, além de possuir um refrão bem sing-a-long.
5) No Sale. Mais uma boa composição, com um bom trabalho de dinâmica entre as partes, além de possuir variações de cadência entre elas. Uma boa progressão harmônica na parte A, o destaque, na minha opinião, está na parte B e sua caixa de bateria dobrada, embora o desenho melódico da voz mereça atenção.
6) Green. Esta é uma das faixas que considero das melhores do álbum, bem embalada, mais veloz que as demais faixas, embora não seja veloz, ela soa como um pop punk clássico, sendo o destaque, na minha opinião, a parte A, possuindo um refrão bem sing-a-long e com uma intenção bem "alegre".
7) Extraordinary. Esta é outra faixa que considero das melhores do álbum, com uma excelente intenção, mais intimista, embora não muito, com uma ótima progressão harmônica na parte A. Com um bom embalo, em compasso composto, além de um refrão bem sing-a-long, o desenho melódico da voz e os arranjos para orquestra também merecem atenção. Esta faixa possui a participação de Patrick tocando harmonium.
8) I Hate Everything. Esta é outra boa composição, com influências de rap, possui as participações de Ice-T, nos backing vocals, e Joe, nos loops e programações. Com bastante groove, o apelo pop não está descartado, possuindo um refrão bem sing-a-long, sendo o destaque o trabalho de dinâmica.
9) All Out. Mais uma boa composição, bem pop punk, sendo mais um ótimo exemplo para referenciar o gênero! Bem embalada, mas não muito veloz, ela possui um intenção bem "alegre", bem como um refrão bem sing-a-long. Destaque para a parte C e seu arranjo com a caixa da bateria dobrada, além de possuir eventuais bons riffs de guitarra.
10) Perfect Day. Mais uma faixa a qual possui a influência de Beatles bem evidente, em especial devido ao desenho melódico da voz, mas, também, devido à progressão harmônica, possuindo um bom trabalho de dinâmica, apesar de sutil, e um refrão bem sing-a-long.
11) Sincerity. Outra boa composição, bem embalada, apesar de não veloz, possuindo um bom arranjo instrumental, com destaque para as frases e acentos executados em sincronia. A parte A possui influências do ska core, enquanto o refrão apresenta frequentes contracantos, sendo bem sing-a-long.
12) Reasons. Considero esta a melhor faixa do álbum, a qual destoa das demais faixas, por ser um hardcore, veloz e embalado, com trocas rápidas de acorde e muita energia e expressão. Se não bastasse, a faixa possui um trecho mais cadenciado, repleto de groove.
13) Goodbye For Now. Outra boa composição em compasso composto, possuindo um bom embalo, embora não muito veloz, lembra, um pouco, com bandas como Dropkick Murphys, sendo o destaque o desenho melódico da voz, além de possuir um refrão bem sing-a-long.
14) I Never Promised You A Rose Garden. O álbum finaliza com outra faixa a qual considero das melhores, e é, também, a faixa cover, sendo uma composição de Joe South, gravada, originalmente, por Billy Joe Royal, em 1967. Esta foi a primeira faixa do álbum a ser gravada, a qual já havia sido lançada anteriormente na trilha sonora do filme SLC Punk, de 1999. Esta faixa já possui mais velocidade, também bem embalada, além de existir arranjo para strings, possuindo influências fortes do hardcore melódico, apesar de soar pop punk.
Ouça o álbum, mas cuidado com as máquinas suicidas!

domingo, 6 de março de 2022

Repulsion - Horrified (1989)

GÊNERO: Crust Core
ORIGEM: EUA (Flint - Genesee / Michigan)
FORMAÇÃO:
Scott Carlson (Vocal, baixo)
Matt Olivo (Guitarra)
Aaron Freeman (Guitarra)
Dave Grave - Dave Hollingshead (Bateria)
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Este é o primeiro, e único, álbum lançado pelo grupo, através do selo Necrosis, e foi gravado no estúdio caseiro de Larry Hennessy. Embora o álbum tenha sido lançado em 1989, as gravações são do ano de 1986, sendo lançadas, em fita demo, no mesmo ano, o primeiro registro do grupo, chamado Slaughter Of The Innocent. O responsável por lançar a demo em álbum oficial, foi o grupo Carcass! Eles que levaram a ideia até o selo Earache, que então aceitou lançá-lo pelo seu "sub-selo", mas não sem antes passar por um processo de masterização. O grupo é, talvez, a principal referência para os grupos de grindcore que viriam a surgir anos depois, diversas composições deste álbum já foram homenageadas com incontáveis versões, sendo citadas por outras muitas, também. Com certeza um marco na história da música, em especial quando se pensa em grind / crust. Aliás, embora eu tenha rotulado o gênero como crust core, ele está na tangente com o grindcore, sendo considerado por muitos como um álbum de grindcore. A questão, ao meu ver, é que não é um álbum de grindcore por não existir o gênero ainda, ou seja, não existiam referências, o que se pode perceber são influências de bandas de hardcore / punk escandinavas, mas também, muita referência do thrash / black / death dos anos 80, podendo encontrar semelhanças com bandas como Crude SS, Anti Cimex, SlayerPossessed ou Venom. As composições são extremamente velozes, com frequentes arranjos de bateria em que se escuta o blast beat, além de trocas rápidas de acordes, muita distorção, em especial no baixo e eventuais solos de guitarra. Com certeza uma das principais influências deste registro para o gênero está na qualidade da gravação, a qual o grupo intencionava para que fosse de baixa qualidade. Técnica repetida inúmeras vezes por inúmeros grupos ao redor do mundo, uma atitude que exemplifica muito bem o D.I.Y.! Vale a pena conferir, uma paulada na orelha, mas com uma importância enorme na história da música (underground) mundial!
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FAIXA A FAIXA:
1) The Stench Of Burning Death. O álbum inicia com uma das faixas que considero das melhores. Com um ótimo riff na introdução, logo em seguida o petardo já aparece, mostrando o que está por vir! Arranjo de bateria em blast beat, trocas rápidas de acorde, muita distorção, com uma intenção bem "suja" e um solo bem interessante.
2) Eaten Alive. Outro petardo com o arranjo da bateria em blast beat, trocas rápidas de acorde, muita distorção e energia, com uma intenção bem "suja" e, mais uma vez, um solo semelhante ao da faixa anterior.
3) Acid Bath. Esta já bem veloz, mas sem o blast beat na bateria em tempo integral, com uma levada mais semelhante à bandas de hardcore punk escandinavas, mantendo alguns padrões como a troca rápida de acordes e a distorção.
4) Slaughter Of The Innocent. Esta é outra faixa que prioriza um embalo semelhante às bandas escandinavas de hardcore punk, embora também tenha seu momento com o blast beat, além de um solo interesssante, mais uma vez.
5) Decomposed. Outra faixa que considero das melhores. O blast beat aparece em tempo integral, com exceção da introdução e do solo, no mais, mantém as mesmas características padrão do álbum: trocas rápidas de acorde, muita distorção e velocidade.
6) Radiation Sickness. Outra faixa que mantém as mesmas características padrão do álbum, mantendo uma intenção mais embalada, com menos blast beat, uma boa progressão harmônica, com bons riffs e uma excelente intenção.
7) Splattered Cadavers. Aqui o petardo vai do início ao fim! O blast beat está presente na maior parte da composição, que mantém o padrão do álbum, alternando entre levadas mais embaladas e o blast beat.
8) Festering Boils. Outra faixa que considero das melhores do álbum, talvez a faixa mais lenta de todo ele, mas com um ótimo embalo e riff, além de uma excelente intenção, mantendo o padrão do álbum.
9) Pestilent Decay. Aqui o embalo e a velocidade voltam a aparecer como de costume! Com alternância entre trechos em blast beat e outros mais embalados, existindo eventuais pausas e ótimos riffs. Mais uma vez o padrão do álbum está presente.
10) Crematorium. Veloz com trocas rápidas de acorde, o blast beat presente em tempo integral, esta mantém o padrão do álbum, sendo o destaque a progressão harmônica e seu riff.
11) Driven To Insanity. Esta é outra faixa que considero das melhores do álbum. Iniciando pouco veloz, mas com um ótimo embalo e riffs, mantendo o padrão do álbum que, logo em seguida, mostra seu blast beat mais uma vez!
12) Six Feet Under. Esta possui um excelente riff de guitarra, o destaque da composição, na minha opinião, mantendo o blast beat em tempo integral, literalmente! Um petardo na orelha que mantém as características das composições do álbum.
13) Bodily Dismemberment. Outra faixa que considero das melhores do álbum. Com um excelente embalo e uma ótima progressão harmônica, esta se assemelha bastante às bandas escandinavas de hardcore punk, sendo o destaque os riffs e a progressão harmônica.
14) Repulsion. A faixa que dá nome ao grupo é mais um petardo! Blast beat em tempo integral, mais uma vez, a composição mantém as mesmas características padrão do álbum.
15) The Lurking Fear. Mais uma composição com um excelente riff, mantendo o blast beat em evidência, mais uma vez, embora exista seu trecho mais cadenciado.
16) Black Breath. Considero esta a melhor faixa do álbum. Com um excelente embalo, não muito veloz como o padrão do álbum, além de ótimos riffs, que são, na minha opinião, o grande destaque.
17) Maggots In Your Coffin. Mais uma faixa em que o petardo é evidente em tempo integral, assim como o blast beat! Sempre mantendo o padrão do álbum.
18) Horrified. O álbum finaliza com a faixa que dá nome à ele. Mais uma composição que mantém as características padrão do álbum, com trocas rápidas de acorde e frequentes riffs, possuindo um trecho mais cadenciado.
Ouça o álbum e fique horrorizado!

segunda-feira, 6 de julho de 2020

It Came From The Garage! - Vol. 1 (1986)

GÊNEROS: Punk Rock / Psychobilly / Skate Punk / Garage Punk
ORIGEM: EUA (Nova Boston - Wayne / Michigan)
BANDAS: Mangos / Elvis Hitler / Snake Out / Colors / Mystery Girls / Lucky Charms / Venus Envy / Prehistoric Cave Strokers / Zombie Surfers / Hysteric Narcotics / Creepies Invade / 3-D Invisibles / Facts / Just Born / 52 Devil Babies Born With Tails / Brat / Spanking Bozo / Gnarly Thrash Dudes
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Esta é uma coletânea, a primeira da série de 2, lançada pelo selo Wanghead, e foi gravado no estúdio Garageland. A maioria das faixas são de bandas de psychobilly e garage punk, algumas bem embaladas, outras nem tanto. O grande destaque da coletânea está na expressão dos intérpretes, independente do gênero ou da banda. Esta é a versão que foi lançada em LP, pois existe a versão lançada em fita K7, a qual possui quatro faixas a mais. Vale a pena conferir a coletânea, muita banda boa, sempre bem arranjado e com tudo no lugar!
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FAIXA A FAIXA:
1) MANGOS - Paint The Town Red. A coletânea inicia com uma das faixas que considero das melhores. Um punk rock com pitadas de skate punk, não muito veloz, mas com um excelente arranjo, sendo o destaque o arranjo de guitarra.
2) ELVIS HITLER - Black Babies Dancin' On Fire. Outra faixa que considero das melhores da coletânea! Um psychobilly bem embalado, com o baixo elétrico em evidência, sendo o destaque a expressão vocal.
3) SNAKE OUT - I Ain't Ghandi. Outro psychobilly, porém este mais lento, bastante semelhante à Cramps, tanto no arranjo quanto na expressão vocal. O destaque está na expressão vocal e no arranjo do refrão.
4) COLORS - Love Gone Sour. Considero esta a melhor faixa da coletânea, sem sombra de dúvidas! Um skate punk bem embalado, apesar de não muito veloz, com muita expressão e energia. O destaque está no arranjo vocal e na progressão harmônica.
5) MYSTERY GIRLS - Set My Baby On Fire. Outra faixa que considero das melhores do álbum! Bastante embalada, esta é outro skate punk, mas com influência de punk rock e rockabilly. O destaque está no refrão e na linha de baixo.
6) LUCKY CHARMS - Lucky Charms. Eis que surge a primeira faixa garage punk, existindo, inclusive, a presença de violão. Uma boa faixa, mas não das melhores, já mais lenta e com contracantos que não me agradam, sendo o destaque a linha do baixo.
7) VENUS ENVY - Hole In My Heart. Outra faixa psychobilly, esta com a inclusão de órgão. O arranjo é bem ao estilo rockabilly, com a progressão harmônica característica do gênero. O destaque está no arranjo do órgão.
8) PREHISTORIC CAVE STROKERS - Urine Your Out. Considero esta uma das melhores faixas da coletânea! Um garage punk bem característico, com muita característica das bandas dos anos 60, sendo o destaque o constante refrão.
9) ZOMBIE SURFERS - Hodads From Hell. Outra faixa psychobilly com harmonia de rockabilly, embora não tão evidente. A expressão vocal é o grande destaque, lembrando bastante Cramps. O refrão também merece atenção!
10) HYSTERIC NARCOTICS - Anna. Considero esta faixa uma das melhores da coletânea! Um garage punk clássico, com inclusão de órgão e bastante embalado. O refrão que foge da tonalidade é um ponto positivo, embora a parte A seja o grande destaque.
11) CREEPIES INVADE - Nightmare (Of Love). Esta é um punk rock, com um certo embalo, porém sem nada de mais, sendo o destaque a expressão vocal, embora o arranjo da bateria também mereça destaque.
12) 3-D INVISIBLES - I Married A Monster. Um garage punk com bastante influência de psychobilly. Um bom trabalho de dinâmica, que é o grande destaque, no mais, nada que chame muita atenção, arranjos bem simples, mas com boa expressão.
13) FACTS - Big Cities. Um punk rock! Simples assim! Uma boa faixa, bem simples e com o vocal não muito bom, o destaque está no arranjo do refrão, embora a parte A seja interessante.
14) JUST BORN - Teen Suicide Story. Esta faixa é um punk rock, bastante interessante, uma boa faixa, não muito veloz, mas com um bom embalo, sendo o destaque, sem dúvidas, o refrão, com belos contracantos.
15) 52 DEVIL BABIES BORN WITH TAILS - Mr. Ed. Outra boa composição, um psychobilly mais lento, mas com uma excelente expressão vocal, que é o grande destaque, embora a constante frase da guitarra mereça destaque.
16) BRAT - Slap Happy. Um punk rock com pitadas de skate punk, bastante embalado, embora não muito veloz, sendo o grande destaque o arranjo e as eventuais frases sincronizadas entre os instrumentos, principalmente no refrão.
17) SPANKING BOZO - I Don't Understand You. Com certeza a faixa mais "viagem" da coletânea, com frequentes notas dissonantes na voz, mas, principalmente, na guitarra, soando como uma mistura de skate punk e psychobilly. Uma composição bem atípica, vale a pena conferir!
18) GNARLY THRASH DUDES - Her Majesty's Secret Service. A coletânea finaliza com a faixa mais "suave" de toda coletânea, sem a inclusão de distorção ou guitarra, a harmonia é executada no violão, se assemelha a um country!
Ouça a coletânea e conheça o volume 1 de porque isso vem da garagem!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ted Nugent - State Of Shock (1979)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: EUA (Detroit - Wayne / Michigan)
FORMAÇÃO:
Ted Nugent (Vocal, guitarra, percussão)
Charlie Huhn (Vocal, guitarra)
Walt Monaghan (Baixo)
Cliff Davies (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 100 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas e acentos deslocados do tempo forte ou contratempo, bem como frequentes arranjos específicos da guitarra, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo extensão elevada e altura pouco elevada, existindo saltos de até uma quinta de distância, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça ou dissonâncias, existindo frequentes acordes de passagem, bem como constantes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de guitarra por Ted Nugent.
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DESTAQUE: Saddle Sore
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma I-A-B-A'-B-C-B-A'-B'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à arranjos específicos da guitarra, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo constantes riffs de guitarra, baseados na escala pentatônica de Lá menor, que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: A-D-A-D-B-C5-D5, em B: E5-C5-D5-E5-C5-D5-C5-A, e em C: B5-C5-D5-E5-G5-E5-A5-E5. A introdução (I) nada mais é do que B executado com arranjo diferente.

domingo, 24 de junho de 2012

Laughing Hyenas - Hard Times (1995)

GÊNERO: Garage Punk
ORIGEM: EUA (Ann Arbor - Washtenaw / Michigan)
FORMAÇÃO:
John Brannon (Vocal)
Larissa Strickland (Guitarra, violão)
Ron Sakowski (Baixo, violão)
Todd Swalla (Bateria, percussão)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 105 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais variações de cadência e antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, existindo saltos de até uma quinta de distância, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo a inclusão de eventuais dissonâncias, bem como frequentes linhas do baixo e eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a participação de Doug Easley tocando guitarra.
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DESTAQUE: Slump
Música com compasso quaternário, tonalidade de E (Mi Maior), e forma I-A-B-A-B-C-A-B-C'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações e acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia possui acordes de passagem oriundos de empréstimo tonal e modal, existindo um constante riff de guitarra, em A, bem como frases do baixo que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-IV, em B: IV/IV-IV-I-IV, e em C: V-V/V-III/i-V/V-V-V/V-III/i-IV. A introdução (I) nada mais é do que A executado de maneira solo pela guitarra.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Swellers - Beginning Of The End Again (2005)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: EUA (Flint - Genesee / Michigan)
FORMAÇÃO:
Nick Diener (Vocal, guitarra)
Garrett Burgett (Guitarra)
Nate Lamberts (Baixo)
Jonathan Diener (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso apesar das frequentes síncopas, sendo elevado, principalmente, devido à acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais intervalos deterça, bem como frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Immunity
Música com compasso quaternário, tonalidade de Am (Lá menor) e forma A-B-A-B-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às constantes síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonaliadde como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra em B que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-III-VI-VII, e em B: VI-VII-II-III.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Meatmen - Demo (1981)

GÊNERO: Jazz Core
ORIGEM: EUA (Lansing - Ingham / Michigan)
FORMAÇÃO:
Tesco Vee (Vocal)
Greg Ramsey (Guitarra)
Rich Ramsey (Baixo)
David Howse (Bateria)
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A demo possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 105 bpm. O ritmo possui certa densidade, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, acentuações fora do tempo forte ou contratempo, pausas de pequena duração e antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais acordes com a inclusão da terça ou dissonâncias. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Greg Ramsey.
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DESTAQUE: I've Got A Problem
Música com compasso quaternário, tonalidade de Em (Mi menor) e forma A-B-A-C-D-A-E. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência e compasso, pausas de pequena duração e acentuações fora do tempo forte ou contratempo, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade ou acorde como referência. A harmonia é, quase toda, executada em power chords, existindo eventuais trechos, em D, onde acordes com a inclusão de dissonâncias são executados, sendo em A: I-VII-VI-V, em B: I-VII-V-VII-V-I-VII-V-IV-VII, em C: I-VII-V-VII-I-VII-I, em D: I6-ii(13b)-vii, e em E: I-VII.

sábado, 25 de setembro de 2010

Meatmen - Blüd Sausage (1982)

GÊNERO: Jazz Core
ORIGEM: EUA (Lansing - Ingham / Michigan)
FORMAÇÃO:
Tesco Vee (Vocal)
Greg Ramsey (Guitarra)
Rich Ramsey (Baixo)
Mr. X (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 105 bpm. O ritmo possui certa densidade, principalmente, devido à pausas de pequena duração, antecipações, arranjos específicos de cada instrumento e variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo frequentes dissonâncias e inversões, além de eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de guitarra por Greg Ramsey.
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DESTAQUE: I've Got A Problem
Música com compasso quaternário, tonalidade de Em (Mi menor) e forma A-B-A-B'-C-A-D. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à pausas de pequena duração, variações de cadência e arranjos específicos da guitarra, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais trechos onde existe inversão de acordes e inclusão de dissonâncias, sendo em A: E5-D5-C5-B5, em B: E5-B5-D5-B5-E5-B5-A5-D5, em C: Am-B5-E5-D5-B5-Bb5-A5-Ab5-G5-Gb5-F5, e em D: E5-D5.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ted Nugent - Scream Dream (1980)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: EUA (Detroit - Wayne / Michigan)
FORMAÇÃO:
Charlie Huhn (Vocal, guitarra)
Ted Nugent (Guitarra, baixo, percussão)
Dave Kiswiney (Baixo)
Cliff Davies (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 100 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado em eventuais trechos, principalmente, devido à acentuações fora do tempo forte e arranjos específicos de cada instrumento, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, existindo saltos de até uma quinta de distância, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais acordes com a inclusão da terça, além de constantes riffs de guitarra que ajudam a cracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de guitarra por Ted Nugent.
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DESTAQUE: Spit It Out
Música com compasso quaternário, tonalidade de Dm (Ré menor) e forma I-A-B-A'-B-A'-C-B'-B-A''. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às acentuações fora do tempo forte, além de arranjos específicos de cada instrumento, em especial da guitarra, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo constantes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: IV-I-III-VII, em B: IV-I-VII, e em C: V-III-IV-I. A introdução (I) nada mais é do que um riff de guitarra executado em função da tônica e sétimo grau, baseado na terça e segunda da tonalidade. Antes e depois de C existe uma ponte, onde nada mais é do que o power chord do terceiro e quinto graus, respectivamente.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Iggy Pop - King Biscuit Flower Hour (1988)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: EUA (Ann Arbor - Washtenaw / Michigan)
FORMAÇÃO:
Iggy Pop (Vocal)
Andy McCoy (Guitarra)
Seamus Beaghen (Teclado)
Alvin Gibbs (Baixo)
Paul Garristo (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 95 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à arranjos específicos de cada instrumento, além de eventuais antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada, eventualmente, por acordes com a inclusão da terça, quando não pela guitarra, pelo teclado, senão esta é executada por power chords, além de frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para as improvisações individuais de cada instrumentista.
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DESTAQUE: Search And Destroy
Música com compasso quaternário, tonalidade de Cm (Dó menor) e forma A-A'-B-C-A'-B-C-D-A-A'-B-C-D-D'-E. O ritmo é pouco denso, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-VII-VI-VII-I-III-I, em B: I-VII-VI-VII, em C: IV-VI-VII-V, em D: I-VII-VI-VII, e em E: I-VII-III.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Meatmen - Live 84 (1984)

GÊNERO: Jazz Core
ORIGEM: EUA (Lansing - Ingham / Michigan)
FORMAÇÃO:
Tesco Vee (Vocal)
Lyle Preslar (Guitarra)
Brian Baker (Guitarra)
Bert Queiroz (Baixo)
Eric Zelsder (Bateria)
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O single possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 100 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo este elevado em eventuais trechos onde ocorrem pausas ou acentuações fora do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, por graus conjuntos, possuindo extensão pouco elevada e altura baixa, mantendo a tônica e quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça ou eventuais dissonâncias, havendo frequentes acordes de passagem. Destaque para os arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Blow Me Jah
Música com compasso quaternário, tonalidade de Em (Mi menor) e forma I-A-B-A-B-A'-B. O ritmo é pouco denso, sendo elevado em B devido às pausas e acentuação no contratempo, além dos arranjos de guitarra em A', mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, alcançando uma quinta de distância de A para B, possuindo extensão pouco elevada e altura baixa, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada por power chords e acordes com a inclusão da terça, existindo um acorde de passagem oriundo de um cromatismo, sendo a introdução (I): II-V-VI, em A: II-V-I-Cr-VII, e em B: II-V-III-IV-I.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Stooges - The Stooges (1969)

GÊNERO: Proto Punk
ORIGEM: EUA (Ann Arbor - Washtenaw / Michigan)
FORMAÇÃO:
Iggy Pop (Vocal)
Ron Asheton (Guitarra)
Dave Alexander (Baixo)
Scott Asheton (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 100 bpm. Ritmo pouco denso apesar das eventuais acentuações nos tempo fracos, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. Melodia que caminha por graus conjuntos, geralmente mantendo a tônica ou a quinta do acorde como referência. Harmonia executada toda em power chords, com eventuais cromatismos e acordes de passagem, bem como a frequente inclusão de pedais de efeito na guitarra. Destaque para a participação de John Cale em I Wanna Be Your Dog (piano e guizo) e We Will Fall (viola).
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DESTAQUE: Not Right
Música com compasso quaternário, tonalidade de Am (Lá menor) e forma A-A'-B-A-A'-B'. Ritmo pouco denso apesar das acentuações no tempo fraco, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. Melodia que caminha pouco, mantendo as notas da tríade do acorde como referência. Harmonia executada toda em power chords, sendo em A: I-III-I-VII-I-III-II-Cr, e em B: I-VII-I-II. Em A existe um cromatismo entre o segundo e primeiro graus (power chord de Si bemol).