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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Surface - Split Tape [Hard Money] (1998)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Brasil (Londrina / Paraná)
FORMAÇÃO:
Paula (Vocal, guitarra)
Cecília (Vocal, baixo)
Camila (Guitarra)
Cientista (Bateria)
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Esta é a segunda demo, e segundo trabalho, lançado pelo grupo, através do selo Lab, e foi gravado no estúdio Aquários. É uma boa demo, que reflete bem o cenário brasileiro do gênero no final do século XX, a qual, embora eu tenha classificado como hardcore melódico, possui fortes influências do punk rock. A maioria das faixas são velozes e embaladas, porém existem eventuais faixas menos velozes, existindo boas composições, com arranjos simples, boas intenções melódicas na voz, e boas frases de guitarras, apesar de, também, simples. Os arranjos possuem frequentes contracantos, com uma boa qualidade de gravação, se levarmos em conta que tudo foi gravado ao vivo, e não por canal. A demo possui um ponto negativo, na minha opinião, que é a afinação vocal. Embora bem intencionado e composto, a interpretação deixa a desejar, com frequentes trechos desafinados, muitas vezes, semitonados, os quais se mantêm por diversos compassos, além de que a extensão e timbre poderiam ser melhor explorados. É uma pena, pois as composições têm bastante potencial e qualidade, porém, infelizmente, esta é uma realidade, bastante comum, das bandas brasileiras, em especial deste gênero. A demo possui uma faixa instrumental, enquanto a arte da capa ficou por conta de Karina Nazima. Uma boa demo, a qual poderia ter uma qualidade bastante superior, não fosse a interpretação vocal, mas, ainda assim, o instrumental, mesmo com arranjos simples, tem seu valor e merece atenção! Uma boa referência para o estilo, período e cultura em questão!
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FAIXA A FAIXA:
1) SFC II. A demo inicia com a faixa instrumental, a qual é uma boa composição, não muito veloz, mas com um bom embalo, que mantém uma intenção bem de introdução, com uma boa melodia executada pela guitarra, embora não possua nada que chame muito a atenção.
2) Manipulation. Outra boa composição, não muito veloz, mas com um bom embalo, a qual soa como um punk rock, possuindo um bom desenho melódico da voz, embora existam frequentes trechos desafinados. As frases de guitarra merecem atenção.
3) Bad Ways. Esta é a primeira faixa da demo que se apresenta como um hardcore melódico, e é, também, uma das faixas que considero das melhores. Bastante veloz e embalada, com um bom desenho melódico da voz, além de eventuais contracantos e frases de guitarra.
4) Can't Understand. Mais uma boa composição, não veloz, embora embalada, a qual soa como um punk rock. Uma boa intenção melódica na voz, porém, infelizmente, muito mal interpretada, com constantes trechos desafinados.
5) Façade. Uma ótima composição, a qual considero das melhores faixas da demo, bastante veloz e embalada, com um bom desenho melódico da voz, possuindo um bom trabalho de dinâmica na introdução, apesar de sutil, existindo eventuais variações de cadência, sendo o destaque a parte C.
6) Above. Considero esta a melhor faixa da demo, bastante veloz e embalada, com um excelente desenho melódico da voz, o destaque na minha opinião, bem como eventuais bons contracantos. Os trabalhos de dinâmica, variações e intenções também merecem atenção.
7) Don't Walk. Mais uma boa composição, a qual inicia com uma boa frase de guitarra, bem minimalista. Não é uma faixa veloz, embora possua um bom embalo, assim como um bom desenho melódico da voz e eventuais contracantos.
8) Fight And Die. Esta é outra faixa que considero das melhores da demo, a qual possui uma introdução com uma intenção diferente das demais partes da composição, as quais são velozes e embaladas, com um bom desenho melódico da voz, existindo um refrão bem sing-a-long e bastante expressivo.
9) Surface. Esta é outra ótima composição, bastante veloz e embalada, com uma progressão harmônica bem interessante, além de um bom desenho melódico da voz, embora esteja bem desafinado, semitonado na maior parte do tempo, incluindo os contracantos, existindo eventuais variações de cadência.
10) She #1 & She #2. Mais uma ótima composição, veloz e embalada, com um bom desenho melódico da voz e um bom arranjo, com pausas e variações de cadência, mas, sempre, tudo muito simples.
11) Viva La Différence. Outra boa composição, a qual inicia com uma boa frase de guitarra, em uma introdução pouco veloz, mas embalada e "alegre". Já na parte A a velocidade e embalo surgem, com o ponto negativo, mais uma vez, da desafinação vocal, possuindo um refrão bem sing-a-long.
12) My Friend. Outra boa composição, a qual inicia com um boa frase de guitarra. Não veloz, mas embalada, mais uma vez, infelizmente, o vocal semitonado está presente quase que em tempo integral, existindo uma variação de cadência entre as partes.
13) Everyday. A demo finaliza com outra boa composição, mais uma vez inicia com uma boa frase de guitarra, embora fora do tom! A faixa inicia não veloz, mas com um bom embalo, porém, logo no princípio, a velocidade e embalo aparecem, existindo frequentes contracantos. a frase do baixo no final também merece atenção.
Ouça a demo e valorize o dinheiro duro!

quinta-feira, 10 de março de 2022

Resist Control - Demo (1995)

GÊNERO: Rap Core
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Daniel Bittencourt (Vocal)
Marcel Prestes (Guitarra)
Carlos Piu (Baixo)
André Massad (Bateria)
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Esta é a segunda demo lançada pelo grupo, de maneira independente. É uma ótima demo, com boa qualidade de gravação, além de boas composições e arranjos, com ênfase na parte rítmica, embora existam frases que abordam as questões melódica e harmônica. Com um ótimo groove, bastante distorção e peso no timbre das guitarras, o destaque, na minha opinião está nos arranjos de baixo por Carlos, bem pensados, com linhas criativas e bem melódicas, mas sem deixar a harmonia em segundo plano. As composições não possuem muito embalo, têm mais groove, com frequentes arranjos de guitarra que executam pausas de pequena duração, bem como acentos no contratempo. Os arranjos de guitarra não devem ser deixados de lado, também bem criativos, enquanto a voz não tem muita intenção melódica, priorizando, também, o ritmo, sendo, na minha opinião, os arranjos de bateria os mais simples, embora sejam bons arranjos e bem executados. Para aqueles que não sabem, esta é a famosa banda que "derrubou" o palco do Junta Tribo, um ano antes do lançamento desta demo! Vale a pena conferir, uma banda que se não fosse do Paraná, mas de São Paulo, com certeza, teria mais reconhecimento no cenário nacional, pois é um excelente trabalho o realizado pelo grupo.
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FAIXA A FAIXA:
1) Quero Acreditar. A demo inicia com uma boa composição, com muito groove, muitas pausas, bastante distorção e uma boa linha de baixo, bem minimalista, mas bem marcante e intencional, sendo o destaque o refrão, com frequentes contracantos, sendo um trecho mais cadenciado.
2) Faça. Outra boa composição, em especial pelo refrão, que possui um excelente riff de guitarra, o qual está presente na introdução, também, além de frequentes contracantos. A parte A possui muito groove, com a execução da harmonia sempre no contratempo.
3) Gente Ignorante. A demo finaliza com a faixa que considero a melhor, bem intencional e mais intimista, esta, mais uma vez, possui bastante groove, porém o destaque está no arranjo do baixo, com excelentes frases, embora o arranjo da guitarra também mereça atenção, também com ótimos riffs.
Ouça a demo da demo!

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Ovos Presley - A Date With Ovos Demo (1994)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Ademir (Vocal)
Wallace (Guitarra)
Bufunfa (Baixo)
Matheus (Bateria)
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Esta é a segunda demo lançada pelo grupo, de maneira independente, e foi gravada ao vivo no Aeroanta. É uma excelente demo, com composições bastante embaladas, algumas vezes velozes, com ótimos riffs e frases de guitarra, possuindo uma faixa instrumental. As composições são bem simples, assim como os arranjos, porém possui muita energia por parte de todos integrantes, ficando mais evidente devido ao vocal de Ademir. Os músicos não são muito técnicos, mas também não servem para ruins, sendo os arranjos de guitarra o grande destaque. Esta é uma importante banda do cenário psychobilly brasileiro, servindo de inspiração para inúmeras outras bandas, sendo uma das pioneiras do "novo" psychobilly nacional dos anos 90. Vale a pena conferir, uma gravação extremamente fiel à apresentação, não possuindo nenhum tipo de edição, deixando bem claro a energia do grupo em suas apresentações ao vivo.
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FAIXA A FAIXA:
1) Mundana. A demo incia com a faixa que considero a melhor. Com um excelente riff de guitarra e uma boa progressão harmônica, assim como a expressão vocal, esta é uma faixa veloz e embalada, sendo o grande destaque o refrão.
2) Baby Doll. Esta é a faixa que menos me agrada na demo, embora não seja uma música ruim. Com uma intenção bem rockabilly, a composição é bem embalada, possuindo um refrão mais cadenciado, sendo o grande destaque as frases da guitarra.
3) Noite De Horror. Mais uma faixa bem embalada, embora não muito veloz, com uma progressão harmônica bem simples, mas interessante, embora não possua nada de especial. O destaque está no embalo e expressão vocal.
4) Cheiro De Xota. Outra faixa com intenção bem rockabilly. Uma boa composição, mas com nada de especial, possuindo uma variação de cadência após a introdução, deixando a composição mais veloz e embalada. Destaque para o arranjo do baixo, bem simples, mas com a marcação constante das terças do acorde, o que chama a atenção.
5) Todo Mundo Bebum. Mais uma faixa bem veloz e embalada, com ótimos riffs de guitarra, sendo justamente este o grande destaque da composição. Acordes com pouca duração ajudam a dar a sensação de mais embalo para a composição.
6) Zeca O Estuprador. Considero esta uma das melhores faixas da demo, bastante embalada e veloz, esta faixa me lembra, um pouco, o grupo Síndrome De Down. Com uma progressão harmônica bem ao estilo rockabilly, mas no modo menor, o que dá uma sensação de tensão maior.
7) Vale Dos Defuntos Podres. Outra faixa que considero das melhores da demo. Se a faixa anterior lembrava, um pouco, Síndrome De Down, esta lembra muito! Bem veloz e embalada, com um bom arranjo (considero esta a faixa com melhor arranjo) e possuindo um refrão bem sing-a-long, o destaque está no refrão e nos riffs de guitarra.
8) O Massacre Das Torradeiras Assassinas. A demo finaliza com a faixa instrumental. Uma ótima composição, bem embalada e veloz, possuindo um bom arranjo, esta era a música "nova" do grupo na época, sendo o destaque o arranjo de guitarra com suas frases e riffs.
Ouça a demo e tenha um encontro com ovos!

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Jerks - Mate Os Popstars (1996)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Otávio (Vocal)
Josu (Guitarra)
Guto (Baixo)
Rubens (Bateria)
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Esta é a primeira demo lançada pelo grupo, de maneira independente. A demo possui boas músicas, embora seus integrantes possuam pouca técnica e, às vezes, as músicas não estão com tudo no lugar, incluindo eventuais desafinações na voz e frases fora do tempo. As músicas são embaladas, embora não muito velozes, com uma semelhança com grupos como Replicantes ou Ramones, a demo possui composições com pouca duração, muitas faixas não passam dos dois minutos, existindo eventuais frases de guitarra.
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FAIXA A FAIXA:
1) Não Sei Aonde Vou. A demo inicia com uma das faixas que considero das melhores, mesmo que a frase da guitarra, no início, esteja fora do pulso. Embalada, mas não muito veloz, o destaque está no refrão e seus contracantos.
2) Alienados. Considero esta faixa uma das melhores da demo. Lembra bastante Replicantes, mas com pitadas de Ramones. Não tão veloz quanto à faixa anterior, mas com um bom embalo. O destaque está na progressão harmônica.
3) Nascida Para Mentir. Considero esta uma das melhores faixas da demo. Bastante embalada, com uma certa velocidade a mais e trocas rápidas de acordes, o destaque está na expressão do vocal e na progressão harmônica.
4) Prostituta. Uma faixa bem curta, com apenas alguns segundos de duração. Bem simples, mas não chega a ser ruim, com um embalo, embora não muito veloz e vocal mais agressivo.
5) Larissa. A faixa que menos me agrada até então na demo. Mais lenta, com toques bubble gum, principalmente devido a seus contracantos. O destaque está no refrão.
6) Traidor. Esta faixa já possui um embalo e velocidade a mais, com destaque para o refrão que possui uma variação tonal. Tudo bem simples, o destaque está no embalo.
7) Seres Pobres. Outra faixa já mais lenta, com um desenho melódico pouco criativo, que se assemelha a progressão harmônica. O destaque está no refrão, que possui eventuais contracantos.
8) Ela Usa Um Allstar. Outra faixa bastante embalada, com uma harmonia bem simples, sendo o destaque os contracantos existentes na parte A. A harmonia se mantém a mesma do início ao fim.
9) Sempre Igual. Talvez a faixa mais veloz da demo, que, aliás, é o grande destaque, possuindo um bom embalo. O destaque está na ponte entre o refrão e a parte A, marcada pelos instrumentos de maneira sincronizada.
10) Nunca Desista. A faixa inicia com uma boa frase da guitarra, possuindo, mais uma vez, um bom embalo, embora não muito veloz. O destaque está na frase da introdução, que também é executada no decorrer da composição, junto com o baixo.
11) Eu Faço O Que Eu Quero. Uma faixa mais lenta, mas com um bom embalo. Ela possui uma harmonia que se repete, quase que do início ao fim. O desenho melódico da voz também não colabora, podendo ser mais criativo.
12) Macabra. Considero esta uma das melhores faixas da demo, e é, também, uma das mais velozes da demo, talvez a mais veloz. Bastante embalo e expressão, existindo eventuais contracantos.
13) Mate Os Popstars. A demo finaliza com a faixa que dá nome à ela. Com um bom embalo e trocas rápidas no refrão, que é o destaque da composição.
Ouça a demo e mate os popstars!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Catalépticos - Little Bits Of Insanity (1998)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Vlad (Vocal / Guitarra)
Gus (Baixo acústico)
Coxinha (Bateria)
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Este é o primeiro álbum lançado pelo grupo, através do selo Fury. O curioso é que o álbum levou mais de um ano para poder ser lançado no Brasil, devido à questões contratuais com o selo inglês. Antes deste álbum, o grupo havia lançado apenas um Ep. Considero o álbum excelente, nenhuma música ruim, é um psychobilly que está mais pra punk do que pra rockabilly. Todas as músicas são velozes e embaladas, em nenhum momento tem descanso, a voz tem um timbre sepulcral, a bateria é tocada de pé, com apenas 4 peças (bumbo, surdo, caixa e ride), e, para completar, o slap do contrabaixo acústico dá um toque rítmico a mais para as composições. O álbum possui duas faixas instrumentais. Lembra um pouco de Asmodeus! Realmente vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Cannibal Holocaust. A faixa de abertura já inicia com o baixo mostrando o que espera no decorrer do álbum! Logo após, já com a bateria junto, a guitarra traz um riff muito bom, bem ao estilo Dead Kennedys, e então o vocal aparece, sempre com muito drive, além, claro, de muito embalo e velocidade!
2) Gambling With A Demon. Esta faixa inicia com um riff mais rock 'n' roll, mas logo que entra a bateria e a voz, a velocidade e o embalo já tomam conta e a poeira não desce mais!
3) Serial Joe. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, principalmente devido à sua harmonia, velocidade e embalo. Os acordes "largados" dão um clima bacana pro arranjo, bem como os riffs de guitarra.
4) Closing My Coffin. Esta é uma das duas faixas instrumentais. Muito boa composição, mais uma vez embalada e veloz, mas faltou a guitarra aparecer mais no arranjo, ao meu ver. Parece mais uma composição que ainda não foi gravada a voz!
5) Henry. Outra faixa que considero das melhores do álbum. Mais um petardo, com o baixo sendo o grande destaque, mas também a velocidade e o embalo fazem toda diferença.
6) Atomic Zombie. A faixa tem no baixo um petardo, muito veloz, porém aqui temos um trecho cadenciado quando da entrada da voz, na parte A. O baixo é o grande destaque da faixa, mas a expressão vocal também ajuda na qualidade do arranjo.
7) Asshole. Outra faixa que considero das melhores! Ela inicia com bateria e baixo, um pouco mais lenta, mas por pouco tempo, logo entra a voz e a velocidade aparece novamente! Tem uma harmonia bem rock 'n' roll, com riffs e tudo mais, porém tem uma parte C que altera esta ideia. Muito boa composição, vale a pena conferir.
8) Hearse Driver. Outra faixa bastante veloz e com um bom riff de guitarra, que é o grande diferencial da composição, além das frases da mesma.
9) Catalepsia. Outra faixa muito boa que inicia com um bom riff de guitarra e um bom arranjo em sua introdução, criando uma expectativa do que virá! Que é um embalo característico do grupo! As partes sem voz são o grande destaque da faixa, a qual ainda possui um trecho cadenciado em shuffle!
10) Demented Symptoms. Esta é a outra faixa instrumental do álbum, já mais bacana que a anterior, até porque nesta a guitarra chama a responsabilidade e aparece bastante, sendo o grande destaque da composição, além, é claro, do arranjo. Mai uma faixa veloz e embalada!
11) Run From The Nightmare. O baixo inicia o arranjo e, mais uma vez, com muita velocidade. Outra faixa muito boa, embalada, sendo o baixo o grande destaque, muito em função da velocidade nos slaps.
12) Death Train. A faixa inicia com um arranjo mais cadenciado, talvez o momento do álbum em que fique mais tempo sem velocidade, embora não seja ruim e não dure por tanto tempo, já que logo a velocidade aparece novamente! Talvez a faixa mais lenta do álbum.
13) Psychobilly Is All Around. Considero a faixa que encerra o álbum a melhor de todas! Muito embalo, velocidade, energia, bom arranjo e, pela primeira vez, refrão sing-a-long! Composição que faz o álbum encerrar com chave de ouro!
Ouça o álbum e tente achar todos os pedacinhos de insanidade contidos!

segunda-feira, 1 de maio de 2017

A-Ok - Samurai (2006)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Daniel Kruger (Vocal)
Ricardo Oliveira (Guitarra)
Tiago Straioto (Guitarra)
Raphael Guarneri (Baixo)
Rodrigo Hayden (Bateria)
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Este é o quarto, terceiro de estúdio, e último álbum deste excelente grupo, lançado pelo selo Onelife. Não considero este o melhor do grupo, não tem nenhuma música de destaque, nem positivo nem negativo, as músicas são lentas, mas em compensação os arranjos estão extraordinários, principalmente os das guitarras, expondo muita técnica e sincronia, com grande criatividade, por parte dos integrantes, para preencher os espaços. Me lembra uma mistura de A Wilhelm Scream com Strung Out, com solos de heavy metal, mas com melodias vocais características do hardcore curitibano, semelhante a bandas como Sugar Kane ou No Break, o que é muito bacana, pois evidencia uma identidade na expressão artística musical de uma região. Tive a feliz oportunidade de dividir o palco com eles algumas vezes (a maioria em Santa Catarina) depois de ser um grande admirador do grupo ainda na década de 90, após ouvir sua primeira demo. Podem ter certeza que o que eles faziam em estúdio era executado com precisão ao vivo, a potência da voz se mantinha do início ao fim do setlist, sem deixar a peteca cair! Todos eles eram muito gente fina, lembro de trocar mais ideia com o Daniel e o Raphael, o qual trocávamos algumas figurinhas sobre nosso instrumento! Eles realmente curtiam tocar, o que fica evidente na evolução técnica de um álbum para outro, e eram bastante unidos, é uma pena que não tiveram maior reconhecimento, pois mereciam!
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FAIXA A FAIXA:
O álbum começa com a faixa chamada Contato. Ela é um cartão de boas vindas, pois todos os integrantes, sem exceção, têm um momento de destaque, mostrando um resumo do que virá a seguir no álbum, com excelentes riffs de guitarra e arranjos muito bem trabalhados.
Alternativa é o nome da segunda faixa, a qual possui um extraordinário riff de guitarra que se apresenta já no início da composição, é uma faixa com destaque para as guitarras, mais uma vez!
A terceira faixa, Código, é uma das melhores do álbum, com certeza a mais embalada, com a bateria dando o ar do que é esta composição já no início! Ela dá uma "murchada" na estrofe e no refrão, mas tem uma progressão harmônica, antes da parte C, que vai e volta bastante interessante. E, claro, o arranjo das guitarras que são o grande destaque.
Encerrando Ciclos é a música que menos me agrada no álbum, apesar dos riffs de guitarra, que são o grande destaque da música, mas creio ser a mais lenta do álbum, embora tenha pontes velozes. De qualquer forma, a bateria se destaca nesta faixa, além das guitarras.
A faixa 5 chama-se Paraíso Dos Infernos, também tem o grande destaque nas guitarras, com uma embalada no início da parte A. As variações rítmicas no arranjo da música também são destaque. Uma boa música, em especial pelas guitarras.
O Herói tem um excelente riff de guitarra no início da música que continua nas partes A e B seguintes, lembrando muito riffs de bandas de heavy metal da década de 80, assim como a parte C e o solo lembra demais bandas como Grave Digger ou Accept. Vale a pena conferir!
A faixa 7, Perfeição Cotidiana, tem um riff de guitarra na parte A que me lembra muito 2 Minutes To Midnight, porém o refrão muda completamente sua intenção devido à sua modulação, as guitarras demonstram técnicas como arpejos em sweep. O riff à la Iron Maiden faz esta música ser uma das melhores do álbum!
Honorário Sem H começa com um excelente riff de guitarra, com destaque para o arranjo executado em harmônicos em um dos espaços. A tercina em semínimas do vocal logo na primeira frase cria um clima interessante para a composição, mantendo um refrão trivial se não fosse a progressão harmônica acompanhada ritmicamente pela bateria. Uma boa faixa.
Profissão Mestre tem uma introdução muito boa, criando uma expectativa para o que vem a seguir. O grande destaque desta faixa está na bateria, onde Rodrigo Hayden preenche, com precisão e criatividade, todos espaços da harmonia. O solo é executado com uma escala exótica, o que dá um clima interessante para o trecho. Uma das melhores músicas do álbum.
A penúltima faixa do álbum, Sincro, é uma das melhores, começando com um excelente riff de guitarra que, por sinal é o grande destaque da faixa, com muitos legatos nos riffs, lembrando muitas vezes, de novo, bandas de heavy metal. O contrabaixo tem seu momento nesta faixa, desempenhando um fraseado criativo baseado na escala de cada acorde, o que mantém a intenção harmônica em evidência. Vale a pena conferir!
O álbum fecha com a música Shogun, que começa com sons que lembram uma batalha com espadas seguida de uma platéia. É uma música mais lenta também, é boa, com destaque para os arranjos e riffs de guitarra, mais uma vez.
Ouça Samurai e veja que o hardcore brasileiro tem muita qualidade, não só nas composições, mas também na técnica!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Test Ban Treaty - 8' 51'' (2001)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Boleve (Vocal)
Raphael (Guitarra)
Chico (Baixo)
Bruno (Bateria)
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A demo possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, bem como eventuais acentos deslocados do tempo forte ou contratempo, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Raphael.
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DESTAQUE: Ricardo Montalban
Música com compasso quaternário, tonalidade de Bbm (Si bemol menor), e forma I-A-B-C-D-A-B'-Coda. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência, em D, bem como eventuais síncopas, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo na introdução (I): I, em A: I-III, em B: VII-I-III-I, em C: V-I, em D: I-VII-I-III, e na Coda: V.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Sugar Kane - Por Nossa Paz (2001)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Alexandre Capilé (Vocal, guitarra)
Vini Zampieri (Guitarra)
Júnior (Baixo)
Renê Bernuncia (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à síncopas, variações de cadência, pausas, e acentos deslocados do tempo forte ou contratempo, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais intervalos ou acordes com a inclusão da terça, bem como frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Contra Todos
Música com compasso quaternário, tonalidade de Dm (Ré menor), e forma A-B-C-B'-A'-B-C-B'-D-B'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência em D, bem como eventuais pausas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-III-VII-IV, em B: I-III-VII, em C: VI-VII, e em D: I-III-IV-VII.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Pluto - Criminales Y Sus Premios (2003)

GÊNERO: Jazz Core
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Klaus Weber
Mário Alencar
Chico Félix
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 105 bpm. Os instrumentos de corda estão afinados meio tom abaixo da afinação padrão. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, bem como eventuais pausas e antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão de dissonâncias, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Surf Camboja Parte 3
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma A-B-C-D-E-F. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, bem como eventuais pausas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo frequentes acordes com a inclusão da terça, sendo em A: Bb-Eb-Db, em B: Bb-Ab, em C: C-G#-G-F#-F-G#-G-F#-F-G#, em D: Eb-Ab, em E: C#-B, e em F: Ab-Eb-Gb.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Ovos Presley - A Date With Ovos (2004)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Ademir (Vocal)
Wallace (Guitarra)
Nei (Baixo)
Cidadão Rancor (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à shuffles, bem como eventuais antecipações e variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada, quase toda, em power chords, existindo eventuais acordes com a inclusão da terça, bem como riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão como referência. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Wallace.
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DESTAQUE: Cão Sarnento
Música com compasso quaternário, tonalidade de C (Dó Maior), e forma A-B-A-B-A-B-A'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido à frequentes quiálteras, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais cromatismos em B, sendo em A: I-V-VI-II, e em B: Cr-V-Cr-V-Cr-VI-Cr.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Family - Family (1999)

GÊNERO: Hardcore Old School
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Rodrigo (Vocal)
Jorge (Guitarra)
Marco (Guitarra)
Gabriel (Baixo)
Paulo (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 130 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais antecipações, síncopas, e variações de cadência, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Paulo.
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DESTAQUE: The Best I Can
Música com compasso quaternário, tonalidade de Am (Lá menor), e forma I-A-B-A-B-C. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às constantes síncopas, bem como variação de cadência em C, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A harmonia é executada toda em power chords, sendo na introdução (I): IV-V-VI-III-II-I, em A: I-III-IV-VI-V-I-III-IV-III-IV, em B: VII-IV-I-V-VII-IV-I-II-VII-IV-III-IV, e em C: IV-I-II-IV-I-II-IV-I-VII-I-IV-I-II. Após a primeira vez de B existe uma ponte onde nada mais é do que a execução do power chord do primeiro grau.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Voices - Demotape (2000)

GÊNERO: Power Violence
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Nilo Netto (Vocal)
Alexandre Paulino (Vocal)
Claudio Junior (Vocal)
Celso Ogasawara (Guitarra)
Bráulio Delai (Baixo)
Athaide Junior (Bateria)
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A demo possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência e antecipações, bem como eventuais acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Celso Ogasawara.
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DESTAQUE: Resistir
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma A-B-C-D. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, antecipações e acentos deslocados do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo eventuais riffs de guitarra que ajudam a caracterizar harmonia em questão, sendo em A: B-G-F#-A-C-D, em B: B-G-E-F#-G-B-C-A-C-D, em C: E-D-E-F, e em D: E-F-D-E-F-E. A pós B existe uma ponte onde nada mais é do que a progressão harmônica B-C-D-E-F.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

No Break - Nem Água, Nem Lua (2005)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Vinícius (Vocal)
Danilo Minduim (Guitarra)
Feijão (Guitarra)
Carlos (Baixo)
Rafael Novisk (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo possui certa densidade, principalmente, devido às variações de cadência, pausas de pequena duração, síncopas, antecipações, e acentuações fora do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão elevados, existindo saltos de até uma oitava de distância, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça ou dissonâncias, executados, eventualmente, de maneira arpejada, existindo acordes de passagem, inversões e frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Resquícios De Uma Vida A Dois
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma A-B-C-D-E. O ritmo possui certa densidade, principalmente, devido às variações de cadência, síncopas, pausas de pequena duração e acentuações fora do tempo forte, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão elevados, existindo saltos de até uma oitava de distância, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada em power chords e acordes com a inclusão da terça, eventualmente, de maneira arpejada, além de inversões e frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracetrizar a harmonia em questão, sendo em A: C5-A5-F5-C5-A5-G5, em B: A5-F5-C5-Bb5-F5-Ab5, em C: A5-A7M/G#-G5-B5/F#-F5-Ab5, em D: F5-Eb5-F5-Eb5-Bb5-Db5, e em E: Db5-Eb5-F5-G5-Ab5.

domingo, 27 de junho de 2010

Confusion - Confusion (1997)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Fabian (Vocal)
Rafael Acras (Guitarra)
Márcio Pilatti (Guitarra)
Rodrigo Acras (Baixo)
Kleber (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às variações de cadência, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda empower chords, existindo eventuais intervalos de terça e acordes com a inclusão da terça, além de frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos vocais por Fabian.
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DESTAQUE: That Kid Is Me
Música com compasso quaternário, tonalidade de Bm (Si menor) e forma I-A-B-A'-A''-A'. O ritmo é pouco denso apesar das constantes síncopas, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência em B e A'', além das pausas de pequena duração em A', mantendo a figura da colceia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonlaidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo em A: I-VI-VII-I-VI-VII-I-VI-V, e em B: I-VI-I-VI-V. A introdução (I) nada mais é do que A executado de maneira solo pelo baixo.

sábado, 22 de maio de 2010

Anões De Jardim - 2099 (1995)

GÊNERO: Hardcore
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Alexandre (Vocal)
Frederico (Guitarra)
Eurico (Baixo)
Felipe (Bateria)
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A demo possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 120 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido às variações de cadência e frequentes síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por Felipe.
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DESTAQUE: The Jerk
Música com compasso quaternário, tonalidade de Fm (Fá menor) e forma A-A'-B-A''. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido às variações de cadência, além das frequentes síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, sendo em A: I-II-III, e em B: V-IV-V-VI. Existe uma ponte entre A' e B onde nada mais é do que a execução do power chord do quarto grau.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Sugar Kane - Continuidade Da Máquina (2003)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Alexandre Capilé (Vocal, guitarra)
Vini Zampieri (Guitarra)
Júnior (Baixo)
Renê Bernunça (Bateria)
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O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 115 bpm. O ritmo possui certa densidade, principalmente, devido às variações de cadência e arranjos específicos de cada instrumento, além das eventuais síncopas, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, existindo saltos de até uma quinta de distância, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como a mais frequente. A harmonia é executada, em sua maioria, por power chords, existindo frequentes riffs de guitarra e eventuais intervalos de terça ou acordes com a inclusão desta. Destaque para os arranjos de guitarra.
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DESTAQUE: Estou Cansado
Música com compasso quaternário, tonalidade de C#m (Dó sustenido menor) e forma A-B-C-B'-C'-A'-B'-C'-A'-B''. O ritmo possui certa densidade, principalmente, devido às acentuações fora do tempo forte, além dos arranjos de bateria em A, além das variações de cadência. A melodia caminha, geralmente, por graus conjuntos, existindo saltos de até uma quinta de distância, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo as notas da tríade da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-III-IV, em B: I-VI-III-IV, e em C: VI-III-IV-VI-V-VII.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Evil Idols - Drunk Fools Vs. True Till Death (2002)

GÊNERO: Garage Punk
ORIGEM: Brasil (Curitiba / Paraná)
FORMAÇÃO:
Felipe Sad (Vocal, guitarra)
Leonardo Tocha (Guitarra)
Dino Velvet (Baixo)
Lucas Chaves (Bateria)
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O Ep possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 110 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido às frequentes antecipações, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de guitarra por Leonardo Tocha.
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DESTAQUE: Short Tale About Whiskey And A Lady
Música com compasso quaternário, tonalidade de Am (Lá menor) e forma A-A'-B-C-A'-B-C-A-A''-B-C'. O ritmo é pouco denso, sendo elevado devido às frequentes antecipações, além das pausas em A, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura e extensão pouco elevados, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a cracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-III-VII, em B: III-IV-III-I, e em C: V-VII-I-III-IV-III. A'' está um tom acima de A.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

HC - Scene 1 (1997)

GÊNEROS: Hardcore Melódico / Rap Core / Street Punk / Crust Core
ORIGEM: Brasil (Londrina / Paraná)
BANDAS: H.D.C. / Alternative System / T.S.E. / Heffer / Gritos De Ódio / Hard Money / Euthanasia / Clove Of Garlic / Mukeka Di Rato
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Álbum coletânea com músicas de diferentes gêneros, porém com compasso quaternário e média de andamento de 120 bpm. Ritmo pouco denso, elevando-se com as bandas T.S.E. e Euthanasia, devido à frequente inclusão de pausas e diferentes cadências; a figura da síncopa mantém-se frequente. A melodia tem sua densidade elevada devido às bandas Heffer e Clove Of Garlic, embora se mantém, basicamente, com movimentos em graus conjuntos e poucos saltos. A melodia é toda executada em power chords, havendo constantes riffs de guitarra. Coletânea do selo LAB Records.
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DESTAQUE: ALTERNATIVE SYSTEM - Stupid Mind
Música com compasso quaternário, tonalidade de C#m (Dó sustenido menor) e forma I-A-A'-A-A'-A-A''. Ritmo pouco denso apesar das pausas existentes na ponte, bem como as frequentes síncopas, que caracterizam a figura predominante. A melodia caminha bastante, porém em graus conjuntos, tendo a tônica da música como referência, existindo frequente sobreposição melódica pela guitarra, que mantém as notas Dó#, Sol#, Fá#, e Mi. A harmonia é executada toda em power chords sendo A: I-VII-VI-VII. A introdução nada mais é do que A executado com figuras ritmicas diferentes por parte da bateria e dos instrumentos de corda. Entre o segundo A' e A existe uma ponte, onde nada mais é do que A executado de maneira pausada pelos intrumentos de corda, enquanto a bateria "preenche" o espaço com rolos.