segunda-feira, 30 de abril de 2018

Bomb Squad - Tomorrow The World Ends There Is No Defense (1982)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: EUA (Dallas - Dallas / Texas)
FORMAÇÃO:
Johnny Chaos (Vocal, baixo)
Marty Hill (Guitarra)
Danny Poole (Bateria)
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Este é o primeiro trabalho e primeiro Ep lançado pelo grupo através do selo Bouncing Betty. É um street punk que às vezes lembra um punk rock britânico no final dos anos 70, e às vezes lembra um pouco Oi!. O timbre dos instrumentos lembra muito, mas muito mesmo, o álbum Punk's Not Dead do Exploited, aliás não só no timbre, mas em outros aspectos existe semelhança com o grupo escocês. Além de Exploited, o Ep se parece com Blitz ou GG Allin. Os músicos não possuem muita técnica, porém, apesar de simples, está tudo no lugar, existindo uma intenção bem definida nas composições. Vale a pena ouvir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Warhead. Muito boa faixa, considero uma das melhores do Ep. Inicia muito semelhante à Army Life do Exploited, o que, com exceção da voz, se mantém. Bases bem simples, assim como a linha melódica, mas existe um solo de guitarra. Vale a pena conferir!
2) Looking Out For #1. Esta já lembra bastante as bandas britânicas do final da década de 70. Bem simples e menos agressiva, em relação à faixa anterior, é um típico punk rock que tem na frase da guitarra, existente no meio da faixa, o ponto alto da composição.
3) Riot Riot. Considero esta faixa a melhor do Ep. Bem mais direta e crua, a voz é executada com certa imprecisão rítmica, porém a energia na voz está bem mais exacerbada, o que dá uma outra sensação para quem ouve. Direto e sem frescura, é a faixa que mais lembra um Oi!, como Blitz. Vale a pena conferir!
4) U.S.P.S.. Apesar de não ser ruim, considero esta a pior faixa do Ep. Não é tão empolgante como as faixas anteriores, mas ainda assim é uma boa composição. Se parece muito com GG Allin, inclusive no escracho da expressão da voz.
Ouça o Ep ainda hoje, porque amanhã o mundo irá acabar e não há defesa!

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Bodyjar - Letter Never Sent (1998)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: Austrália (Melbourne / Victoria)
FORMAÇÃO:
Cameron Baines (Vocal, guitarra)
Ben Petterson (Guitarra)
Grant Relf (Baixo)
Ross Hetherington (Bateria)
Charles Zerafa (Bateria)
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Este é o segundo single lançado pelo grupo, o que aconteceu logo após o lançamento de seu terceiro álbum (quarto se contarmos a Era Hellium), no mesmo ano. O single foi lançado pelo selo Shagpile. O single conta com duas músicas inéditas e dois clássicos do grupo, um que é a música de trabalho do momento e outra do seu primeiro álbum. Apenas uma faixa é embalada e veloz, todas as demais são bem pop, mas com ótimos arranjos de guitarra, que são o grande destaque do grupo, na minha opinião. Lembra bastante All. É bem uma época em que o grupo estava se consolidando como com propriedade musical, sem mais experimentos, é o ponto de partida que fez o grupo ser reconhecido e como ser lembrado, vale a pena ouvir.
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FAIXA A FAIXA:
1) Letter Never Sent. O single começa com a faixa título, que é a música de trabalho e divulgação do momento, tanto que possui videoclip de divulgação. É uma música bem pop, mas com excelentes arranjos, principalmente da guitarra, mas não só. A melodia vocal também é bem bacana e o arranjo de bateria no refrão dá um toque a mais à composição. Depois de ouvir bastante ela acaba agradando!
2) Dependency. Esta é uma música inédita e é, na minha opinião, a melhor faixa do single. É a única faixa veloz do single, e, claro, também possui arranjos ótimos para as guitarras. O vocal ficou um pouco escondido, poderia estar mais à frente, mas ainda assim entende-se bem e não estraga em nada a composição.
3) Walk Away. Outra faixa inédita, porém, se a faixa anterior eu considero a melhor, esta é a pior! Aliás, realmente ruim, não me agrada nem um pouco esta música, lenta, sem empolgação, o que salva, pra variar, são os arranjos de guitarra.
4) Time To Grow Up. Este é outro clássico do grupo lançado no seu primeiro álbum, de 1994, e também conta com videoclip de divulgação, o qual acho bem interessante. É a única faixa que conta com a participação de Charles Zerafa. Gosto bastante desta faixa, apesar de não ser muito veloz, a melodia da parte A é sensacional, o que estraga um pouco é o refrão, muito pop e alegre. Vale a pena ouvir!
Ouça o single e conheça a carta nunca enviada!

terça-feira, 24 de abril de 2018

Blowing Fuse - Split [Zsk] (1999)

GÊNERO: Ska Core
ORIGEM: Alemanha
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Este é, na verdade, um split com a banda Zsk, e foi lançado pelo selo Nasty Vinyl. Aqui comento apenas as faixas do Blowing Fuse. Este split é o primeiro trabalho do grupo lançado que não fosse demo tape. É um bom split, com boas músicas que me lembram, às vezes, Less Than Jake, ora Suicide Machines, ou também Against All Authority. É bastante interessante a participação do saxofone, o que dá um toque bem bacana. Não são músicos com grande qualidade técnica, mas têm boa criatividade e arranjos bem trabalhados. Infelizmente não encontrei muitas informações sobre o grupo, apenas que são da Alemanha. Bem típico das bandas de ska core da década de 90, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Swingin' Pop Shouts. A participação do grupo no split inicia com sua música mais óbvia para ser a de trabalho, bem ao estilo Less Than Jake! Um ska core bem típico, que mescla bem o ska com o hardcore, e conta ainda, com a inclusão de um saxofone. Apesar de pop (como o nome já diz!), vale a pena ouvir!
2) Aholic. Considero esta uma das melhores do split, uma das mais hardcore do repertório, com um refrão bem sing-a-long, veloz na maior parte do tempo, mas existindo eventuais trechos cadenciados. O arranjo torna a música mais interessante, vale a pena ouvir!
3) Blasted Ex. Considero esta a pior faixa do split. Embora no final apareça um trecho bem acelerado, o que não a torna uma música ruim, sua parte inicial é bem fraquinha e chata de ouvir, também muito pop.
4) How Life Could Be. Com certeza a melhor faixa do split, principalmente devido à introdução e parte A, que contam com uma excelente melodia, velocidade e riffs interessantes com intervalos de terça. O problema é o refrão que diminui a velocidade e tem uma melodia bem pop, mas mesmo assim vale a pena curtir, com certeza!
5) Holiday. O split finaliza com uma faixa de pequena duração, mas bem bacana! Bastante velocidade, existindo uma pequena ponte em que ela diminui, mas no geral é uma música veloz e sem frescura, direto ao ponto!
Escute o split e sinta-se acendendo o pavio!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Blood Freak - Sleaze Merchants (2003)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: EUA (Portland - Multnomah / Oregon)
FORMAÇÃO:
The Beast - Jason Grinter (Vocal, baixo)
Jon Sellier (Guitarra)
Andy Reed (Bateria)
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Este é o primeiro álbum do grupo, lançado pelo selo Razorback. Embora eu tenha classificado como death metal, pode muito bem ser confundido com um grind ou crust. Na verdade é um som bem simples para um death metal, mas muito bem trabalhado para um grind core! Fica em um meio termo. Tem momentos que me lembra Brujeria, outros Extreme Noise Terror e outros Napalm Death. É um bom álbum, com músicas velozes e o vocal muito semelhante à um grind core. O curioso deste álbum é que a maioria das faixas foram gravadas em 1990 para serem lançadas na época, porém o baterista saiu da banda durante as gravações e o álbum ficou parado por toda década de 90, sendo finalizado, mixado e masterizado em 2003. Além destas faixas, o álbum conta com gravações do ano de 1988, de sua primeira demo. É um bom álbum, mas para quem curte bastante porrada na orelha!
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FAIXA A FAIXA:
1) Warning. A faixa de abertura é apenas uma introdução sem música, apenas falas.
2) Feast Of The Undead. Um vocal bem grave, muitos riffs e velocidade são as marcas desta faixa. Não é das mais velozes e existe uns três timbres diferentes de voz, com muitos efeitos. A faixa ainda conta com um trecho cadenciado no seu final.
3) Blood, Blood, And More Blood!. Mais um petardo com muitos riffs e vocal grave com mais de um timbre diferente. Esta já é mais veloz que a faixa anterior, existindo eventuais frases rítmicas, enquanto que no solo existe uma cadenciada bem thrash metal.
4) Grinding Up The Dead. Considero esta faixa uma das melhores do álbum, com uma introdução bem criativa, ritmicamente falando, esta é a mais grind core até o momento, sendo de curta duração.
5) Bloodthirsty Butchers From Beyond. Outra faixa bem gore, com um vocal bem sepulcral e bastante velocidade, além, claro, de muitos riffs.
6) Flesheaters From Outerspace. Já não tão gore, mas ainda bem veloz, existindo um trecho bem hardcore, além de existir uma cadenciada no momento do solo que lembra muito bandas de hard rock!
7) The Gruesome Gorehounds. Outra que considero das melhores faixas do álbum, com um excelente riff em sua introdução, a qual não é muito veloz, existindo muito efeito na voz e bastante velocidade.
8) Infested With Worms. Mais um faixa bem gore. Muito efeito na voz e bastante velocidade, porém já com menos riffs que de costume.
9) The Cult Of The Cannibal Freaks. Esta faixa volta às mesmas características da maioria das faixas anteriores: riffs, efeitos na voz, que possui mais de um timbre e velocidade.
10) I Rip Your Flesh. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, ela conta com um excelente riff na sua introdução, no mais, mantém as mesmas características da maioria das faixas.
11) Gobble Up Your Guts. Outra faixa que não apresenta nenhuma novidade, mantendo as mesmas características das demais.
12) The Slaughterhouse. Talvez a faixa mais death metal do álbum, com riffs bem típicos do death, o acompanhamento da bateria com os dois bumbos, caracteriza ainda mais a faixa com o gênero.
13) You Are What We Eat!. Esta mantém a mesma ideia da faixa anterior, porém mais gore e sem os dois bumbos.
14) Werewolf A-Gore-Gore. Uma faixa bem hardcore, mas com aquela indispensável levada grind! O vocal mantém as mesmas características das demais faixas.
15) Kill! Kill! Kill!. Esta faixa possui um riff bem grind, além de existir muitas alavancadas e um trecho cadenciado no meio, em que o vocal fica mais grave do que costuma ser! Ainda existe um solo no final!
16) A Brutal Orgy Of Ghastly Terror!. Outra faixa que conta com algumas alavancadas! Também considero esta uma das melhores faixas do álbum. Vale a pena ouvir!
17) Awakening The Beast. Esta seria a última faixa do álbum caso ele tivesse sido lançado em 1990 como previsto! É a faixa mais longa do álbum, típica de final de álbum. Ela inicia com um riff de guitarra com ligados, porém apenas no fundo. É, com certeza, a música mais lenta de todo álbum, quase um stoner rock!
18) Insane For Gore. Primeira faixa da demo de 1988, ela inicia de maneira lenta, como se fosse uma introdução mesmo, inclusive, não existe voz, é uma faixa instrumental.
19) . Considero esta a melhor faixa do álbum. É, com certeza, a faixa mais punk de todo álbum e o curioso é que não tem nome! Ela inicia mais lenta, mas depois acelera. Aqui já não existe mais efeitos na voz. Lembra bastante Crude SS!
20) I Said... Murder!. Outra que considero das melhores faixas do álbum. Ela inicia apenas com a guitarra, com o baixo em evidência, ela lembra um pouco bandas de crossover como M.O.D. ou D.R.I..
21) Dr. Cannibal. Esta faixa é uma das melhores e é a última faixa da demo, sendo o mais interessante o compasso de 7 que existe na parte A. Mais de um timbre de voz, vale a pena ouvir!
22) A Happy Ending. O álbum finaliza com outra faixa sem instrumentos, apenas falas, exatamente como iniciou o álbum!
Curta o petardo e sinta o a aberração de sangue dos comerciantes corruptos!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Blind Pigs - Lost Cause (1995)

GÊNERO: Street Punk
ORIGEM: Brasil (Barueri / São Paulo)
FORMAÇÃO:
Henrike (Vocal)
Cochão (Guitarra)
Mauro (Guitarra)
Fralda - Christian Wilson (Baixo)
Ricardo (Bateria)
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Esta é a terceira demo e terceiro trabalho lançado, de maneira independente, pelo grupo. O curioso é que esta demo foi gravada apenas para enviar para Jay Ziskrout, primeiro baterista do Bad Religion e dono do selo Grita, o qual recebeu a segunda demo do grupo, Sweet Fury, gostou do resultado e pediu material para que pudesse lançar. Como esta gravação ficou boa, resolveram lança-la como demo. Ou seja, desta demo surgiu o primeiro álbum do grupo! É uma boa demo, e embora eu tenha classificado como street punk, pode-se muito bem confundir com punk rock, com músicas embaladas e não muito longas, sem frescura e sem muita "invenção" nos arranjos. Me lembra uma mistura de Rancid com bandas hooligans de punk rock, como, por exemplo, Business (porém mais acelerado), mais bandas suecas como Asta Kask, flertando, às vezes, com hardcore old school. É bem característico das bandas do gênero brasileiras, som embalado e sem frescura, mas bem tocado, com tudo no lugar, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Fuck The TFP. A demo começa com uma das faixas em que considero das melhores. Rápida, com uma frase da guitarra bem interessante no início, além de arranjos bem trabalhados, embora simples. Vale a pena conferir!
2) Capitalist Myth. Não me agrada muito esta faixa. Já bem mais lenta em relação à primeira, a composição começa com a execução de acordes abertos, sem distorção. Esta já tem um toque bem mais pop. Talvez a pior música da demo.
3) Lost Cause. Esta já é mais acelerada, mas não muito, porém não existe nada de pop! É um punk rock bem clássico, com trocas rápidas de acordes e tudo muito simples. Boa faixa esta que dá nome à demo!
4) In Love With A Junkie. Outra que considero das piores da demo, também com um ar mais pop, mas ainda bem punk rock, esta no estilo Ramones, também bem simples, sendo o destaque o refrão, que é bem sing-a-long.
5) Pay To Play. Aqui começa o lado B da fita que, na minha opinião, é muito melhor que o lado A. Esta faixa é muito boa, com um bom embalo, sem frescura, mas com uma frase interessante da guitarra. Não é das melhores, mas não é ruim.
6) Civilized. Outra que considero das melhores faixas da demo. Embalada, sem frescura, mas com ataques bem marcados e muita energia. Há eventuais trechos mais cadenciados, o que dá um ar bem interessante. Vale a pena conferir.
7) Urban Paranoia. Considero esta a melhor faixa da demo, com certeza, embalada, com muita energia, existindo um solo de guitarra executado pelas duas guitarras, simultaneamente, com um ar bem Dead Kennedys, muito interessante!
8) Friendly Fire. Esta faixa volta a mostrar o mais característico que o grupo tem a mostrar: embalo, nada de frescura e muita energia, existindo eventuais frases da guitarra. Características muito semelhantes à faixas anteriores.
9) Religion Is Commerce. A demo fecha com uma boa faixa, bem mais punk rock, mas com uma introdução bem bacana, depois a composição mantém as características clássicas do grupo, porém com andamento mais lento. Interessante são os backing vocals bem ao estilo Bad Religion, parece que existiu uma intenção de puxar o saco do gringo!
Ouça a demo e confirme se a causa perdida se confirma!

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Blake - Long Live Pessimism! (2008)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: Itália (Carpenedolo / Lombardia)
FORMAÇÃO:
Matteo Morbio (Vocal, guitarra)
Giacomo Marchi (Guitarra)
Marco Monici (Baixo)
Giacomo Schena (Bateria)
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Este é o segundo álbum do grupo, lançado de maneira independente. Este é um bom álbum, não muito veloz, mas com bastante personalidade. Percebe-se que o grupo sabe o que quer e o que gosta, pois as músicas têm algo cativante devido às intenções dos integrantes em cada uma das composições, realmente sendo executado com vontade e prazer, onde há uma entrega dos músicos para com as músicas. É um álbum que lembra uma mistura de Face To Face com Farside com pitadas de Seaweed, realmente muito parecido. Tem um pequeno flerte com o emocore, com o pop punk, e com o hardcore melódico, mas é um punk rock que, não chega a ser lento mas, não é muito rápido. A qualidade da gravação é muito boa, o que valoriza ainda mais as composições. O grupo não conta com músicos muito técnicos, mas também não servem para ruins, muito pelo contrário, em especial as guitarras, mas também a bateria, têm arranjos muito bem trabalhados e não tão simples. Vale a pena conferir o álbum, há bastante personalidade nele!
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FAIXA A FAIXA:
1) No Time. A faixa de abertura é quase uma introdução, pois tem pouca duração, iniciando com uma boa levada da bateria e quando se pensa que irá começar o refrão, após uma estrofe e uma ponte, a música acaba! É uma boa composição, pena que dura pouco!
2) Mute Goodbyes. Talvez a música com mais influência de emocore. Não é uma música ruim, mas o vocal é um pouco "chorado" e a velocidade não é muito acelerada, provavelmente esta foi pensada como música de divulgação. De qualquer forma a linha melódica é bem interessante.
3) Alone. A música mais punk rock do álbum até então, bem ao estilo Face To Face. Possui uma boa melodia, um embalo interessante, apesar de não muito veloz, e arranjos bem interessantes.
4) Adarico. Esta música não é muito veloz, mas a considero, com certeza, a melhor faixa do álbum. Muito expressiva e o melhor, no meio existe um desenho melódico, feito pela voz, exatamente igual a um trecho de Lost Johnny, do Motörhead! Realmente vale a pena conferir!
5) Carry On. Uma boa melodia, mas com um apelo mais pop, o que não a deixa como um dos destaques do álbum, apesar de não ser ruim. Também não muito veloz, mas bem arranjada.
6) Tomorrow. Esta faixa é excelente, mas ao mesmo tempo é horrível! Ela é bem dividida entre as partes boas e ruins em questão de poucos instantes, algo constante que oscila entre o agradável e o desagradável! Ela começa com uma harmonia sensacional, com uma nota pedal, oitavada, da guitarra, mas logo após vem um desenho melódico muito pop e fraquinho, o que a deixa ruim! É uma música, digamos, estranha!
7) I Swear. Outra que considero das melhores do álbum, com um desenho melódico e harmonia muito interessantes, além de contar com arranjos bem pensados, incluindo pausas. Também não muito veloz, mas a harmonia e melodia da parte A valem a composição!
8) Old. Considero esta a pior faixa do álbum, com certeza! Muito fraquinha, não consigo encontrar nada agradável nesta faixa, a não ser a criatividade nos arranjos, em especial da bateria, na ponte. Lembra o Face To Face na era Ignorance Is Bliss! Porém mais punk rock!
9) You Don't Have To Follow Me. Outra que considero das melhores do álbum! Esta já mais à la Farside, mas com pitadas de Bracket! Ótimos arranjos de guitarra e uma boa melodia são os destaques da faixa.
10) Questions Still Remain. Talvez a música mais pesada do álbum, com um riff de guitarra embalado que é acompanhado pela caixa dobrada da bateria. Pena que quando a voz entra, ela acaba enfraquecendo. Há trechos nesta faixa em que o vocal me lembra, um pouco, Eddie Vedder!
11) Sometimes They Come Back. Outra que considero das melhores do álbum, com uma grande influência de horror punk, lembrando uma mistura de Misfits com Calabrese, existindo uma ponte bem rock 'n' roll, que se parece muito com Elvis Presley! Ótima faixa, vale a pena conferir!
12) On A Sinking Ship. Esta faixa, que é a que fecha o álbum, é a que mais se assemelha à Face To Face, com certeza. O timbre de voz é muito semelhante, além da harmonia, melodia, levada e embalo, ou seja, pode muito bem ser confundida com uma faixa do grupo! Na minha opinião, a faixa mais adequada para finalizar o álbum, acertaram em cheio!
Ouça o álbum e dê vida longa ao pessimismo!

sábado, 31 de março de 2018

Black Sabbath - Sabbath Bloody Sabbath (1973)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: Inglaterra (Birmingham - West Midlands / West Midlands)
FORMAÇÃO:
Ozzy Osbourne (Vocal)
Tony Iommi (Guitarra)
Geezer Butler (Baixo)
Bill Ward (Bateria)
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Este é o quinto álbum de estúdio lançado pelo grupo, através do selo Vertigo. É um excelente álbum, um clássico onde muitos já devem ter suas próprias opiniões, inclusive já havia feito uma resenha dele em 2013, confira aqui! Segundo o próprio vocalista, este é o início do fim da carreira do grupo com a formação original. Ele foi composto logo após a turnê de divulgação do seu antecessor, Vol. 4, os integrantes estavam cansados e alterados por substâncias químicas que dificultavam no processo criativo. O guitarrista chegou a comentar que os demais integrantes esperavam que ele chegasse com um riff ou uma base para começarem. Foi então que, após algum tempo, ele apresenta o riff da faixa título e as composições começam a surgir, porém como isto demorou a acontecer, poucas músicas foram compostas, apenas as 8 do álbum, nada mais. É bastante interessante que todos os integrantes se aventuram em diferentes instrumentos no decorrer do álbum, além de contar com a participação de Rick Wakeman, que ensaiava em outra sala nos estúdios Record Plant, em Los Angeles. Optaram por gravar no mesmo estúdio do álbum anterior, para manter a mesma "atmosfera"! É um excelente álbum, um dos melhores da carreira do grupo na minha opinião, vale a pena conferir, existem ótimas composições e excelentes arranjos.
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FAIXA A FAIXA:
1) Sabbath Bloody Sabbath. O álbum inicia com a faixa título, o qual possui um ótimo riff de guitarra que deu inspiração às composições do álbum. Foi, também, a música de trabalho do álbum, existindo videoclip de divulgação. Além do riff, que é bem pesado, a composição conta com outra parte bem mais intimista e leve, mas mesmo assim muito boa, além de ter uma outra parte no final, logo após o solo, bem tribal, bastante interessante. Nesta faixa, Bill Ward experimenta e grava um arranjo de bongô. Um clássico, vale a pena conferir!
2) A National Acrobat. A melhor faixa do álbum na minha opinião. Muito bem trabalhada e com riffs e harmonias contagiantes por todo decorrer da composição. A melodia vocal na parte A também é excelente, existindo dobras dos instrumentos e, inclusive, na voz. O final conta com diversas partes diferentes, uma mais interessante que a outra, variando a intenção a cada parte, o que dá um toque a mais para o arranjo. Destaque também para o Wah-Wah utilizado por Iommi. Realmente vale a pena conferir!
3) Fluff. Uma belíssima composição, acústica (com exceção do contrabaixo) e instrumental, em compasso quaternário composto. Além da composição que é linda, seu arranjo não fica atrás e também é muito bem feito e executado. Além do mais, a faixa conta com Tony Iommi tocando piano e cravo.
4) Sabbra Cadabra. Outra faixa que considero uma das melhores do álbum. Mais uma vez um ótimo riff de guitarra e excelente melodia. Esta faixa conta com os pianos de Tony Iommi, bem como a participação de Rick Wakeman tocando piano e minimoog, um tipo de sintetizador. Vale a pena conferir, outro clássico do álbum.
5) Killing Yourself To Live. Outra grande composição do álbum, com uma intenção mais intimista que as demais, boa melodia, mas não tantos riffs, o que não a torna uma das músicas mais marcantes do álbum. Esta faixa conta com os arranjos, tanto de Ozzy Osbourne quanto Tony Iommi, no sintetizador. Bem característico do grupo, mas bastante interessante, são os dois solos de guitarra sobrepostos. O arranjo que existe logo após o solo é sensacional, lembra um pouco War Pigs, e tem uma levada mais blues.
6) Who Are You?. Eles realmente estavam entrando na onda dos sintetizadores, tanto que esta faixa foi composta em um destes. Quando Ozzy conseguiu um sintetizador, ele realmente não sabia como usar, porém, conseguiu compor esta faixa! É uma composição bem simples, mas com uma ótima intenção. Ela ainda conta com Bill Ward tocando tímpano, Tony Iommi tocando piano e Geezer Butler tocando mellotron e sintetizador, instrumento este também tocado por Ozzy Osbourne. Vale a pena conferir, tem uma intenção bem futurista, na minha opinião e é, no mínimo, uma composição curiosa!
7) Looking For Today. Talvez a música mais embalada e com swing no álbum todo. Mais uma vez os excelentes riffs de guitarra voltam à tona. A faixa ainda conta com Tony Iommi tocando flauta e órgão, além disso, todos os integrantes participam batendo palmas. Boa composição, que tem na harmonia do refrão seu maior destaque!
8) Spiral Architect. O álbum fecha com outra composição que considero das melhores do álbum. Uma excelente composição, com ótimos Riffs e excelente harmonia e melodia, bem como uma linha de baixo que dá um movimento interessante para a composição. Ela começa com o violão e ainda conta com Tony Iommi tocando gaita de fole e Geezer Butler tocando flauta indiana. Mas o mais bacana é a participação do grupo Phantom Fiddlers, responsáveis por executar o arranjo de cordas composto pelo maestro Will Malone. O curioso é que este não ouviu a música quando fez o arranjo, apenas Tony Iommi o solfejou! Vale a pena conferir!
Escute o álbum e conheça o começo do fim, segundo o vocalista, do grupo neste Sabá sangrento!

quarta-feira, 28 de março de 2018

Black President - Black President (2008)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: EUA (Los Angeles - Los Angeles / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Christian Martucci (Vocal, guitarra)
Charlie Paulson (Guitarra)
Jason Christopher (Baixo)
Roy Mayorga (Bateria)
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Este é o primeiro e único álbum lançado pelo grupo, através do selo Cobra. A banda nunca acabou, mas como se trata mais de um projeto do que uma banda, já que todos os integrantes têm compromissos com outros grupos, creio que não devem dedicar muito tempo para este projeto. O vocal é lembrado pelas bandas Strychnine Babies e o projeto de Dee Dee Ramone, o guitarrista pelo Goldfinger, o baixista pelo New Dead Radio, e o baterista pelo Nausea. Além disso, o grupo foi criado por Charlie Paulson e Greg Hetson (Circle Jerks / Bad Religion), o qual saiu meses antes da gravação do álbum, e contou já em sua formação, além de Greg Hetson, com os bateristas Wade Youman (Unwritten Law) e Ty Smith (Guttermouth / Bullets And Octane), e hoje tem em sua formação o baterista Dave Raun (Lagwagon) que substituiu, em 2009, Roy Mayorga. Com tantos nomes conhecidos na história da banda, ficamos curiosos de como soa este projeto, e na verdade soa bem bacana, mas nada extremamente empolgante, muito em função do vocal, que na maior parte do tempo está sempre gritado, lembrando muito bandas de screamo. Existem músicas aceleradas, porém a maioria têm andamento médio, com poucas faixas lentas, o destaque, na minha opinião, são os arranjos, em especial os de guitarra. O álbum conta com duas vinhetas e duas faixas cover. É um bom álbum, vale a pena conferir, mas não vá com muita sede ao pote!
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FAIXA A FAIXA:
1) Intro. O álbum começa com uma das vinhetas. Bem curta, apenas tem uma fala de alerta para o que virá!
2) Last Fucking Hope. Uma das melhores faixas do álbum, ótimos riffs de guitarra, assim como a harmonia, e excelente arranjo da bateria, além de contar com excelente desenho melódico, inclusive no refrão, o qual é bem sing-a-long.
3) So Negative. Esta é uma boa faixa, bem acelerada. Não considero das melhores apesar de ter um ótimo arranjo e bastante embalo e velocidade. O refrão dá uma reduzida na velocidade, bem como na  parte C.
4) Not Enough. A faixa começa com uma bela combinação de notas com intenção de suspense. Esta já é mais lenta que as faixas anteriores, mas não é ruim, também não é das melhores. O grande destaque está ma dinâmica das partes.
5) Short List Of Outspoken Suspects. Outra que considero uma das melhores do álbum, bem acelerada, bastante energia e, talvez, a faixa mais bem trabalhada de todo álbum. O grande destaque está no arranjo da música como um todo, mas também no riff de guitarra. Esta música possui, inclusive, videoclip!
6) Neon. Esta é a música mais lenta até então, já com um apelo mais pop / comercial. É uma boa música, mas com a fórmula do pop! A harmonia é o grande destaque, pois se fosse a mesma intenção em um modo maior, aí sim seria uma composição bem comercial!
7) Who Do You Trust?. A velocidade já volta a aparecer nesta faixa, embora em apenas alguns pequenos trechos. Talvez a faixa com o vocal mais gritado até então. O detsaque está no arranjo das guitarras, mais uma vez.
8) Watch You Drink. A faixa começa com uma ótima frase na guitarra, que, aliás, é o grande destaque da composição. Esta é outra faixa lenta, executada, muito, em staccato, o que dá um toque diferente e bem interessante. É a composição com mais intenção intimista em todo álbum.
9) Vacate The Vatican. Considero esta a melhor faixa do álbum. Ótimo riff, excelente harmonia, excelente melodia, enfim, tudo de bom! O refrão não é tão empolgante como a parte A, mas mesmo assim não deixa a peteca cair! Vale a pena conferir!
10) Hallelujah. Se a faixa anterior é a melhor do álbum, esta é a pior, com certeza! Aliás, considero esta música realmente ruim! A parte A até que tem seu valor, agora o refrão é simplesmente insuportável, um apelo comercial muito escancarado, que torna a música ruim, realmente ruim.
11) Not Amused. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, com certeza! Embalada, veloz, com muita energia e um refrão sing-a-long na linha street punk. Sem frescura, porrada e energia são as características desta composição.
12) Ask Your Daddy. Outra que considero das melhores, ótima faixa, embora não muito acelerada, mas com ótimas intenções e dinâmica, com um refrão que possui uma seqüência harmônica bem interessante antes de sua repetição. Esta faixa me lembra um pouco de Guttermouth!
13) Gaslamp James' Campaign Speech. Outra vinheta, o título diz tudo.
14) Elected. Eis que surge o primeiro cover do álbum! Esta é uma música que foi composta por Alice Cooper e gravada por sua banda em 1972. É uma boa versão, mantém as características da versão original, porém com aquele toque original do grupo.
15) Iron Fist. O álbum finaliza com outro cover, desta vez de uma música composta e gravada pelo grupo Motörhead em 1982. Também bem fiel em relação à versão original, aliás, o instrumental está quase igual, com pequenos trechos em que se percebe a autenticidade do grupo.
Ouça o álbum e curta o projeto recheado de integrantes conhecidos do presidente preto!

quinta-feira, 22 de março de 2018

Bitches Sin - Invaders (1989)

GÊNERO: NWOBHM
ORIGEM: Inglaterra (Barrow-In-Furness - Cumbria / North West)
FORMAÇÃO:
Frank Quegan (Vocal)
Ian Toomey (Guitarra)
Pete Toomey (Guitarra)
Dave Osbeldiston (Teclado)
Mike Frazier (Baixo)
Paul Smith (Bateria)
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Este é o terceiro álbum do grupo, lançado pelo selo Gi. Este álbum tem uma curiosidade: o título é o mesmo do segundo álbum, de 1986, porém a lista das músicas é diferente, existindo algumas faixas que se repetem, mas mesmo assim, estas têm uma outra versão, já que as faixas deste álbum foram gravadas em 1988. Além das faixas, a formação alterou em relação à versão de 1986, já que o baterista trocou e um tecladista entrou na banda. A banda teve um pequeno hiato no período 86/87, sendo que este álbum surge como um ressurgimento do grupo. De modo geral, é um álbum bem ao estilo do gênero, o qual as primeiras faixas são mais interessantes, o que é bem comum, ao meu gosto, com bandas do gênero, algumas músicas mais embaladas, mas também outras mais lentas, inclusive baladas. O vocal é o ponto fraco, apesar de não comprometer em nada, mas dá a sensação de que não quer abraçar a responsabilidade de chamar a atenção para ele, deixando este papel, então, para as guitarras, porém a mixagem e equalização também não as valoriza, deixando-as em segundo plano dentro do arranjo, mesmo que os instrumentistas tenham feito um bom arranjo. É um bom álbum, o qual as primeiras faixas são realmente muito boas, com ótimos guitarristas e um vocal pouco agudo. Vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Ain't Life A Bitch. Com certeza a melhor faixa do álbum, a mais embalada e acelerada, com ótimos arranjos das guitarras e um refrão sing-a-long. Esta é pra deixar o ouvinte empolgado ao ouvir o álbum pela primeira vez!
2) Destroyer. A segunda melhor faixa do álbum, com certeza! Também bem embalada, porém não tanto, e com mais variações de acordes em relação à faixa anterior. Um ótimo refrão e, mais uma vez, as guitarras assumem a responsabilidade e chamam os holofotes para si!
3) Alligator. A terceira melhor faixa do álbum! Esta já mais lenta se comparada às faixas anteriores, mas com um bom riff de guitarra, algo que me lembra um pouco o Metal Mania do Robertinho do Recife. A faixa conta com um ótimo solo de teclado.
4) The Cry. Outra boa faixa, porém com uma introdução bastante extensa, onde a levada e o embalo demoram a aparecer. Mais uma vez o destaque está nos arranjos das guitarras, com excelentes riffs e semi-frases que preenchem bem os esoaços da melodia da voz.
5) Day In, Day Out. A pior faixa do álbum, com certeza! A legítima balada heavy metal / hard rock dos anos 80, bem A.O.R.! Composição que poderia ser de qualquer banda do gênero da época, com grande apelo comercial, bem ao estilo da época.
6) Out Of My Mind. Aqui já temos um embalo a mais, porém ainda está longe de ser das melhores. Também bem ao estilo anos 80, parece com o Ozzy Osbourne da época. De novo as guitarras clamam pelos holofotes!
7) No More Chances. Esta é a faixa em que se foge da ideia tonal, com diversas notas de passagem quando dos espaços deixados pelo vocal, um ótimo riff de guitarra e um excelente desenho melódico na parte A são os destaques da faixa.
8) Roundabout. Esta é a balada do álbum, e é a legítima balada dos anos 80, bem comum para as bandas de heavy metal / hard rock da época. Uma balada em um compasso 12/8, lembra um pouco o Black Sabbath na fase Headless Cross / Tyr. Desta vez o destaque está na voz. Um ótimo desenho melódico e uma execução lisa e limpa fazem com que o vocal se adeque à composição.
9) Ice Angels. O álbum finaliza com outra balada, porém esta em compasso simples e não composto como a faixa anterior. A boa progressão harmônica na parte A (A-C-G) é o grande destaque da faixa, na minha opinião. Uma boa composição para finalizar o álbum.
Ouça o álbum e curta a segunda versão do álbum, que tem duas com o mesmo nome, dos invasores britânicos da nova onda do heavy metal britânico dos anos 80!