terça-feira, 10 de setembro de 2019

Flageladör - Guerreiros Do Álcool (2012)

GÊNERO: Thrash Metal
ORIGEM: Brasil (Niterói / Rio de Janeiro)
FORMAÇÃO:
Exekutor - Armando Filho (Vocal, guitarra)
André Bonadio (Baixo)
Márcio Cativeiro (Bateria)
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Este é o terceiro split lançado pelo grupo, após dois álbuns de estúdio, através do selo Cauterized. O split foi lançado com o grupo Thrashera, porém aqui comento apenas sobre o Flageladör. Apesar de ser um split "atual", ele lembra, e muito, bandas da década de 80. Com certeza a maior referência a ser percebida é do grupo Sodom, porém ele fica na tangente com o death metal dos anos 80 e o crossover, lembrando, também algumas bandas brasileiras, como Sarcófago, Dorsal Atlântica, Desordeiros, ou BSBH, estas duas últimas muito em função do vocal, além disso, alguns eventuais riffs de guitarra lembram Motörhead. As músicas são velozes, e os arranjos de guitarra possuem palhetadas rápidas, com figuras rítmicas de pequena duração, o timbre da bateria é muito semelhante à de bandas do mesmo gênero da década de 80. Pra quem curte o thrash metal dos anos 80, este split é um prato cheio!
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FAIXA A FAIXA:
1) Total Danação. Considero esta a melhor faixa do split, já começando com um petardo! Ótimos riffs de guitarra, velocidade, vocal bastante expressivo, lembrando o Alex Podrão, do BSBH. Música sem frescura, direto ao ponto!
2) Forjado Em Aço E Fogo. Esta faixa possui exatamente o mesmo andamento da faixa anterior, mantendo as mesmas características, ouvindo de maneira distraída, pode-se pensar que é a mesma faixa, a diferença é que esta possui mais riffs.
3) Expresso Para O Inferno. Outra faixa que mantém as mesmas características das anteriores, porém com andamento mais lento, os riffs de guitarra são o destaque, bem como o refrão.
4) Anjo Exterminador. Mais uma faixa com andamento mais lento, porém mais veloz que a faixa anterior. Mantém as mesmas características das faixas anteriores, sendo o destaque, mais uma vez, os riffs.
Ouça o split e conheça os guerreiros do álcool!

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Final Round - Songs For You Pride For Us (2010)

GÊNERO: Hardcore
ORIGEM: Brasil (São Paulo / São Paulo)
FORMAÇÃO:
Diego Garcia (Vocal)
Daniel Garcia (Guitarra)
Gabriel Brito (Baixo)
Lucas Sfair (Bateria)
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Este é o primeiro Ep lançado pelo grupo, de maneira independente. É o típico hardcore straight edge nova iorquino, se assemelha muito a bandas como Inside Out, Cro Mags, ou Judge. As músicas são pesadas e velozes, existindo muita fúria na execução das composições. Os músicos não possuem muita qualidade técnica, mas os arranjos, apesar de simples, são bem pensados e executados. A equalização deixa um pouco a desejar, podendo ter deixado o vocal mais em evidência e deixando-o mais pesado. A qualidade da gravação não é ruim, apenas a mixagem poderia ser melhor, para deixar o som do grupo mais pesado. As músicas não possuem muita duração, existindo eventuais trechos cadenciados. Vale a pena conferir, com exceção da mixagem, este Ep não deixa nada a desejar em relação a bandas de renome do mesmo estilo!
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FAIXA A FAIXA:
1) Proud To Be Clear. O Ep já inicia mostrando a que veio! A faixa inicia com uma introdução mais cadenciada, mas logo após surge a velocidade, que não dura muito, já que em seguida a composição acaba!
2) Winning. Talvez a faixa menos veloz do Ep, mas bastante pesada, sem muito groove, o ritmo é bastante quadrado, a faixa lembra um pouco de Biohazard. Do meio para o fim a composição possui um trecho cadenciado bem interessante.
3) Final Round. A faixa que dá nome ao grupo é, na minha opinião, uma das melhores do Ep, bastante veloz e pesada, esta composição lembra um pouco Agnostic Front. No meio a composição possui um trecho cadenciado, com um arranjo de guitarra nos agudos, o problema é que a guitarra está desafinada!
4) We're Back. Considero esta a melhor faixa do Ep, iniciando mais cadenciada, com uma excelente progressão harmônica, instrumental. Logo após o vocal entra e, junto com ele, a velocidade! Os acentos em sincronia com os contracantos são um dos destaques.
5) Choices. O Ep finaliza com outra faixa não muito veloz, mas com uma excelente progressão harmônica, que é o destaque da composição. Talvez a faixa menos hardcore de todo Ep, mas ainda assim, uma ótima composição!
Ouça o Ep e entenda o que são sons pra você e orgulho pra nós!

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Fegyelmezo Részleg - Nem Törtök Át! (2004)

GÊNERO: Oi!
ORIGEM: Hungria (Székesfehérvár / Fejér)
FORMAÇÃO:
Donát (Vocal)
Ati (Guitarra)
Kócos (Baixo)
Sanyi (Bateria)
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Este é o primeiro álbum do grupo, lançado de maneira independente. É um bom álbum, apesar de ter classificado como Oi!, tem muito de punk rock, podendo ser chamado de punk Oi! Na minha opinião, lembra bastante as bandas Oi! do Brasil da década de 80, bandas como Histeria, Garotos Podres, ou Vírus 27, porém com vocal diferente. Embora lembre bandas brasileiras, o toque europeu, em especial do leste do continente, é bem perceptível. Os músicos não possuem qualidade técnica, e nem tudo está no lugar, embora seja quase imperceptível, pois são em pequenas ocasiões e duram pouco tempo. As músicas não são muito velozes e as divisões rítmicas são bem quadradas, mas vale a pena conferir, são boas composições. Conheci o grupo com o meu camarada Simpson, já falecido, que me mostrou o videoclip de uma das faixas deste álbum.
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FAIXA A FAIXA:
1) Argentina. O álbum inicia com uma faixa bem punk Oi!, lenta, quadrada, com harmonia simples. Logo após a introdução, a faixa possui um ritmo quase ska, e a guitarra não tem distorção, logo após, quando a distorção aparece, ela se transforma e se mantém assim até o final.
2) Zacsi. Outra faixa bem Oi!, lembra um pouco bandas de punk rock espanholas, como Eskorbuto ou La Polla Records. Faixa nada veloz e com ritmo bem simples, sem nada de especial, existindo um refrão sing-a-long.
3) Lázálom (Lenin Körút). Considero esta uma das melhores faixas do álbum, existindo um bom trabalho de dinâmica, apesar de simples, sendo uma composição bem Oi!, talvez a mais característica até então. O destaque está na melodia vocal.
4) Vidám Vasárnap. Outra faixa bem Oi! também. Uma boa composição, mas sem nada de especial, tudo bem simples e trivial, sem velocidade. É uma composição bem "alegre"!
5) Törd A Kerítést (Chilei Népdal). Considero esta uma das melhores faixas do álbum, também. O grande destaque está na melodia da voz, porém a dinâmica e o fato da guitarra estar sem distorção, merecem destaque.
6) Afganisztán. Boa faixa, porém, mais uma vez, bem simples, com característica bem evidente do Oi! O destaque, desta vez, está na progressão harmônica, apesar de nada de especial.
7) Halott Lány. Esta é, talvez, a faixa mais embalada de todo álbum, com uma frase extremamente simples da guitarra, na introdução. É uma boa composição, também bem "alegre", sendo o destaque o refrão.
8) Kispolgár. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, bem trabalhada, apesar de simples. A progressão harmônica é o grande destaque, na minha opinião.
9) Sört Szeretem Jobban. Considero esta a pior faixa do álbum, com certeza a mais pop. Com um certo groove, guitarras sem distorção na parte A, existindo uma melhora no refrão, mas não o suficiente!
10) Kendõ (IMF Mennyország). Uma boa faixa, iniciando com um arranjo bem em forma de marcha, algo militar. Harmonia bem simples, arranjos bem simples, existindo uma frase da guitarra, também bem simples. Nada de especial, mas nada de ruim!
11) Kocsmamóka. Considero esta a melhor faixa do álbum, com certeza! Foi esta a primeira música que ouvi do grupo, e conheci através do videoclip de divulgação! É uma excelente composição, principalmente devido à melodia vocal, bem sing-a-long, inclusive para quem não fala húngaro! A progressão harmônica merece destaque, também.
Ouça o álbum e perceba que você não vai romper!

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Fat Music - Fat Music For Fat People (1994)

GÊNEROS: Hardcore Melódico / Punk Rock / Street Punk / Ska Core
ORIGEM: EUA (São Francisco - São Francisco / Califórnia)
BANDAS: Propagandhi / Lagwagon / Strung Out / Guns 'N' Wankers / No Use For A Name / Bracket / Tilt / Face To Face / Good Riddance / 88 Fingers Louie / Rancid / NOFX
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Esta é a primeira coletânea lançada pelo selo Fat Wreck Chords, e, na minha opinião, é uma excelente compilação! Pega bem a época em que o hardcore melódico estava se consolidando como gênero, e, encontramos aqui vários nomes que são referência para o gênero, inclusive, até hoje. Basicamente as faixas são de hardcore melódico, mas existem outros gêneros, conforme citado acima. Devido a isso, as músicas são, em sua maioria, bastante velozes e possuem boas melodias, além de existirem eventuais riffs de guitarra e bons arranjos. A maioria são bandas que dispensam comentários, o próprio nome já diz tudo, todas as músicas são, no mínimo, muito boas, mas 2, na minha opinião, se destacam das demais, positivamente.
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FAIXA A FAIXA:
1) PROPAGANDHI - Anti Manifesto. A coletânea inicia com a única faixa que possui mais de 3 minutos de duração! E começa matando a pau, com muita velocidade, bons riffs de guitarra, bom nível técnico, ótima melodia e muita energia, além de variações rítmicas bem interessantes. A faixa está presente no álbum How To Clean Everything.
2) LAGWAGON - Know It All. Música que está presente no álbum Thrashed, não foi, na minha opinião, a melhor escolha! Não é uma música veloz e está beirando o pop punk. O álbum possui inúmeras faixas mais interessantes para se aproveitar, apesar desta não ser ruim!
3) STRUNG OUT - In Harm's Way. Outra faixa muito boa, mas longe de ser a melhor do álbum a qual pertence, Another Day In Paradise. Esta já é mais veloz, mas existem trechos cadenciados. De qualquer forma a melodia vocal é um dos destaques, bem como o arranjo.
4) GUNS 'N' WANKERS - Skin Deep. Esta é a faixa mais punk rock da coletânea, com certeza, harmonia simples, nível técnico mais baixo em comparação com as faixas anteriores. O grande destaque está na melodia da voz, e a faixa pertence ao álbum Guns 'N' Wankers.
5) NO USE FOR A NAME - Feeding The Fire. Esta é uma das duas faixas destaque da coletânea! Música presente no álbum The Daily Grind, tive a honra de assistir ao vivo, sendo a música a fechar o show! Simplesmente perfeita: veloz, riffs, melodia vocal bem desenhada, bom arranjo, bastante expressiva, solo... enfim, nenhum defeito!
6) BRACKET - RAK 005. Mais uma faixa bem punk rock, ainda mais que a faixa 4, com certeza! Também flerta com o pop punk, mas não chega a ultrapassar o limite entre o punk rock e o pop punk. Harmonia simples, tecnicamente nada a observar, o destaque está no desenho melódico da voz. A faixa está presente no álbum Stinky Fingers.
7) TILT - Weave And Unravel. Outra faixa punk rock, com vocal feminino, considero esta a faixa mais fraquinha da coletânea, apesar de ser muito boa! O destaque, mais uma vez, está no desenho melódico da voz, tecnicamente fraco, o arranjo deixa a música bem trabalhada. Ela está presente no álbum Til It Kills.
8) FACE TO FACE - You've Got A Problem. Faixa pertencente ao álbum Don't Turn Away, ela é um punk rock mais embalado, mas não chega a ser veloz. Possui uma boa melodia vocal, mas o destaque está no arranjo das guitarras quando o vocal não se faz presente.
9) GOOD RIDDANCE - United Cigar. Esta faixa está presente apenas no single chamado United Cigar, ou seja, não é a mesma versão do álbum. O arranjo é todo o mesmo, mas a gravação não é a mesma. Mais uma vez, um ótimo desenho melódico da voz e bastante velocidade.
10) 88 FINGERS LOUIE - Blink. Mais uma faixa veloz, porém, mais embalada que veloz! O refrão já é mais punk rock, mas ainda é um hardcore melódico. O desenho melódico é o destaque, de novo! A música pertence ao single chamado Wanted.
11) RANCID - Just A Feeling. Esta faixa é a street punk da coletânea! Bastante embalada, com bom desenho melódico e jogo de contracantos bem interessantes, além do baixo em ênfase. A faixa está presente no single chamado Radio Radio Radio.
12) LAGWAGON - Mr. Coffee. Mais uma faixa do grupo, mas desta vez, bem escolhida! Música pertencente ao álbum Duh. Faixa muito bem trabalhada, com muitos detalhes, como pausas, acentos, frases, enfim, arranjo muito bem trabalhado e com uma ótima sincronia, o que acaba sendo o grande destaque.
13) PROPAGANDHI - Homophobes Are Just Pissed Cause They Can't Get Laid. Esta é a outra faixa destaque da coletânea! Já, desde o início, um petardo, parando por um instante, mas mantendo um arranjo de bateria sensacional, para logo após voltar o petardo! Muita velocidade e um ótimo desenho melódico da voz são o destaque. A faixa ainda não tinha sido lançada na época, sendo, então, inédita, a única da coletânea.
14) NOFX - Kill All The White Man. A coletânea finaliza com a segunda pior música! Um ska core, quase um reggae e quase um street punk, a composição está presente no Ep The Longest Line. Ela inicia bem ska / reggae, para finalizar com um punk rock / street punk. Não muito veloz e nenhum destaque, talvez os intervalos entre as vozes no final.
Ouça a coletânea e conheça músicas gordas para pessoas gordas!

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Farside - Rochambeau (1992)

GÊNERO: Skate Rock
ORIGEM: EUA (Irvine - Orange / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Popeye - Michael Vogelsang (Vocal, guitarra, violão)
Robert Haworth (Guitarra)
Bryan Chu (Baixo)
Bob Beshear (Bateria)
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Este é o primeiro álbum lançado pelo grupo, através do selo Revelation, e foi gravado no estúdio For The Record. Este é o único álbum com o guitarrista Robert, e, na minha opinião, este é o melhor trabalho lançado pela banda. As músicas não são muito velozes, existem frequentes momentos com violões e muitos dedilhados. É o legítimo som que serviria para trilha sonora de vídeos de skate do final dos anos 80, mantendo uma tendência, talvez, um pouco tarde demais. É um álbum que lembra bastante o álbum Soulforce Revolution, do 7 Seconds, podendo perceber influências de Dag Nasty e Hüsker Dü. Classifiquei-o como skate rock, mas tem fortes traços de skate punk, além de pitadas de grunge e emocore dos anos 80. Conheci este álbum há, mais ou menos, 24 anos atrás, realmente excelente, vale a pena conferir, o destaque está nos arranjos e na melodia vocal, bem criativa e pouco óbvia. A versão em CD possui 4 faixas bônus, porém estas faixas pertencem ao primeiro Ep do grupo.
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FAIXA A FAIXA:
1) Worlds. O álbum inicia com uma das músicas que considero das melhores do álbum, e é, também, a música de divulgação do álbum, pois possui videoclip. Ela inicia com um dedilhado, mas tudo na guitarra. O grande destaque está no trabalho de dinâmica e arranjo, sendo que a melodia vocal merece destaque.
2) Search For Ourselves. Considero esta a melhor faixa do álbum, sem dúvidas, sendo o grande destaque a melodia vocal. Ela possui um certo swing que dá um embalo bastante interessante à composição. O refrão não é muito empolgante quanto à parte A, mas fica bacana, pois destoa uma parte da outra.
3) Ro-Sham-Bo. Esta faixa possui uma introdução sensacional, com certeza a melhor parte da composição, bastante intimista, intencionando bem. Assim que a introdução passa, inicia uma música muito boa, com uma levada bem diferente da bateria.
4) Free Your Mind. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, também bastante intimista, mas com uma progressão harmônica e desenho melódico sensacionais. Esta possui violão no arranjo, o refrão não é tão empolgante como a parte A que é, na minha opinião, o grande destaque da composição.
5) Smarter Than Ever. A música mais veloz e embalada até então. Mais uma ótima composição, porém mais comum, sem um diferencial como as faixas anteriores, podendo ser comparado a outras bandas. O refrão é o grande destaque, pois a caixa da bateria dobra e a levada muda logo após, deixando-a com mais groove.
6) Safe Or Sorry. Considero esta a pior faixa do álbum, apesar de não ter nada de ruim, é apenas uma faixa não tão empolgante quanto às anteriores. Também com violão, mas com momentos de guitarra distorcida.
7) Constant Reminder. Outra faixa sensacional, com uma excelente introdução, a qual lembra bastante a música Balboa Fun Zone (It's In Your Touch), do Adolescents! Quando entra a bateria, a semelhança deixa de existir, sendo esta parte o destaque da composição devido ao arranjo e desenho melódico da voz. O refrão é mais embalado, porém mais simples, sem nada de mais.
8) Lost In Space. Talvez a faixa mais veloz e embalada do álbum, realmente muito boa, sendo o grande destaque a variação de intenção entre as partes, existindo um ótimo arranjo logo após o refrão, com pausas e frases bem interessantes dos instrumentos, em especial a bateria.
9) Nowhere Fast. Outra faixa excelente, com uma boa melodia na parte A, porém o grande destaque está mesmo no refrão, devido ao arranjo, com contracantos, melodia da voz e variação de intenção em relação a outra parte.
10) Future Days. O álbum finaliza com a música mais punk rock de todo álbum, com certeza, talvez a mais veloz e embalada, ficando na dúvida entre ela e a faixa 8. Uma composição sem muitos detalhes, direto ao ponto, com bons arranjos de dinâmica e intenção.
Ouça o álbum e conheça o Rochambeau!

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Faithful Breath - Rock Lions (1981)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: Alemanha (Bochum / Nordrhein Westfalen)
FORMAÇÃO:
Heinz Mikus (Vocal, guitarra)
Horst Stabenow (Baixo)
Uwe Otto (Bateria)
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Este é o terceiro álbum lançado pelo grupo, através do selo Sky. É um álbum importante na carreira do grupo, pois é o primeiro após as mudanças radicais que o grupo sofreu! A mudança se deu na formação e no som! É o primeiro álbum como um trio, após a saída de 3 integrantes, e é, também, o primeiro com o baterista Uwe. Também é o primeiro álbum com sonoridade hard rock, deixando para trás o rock progressivo. É o primeiro álbum em que Heinz assume os vocais. O álbum possui boas composições e, principalmente, bons riffs, mas peca na mixagem e na expressão, deixando uma boa composição de maneira não muito entusiasmante. Considero 3 músicas excelentes, 2 músicas boas, duas músicas mais ou menos e uma música ruim. É um típico hard rock do final dos anos 70, com pequenas influências do heavy metal, já dando indícios do que viria depois, que vinha surgindo na época, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Hurricane. O álbum inicia com uma das músicas que considero boa. O momento de todo álbum que possui mais expressão no vocal está aqui, logo na primeira nota da voz! É uma composição embalada, bem simples, mas bacana!
2) Better Times. Esta é a música ruim do álbum, realmente ruim! Uma balada, bem lenta, sem nada de empolgante, a típica música totalmente dispensável, aliás, a ausência dela deixaria o álbum melhor! Aconselho a não ouvirem esta faixa, principalmente se for a primeira vez que irá ouvir o som do grupo!
3) Rock City. Esta é uma das faixas mais ou menos! Um rock blues em que lembra bastante a música Roadhouse Blues! Um rock em shuffle com bons riffs de guitarra!
4) Rolling Into Our Lives. Esta composição é uma das que considero excelente, principalmente devido ao riff da guitarra que já aparece no início da faixa, aliás, é um dos riffs de hard rock mais legais que já ouvi, sendo este o grande destaque da faixa ou, quem sabe, do álbum, já que o refrão é o ponto fraco.
5) Down, Down. Esta faixa considero das boas, talvez a mais embalada de todo álbum, sendo o grande destaque a parte B, antes do refrão, além dos riffs de guitarra, e, mais uma vez, o refrão é o ponto fraco, apesar de possuir um bom riff de guitarra.
6) Never Be Like You. Esta é outra que considero das excelente, muito em função da harmonia da parte A que, apesar de extremamente comum dentro do gênero, é sensacional e empolgante! O arranjo da guitarra nesta parte é o grande destaque. O refrão é o ponto fraco, mais uma vez!
7) No Time. Esta é a outra faixa que considero mais ou menos! Ela possui um baixo pedal e stacatto, não muito veloz, sendo o grande destaque, mais uma vez, o arranjo de guitarra e, mantendo o padrão, o refrão é o ponto fraco da composição.
8) Rock 'n' Roll Women. Considero esta faixa a melhor faixa do álbum, mais uma vez, um arranjo bem comum, mas com ótimos riffs e um refrão espetacular, com acentos no contratempo, esta se torna a melhor composição, na minha opinião, apesar de não veloz. Bem rock 'n' roll esta faixa!
Ouça o álbum e conheça os leões do rock!

sábado, 3 de agosto de 2019

Faith No More - Angel Dust (1992)

GÊNERO: Funk Metal
ORIGEM: EUA (São Francisco - São Francisco / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Mike Patton (Vocal)
Jim Martin (Guitarra)
Roddy Buttom (Teclado)
Billy Gould (Baixo)
Mike Bordin (Bateria)
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Este é o quarto álbum lançado pelo grupo, através dos selos Slash e Reprise, e foi gravado no estúdio Coast. É um excelente álbum, extremamente criativo, com inúmeros samples e variações de todos os sentidos. É o segundo álbum com Mike no vocal, e o primeiro em que ele é responsável pela composição. O curioso é que, também, é o último álbum com o guitarrista Jim, ele não gostou do processo de composição e o caminho que a banda estava rumando, estando desconfortável, inclusive, com o título do álbum. Lembro de ter visto, na época, uma reportagem, na MTV, falando sobre a gravação do álbum, e lá o guitarrista já demonstrava seu descontentamento. As músicas têm muito swing e groove, existindo muitos detalhes nos arranjos, bastante criativo e inovador para a época, realmente um álbum marcante na história do rock, de modo geral. Existem três músicas de trabalho e um cover, sendo que a turnê de divulgação do álbum na Europa, foi junto com as bandas Guns 'n' Roses e Soundgarden, enquanto que nos EUA foi com Guns 'n' Roses e Metallica. Um álbum importante na história, realmente merece ser apreciado!
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FAIXA A FAIXA:
1) Land Of Sunshine. O álbum inicia com uma das melhores faixas, na minha opinião. Bastante groove, muito peso e um bom trabalho de dinâmica, além de boa melodia da voz, mas o grande destaque está no teclado e suas intenções.
2) Caffeine. Outra ótima composição, esta em compasso ternário! Também bem pesada e com uma intenção bem interessante do teclado, porém, desta vez, o destaque está no desenho melódico da voz, bem como o timbre usado em cada uma das partes. Esta faixa tem sample de animais!
3) Midlife Crisis. Considero esta outra das melhores faixas do álbum, sendo esta uma das músicas escolhidas como de divulgação, existindo um videoclip. Não é uma composição tão pesada como as anteriores, mas possui um bom groove, sendo o grande destaque o refrão, sing-a-long, e seu desenho melódico da voz. A intenção de cada uma das partes merece destaque também. Esta faixa possui dois samples: um da música Cecilia, de Simon & Garfunkel, e outro da música Car Thief, do Beastie Boys.
4) RV. Considero esta uma das duas piores faixas do álbum. Não é de todo ruim, mas não agrada muito. Bem suave e sutil, em todos os sentidos, ela está em compasso composto, possuindo um vocal em spoken word em eventuais momentos, sendo o refrão o grande destaque.
5) Smaller And Smaller. Outra boa composição, bastante pesada, com riffs de thrash metal na guitarra, porém o teclado e o vocal "desmentem" a ideia. Outra composição com clima tenso, sendo o destaque o desenho melódico do vocal, mais uma vez.
6) Everything's Ruined. Outra faixa que é uma das três escolhidas como de trabalho, existindo videoclip de divulgação, o qual considero o mais interessante de todos que foram feitos para este álbum. Não me agrada muito esta composição, apesar de não ser ruim, possui certo peso, mas não muito, mas também procura manter um clima tenso e tem um refrão sing-a-long. O destaque está no teclado e no baixo, na parte A. a bateria também merece destaque.
7) Malpractice. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, provavelmente a mais pesada e mais veloz do álbum. Um crossover com muitas variações rítmicas e samples, mantendo, mais uma vez, o clima tenso. O destaque está na intenção, nas variações, e no arranjo. Ela possui um sample da peça, de Dmitri Shostakovich, chamada String Quartet No. 8, e executada pelo grupo Kronos Quartet.
8) Kindergarten. Aqui o peso e a tensão dão uma folga, e apresenta uma composição bem funk metal, com pitadas de grunge, gêneros em alta na época. Talvez a composição menos criativa até aqui, embora seja muito boa, sendo o destaque o refrão e seu desenho melódico. A guitarra merece destaque também.
9) Be Aggressive. Considero esta a melhor faixa do álbum! Inicia já com um clima bem "sombrio" devido ao teclado, depois ela começa e se mantém um excelente funk metal, sendo o teclado, os riffs e o refrão os grandes destaques.
10) A Small Victory. Esta é a terceira e última faixa escolhida para divulgação, existindo, inclusive, videoclip. As imagens em quadro a quadro, no clip, não agradam ver! Considero esta a pior faixa do álbum, realmente não me agrada. Com certeza a música mais pop do álbum, sendo o ponto positivo o arranjo da guitarra.
11) Crack Hitler. Outra boa composição, extremamente criativa, possuindo, também, samples. É outra composição que mantém um clima tenso, muito em função do teclado. O destaque está no arranjo da guitarra. Ela possui samples de cantos aborígenes, bem como a narração de uma decolagem no aeroporto de Galeão Cumbica, no Rio de Janeiro, feita por Iris Lettieri. O interessante é que a banda foi processada pela narradora por terem usado sua voz sem permissão!
12) Jizzlobber. Esta faixa é mais um rap do que qualquer outra coisa! E, mais uma vez, com bastante peso, mas com todos os elementos do rap somados a uma guitarra distorcida! Ótima composição!
13) Midnight Cowboy. A faixa que finaliza o álbum é, também, a faixa cover! É uma versão da trilha do filme de mesmo nome, de 1969, composta por John Barry e gravada pela orquestra de Caravelli. Considero esta uma excelente versão, com todos elementos inclusos, mas com outra intenção! Excelente criatividade e intenção, sendo o destaque o trabalho de dinâmica.
Ouça o álbum e conheça o pó de anjo!

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Fact - Fact (2009)

GÊNERO: Emo Core
ORIGEM: Japão (Ibaraki / Kanto)
FORMAÇÃO:
Hironobu Onose (Vocal)
Kazuki Sakurai (Guitarra)
Takahiro Onose (Guitarra)
Tomohiro Takayasu (Baixo)
Eiji Matsumoto (Bateria)
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Este é o segundo álbum lançado pelo grupo, através de três selos diferentes, um no Japão, Maximum10, um no Reino Unido, Hassle, e outro nos EUA, Vagrant, e foi o primeiro álbum a ser lançado em um grande selo, e o primeiro álbum a ser distribuído internacionalmente. A versão japonesa possui uma faixa a menos, sendo esta faixa considerada bônus nas outras duas versões. É um álbum que não me agrada muito, porém, possui dois destaques que realmente chama a atenção: a qualidade técnica dos músicos e a criatividade. Embora eu tenha classificado como emo core, é um álbum que permeia em diversos gêneros, como metalcore, screamo, hardcore, hardcore melódico, rock progressivo, música eletrônica e techno. Independente da semelhança de gênero, tudo soa bastante moderno, algo típico do século XXI, em nenhum momento confunde-se com uma banda do século XX, talvez isso cause estranheza para alguns, e será necessário uma cautela maior para aceitar o álbum. Como ele varia muito os gêneros, fica difícil citar um padrão, porém o emo core ainda é, na minha opinião, o que mais aparece. O curioso é que, nesta época, todos os shows do grupo eram feitos com os integrantes vestindo a máscara da capa do álbum, deixando de usá-la apenas após o lançamento do álbum seguinte. Considero 3 faixas do álbum realmente boas, mas o ideal é ouvir com atenção e identificar todos os elementos contidos na composição e arranjo de cada uma das faixas, já adianto: concentração!
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FAIXA A FAIXA:
1) Paradox. A faixa de abertura do álbum inicia de maneira eletrônica, para logo em seguida os demais instrumentos aparecerem. Após a introdução, o vocal muda e se mantém mais emo. O grande destaque está no arranjo. Não me agrada muito esta composição.
2) Los Angels. Esta já inicia mais hardcore melódico, porém não se mantém por muito tempo, apenas até o vocal aparecer, a qual, então, se torna bem emo core. Ela possui um riff de guitarra que é, junto com o arranjo, o grande destaque, embora não me agrade muito esta composição.
3) A Fact Of Life. Esta é a faixa de trabalho do álbum a única a receber videoclip de divulgação. É a composição mais moderna do álbum até então, talvez a mais fiel, que mantém uma intenção bem pop do início ao fim, mas tudo dentro do emo core. Na minha opinião, a pior faixa até então.
4) Chain. Considero esta uma das três faixas excelentes do álbum. De pequena duração, sem frescura, com excelentes riffs de guitarra, um vocal com muito drive (natural) e veloz! Realmente vale a pena conferir!
5) Reborn. Uma boa composição, embora não das melhores. Bem ao estilo do hardcore melódico, com excelentes frases e riffs de guitarra que são, aliás, o grande destaque da faixa, desta vez mais que o arranjo!
6) Purple Eyes. Outra faixa que considero muito boa, mas que não pertence às 3 excelentes! Bastante veloz, muito bem trabalhada, com excelente arranjo, vocais variados, é uma composição bastante criativa e técnica.
7) Lights Of Vein. Esta faixa inicia de maneira bem intimista, bem ao estilo emo core. Logo em seguida, mantendo as mesmas intenções, a distorção das guitarras aparece, porém fica oscilando entre as partes, mantendo a dinâmica como grande destaque. Boa composição, mas não muito.
8) Merry Christmas Mr. Lawrence. Me agrada bastante a harmonia desta composição, porém o arranjo não ajudou muito. Ela varia bastante sua intenção, sendo o destaque. Outra faixa mais intimista, principalmente em sua introdução. O grande destaque está no quesito técnico, além da criatividade.
9) CO-3. Com certeza a melhor faixa do álbum! Um petardo! Veloz e pesado, com ótimos riffs de guitarra, que são o grande destaque da composição, ela é uma mistura de thrash metal com metalcore. O detalhe é que é uma composição instrumental, o qual sou fã!
10) Snow. Outra faixa bem emo core, apesar de existir eventuais trechos velozes que se assemelham mais a um hardcore melódico. Boa composição, mas não muito, o destaque está nos trechos velozes.
11) Stretch My Arms. O destaque desta faixa está nos riffs de guitarra e na variação de dinâmica. É uma boa faixa que conta com eventuais dissonâncias na parte A que soam bem interessantes. Não a considero das melhores, mas é uma boa composição.
12) 45 Days. Com certeza a pior faixa do álbum! Realmente horrível! Uma balada acústica com frases de guitarra e bongo de acompanhamento rítmico. A legítima faixa que, na minha opinião, melhoraria o álbum caso fosse excluída! Muito ruim mesmo!
13) Why.... Se a faixa anterior era a pior, esta é a última das três faixas que considero excelentes! Com certeza a faixa que mais demonstra a capacidade técnica dos músicos. Muitos detalhes rítmicos como variações de compasso, frases, pausas, quase sempre em sincronia entre os instrumentos. Muito boa, vale a pena conferir!
14) 1-2. Esta é uma composição totalmente eletrônica! Quase toda ela em MIDI! Poderia soar como trilha sonora de um jogo de Nintendo do início dos anos 90! Ela possui um ritmo da bateria semelhante a um techno, lembrando muito a abertura de algum desenho das Meninas Super Poderosas!
15) Rise. Outra faixa bastante interessante, com eventuais trechos com velocidade. Os contracantos são o grande destaque, bem como o desenho melódico da voz. O arranjo é bem criativo e trabalhado, realmente uma boa composição. Esta é a última faixa na versão japonesa.
16) A Fact Of Life (Boom Boom Satellites Remix). Esta é a faixa bônus que consta apenas nas versões dos EUA e Reino Unido. Ela nada mais é do que uma versão techno / eletrônica da faixa 3. Mais uma faixa que poderia servir de abertura para algum desenho das Meninas Super Poderoosas! Não me agrada muito esta faixa, mas como bônus é válido.
Escute o álbum e conheça o fato!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Face To Face - Big Choice (1995)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: EUA (Victorville - San Bernardino / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Trever Keith (Vocal, guitarra)
Chad Yaro (Guitarra)
Matt Riddle (Baixo)
Rob Kurth (Bateria)
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Este é o segundo álbum lançado pelo grupo, através do selo Victory. Este é, também, o primeiro álbum do grupo a ser lançado por uma grande gravadora, isso porque logo após a Victory lançar o álbum, com 11 faixas, a A&M lançou-o, também, ainda no mesmo ano. Esta segunda versão possui 3 faixas bônus e é a versão mais difundida do álbum. Este é o último álbum gravado com Matt no baixo. Considero este o melhor álbum lançado pelo grupo, foi, também, o primeiro que conheci! Ele é um punk rock, mas fica na tangente com o hardcore melódico e com o pop punk. Algumas músicas são bem velozes e, quase todas, têm um bom embalo. Os músicos não são muito técnicos, mas os arranjos são muito bem trabalhados e o timbre de voz sensacional, sendo, na minha opinião, o grande destaque. As guitarras possuem eventuais frases e riffs de guitarra que se destacam, além de frases da bateria, além de que possui inúmeros refrões sing-a-long. O álbum possui uma faixa cover em seu repertório. Realmente vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Struggle. O álbum já inicia mostrando a que veio! considero esta uma das melhores faixas, bastante embalada, com bom arranjo, boas frases da guitarra, com contracantos bem interessantes e um bom refrão. A faixa possui a participação do Dj Lance Pierre nos scratches.
2) I Know You Well. Gosto bastante desta faixa. Já mais lenta que a anterior, mas embalada, o grande destaque está no vocal, principalmente no refrão, bem sing-a-long. A guitarra possui um riff constante na parte A que é bastante interessante.
3) Sensible. Considero esta a pior faixa do álbum, apesar de, ainda assim, ser muito boa. Não tão veloz, mas com um bom embalo, talvez esta seja a faixa mais fraquinha do álbum, embora tenha um bom refrão e um bom arranjo de guitarra. O destaque está nas pausas.
4) A-OK. Se a faixa anterior era a pior, esta é, com certeza, a melhor! Veloz, embalada, com um excelente refrão, bom arranjo, frases em sincronia entre os instrumentos, embalo... enfim, só elogios! O refrão sing-a-long coroa a composição! Excelente!
5) You Lied. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. Ela inicia com uma introdução bem diferente do que a composição se tornará! Embalada, com um excelente vocal, eventuais frases de guitarra, veloz e com um refrão sing-a-long.
6) Promises. Uma boa composição, bem punk rock, não muito veloz, bem bubble gum, e com um ótimo vocal. Não é das melhores, mas não é ruim, sem nada de destaque, talvez o refrão, mais uma vez, sing-a-long.
7) Big Choice. Outra faixa muito boa, embalada, mas com variações de intenção. O vocal, mais uma vez, junto com os arranjos e intenção, são os destaques da composição. O refrão merece destaque, com a caixa dobrada e sing-a-long.
8) It's Not Over. Outra faixa que considero das melhores do álbum! Sensacional! Bastante jogo de dinâmica, embalo, bom arranjo e frases interessantes da bateria e guitarra, além de, mais uma vez, o vocal ser destaque, existindo, mais uma vez, um refrão sing-a-long.
9) Velocity. Uma boa composição, mas considero-a a segunda pior do álbum. Embora embalada, ela é bem fraquinha, existindo uma boa frase de guitarra e uma boa preparação para o refrão (mais uma vez sing-a-long), no mais, nada de especial a destacar.
10) Debt. Esta é a música de trabalho do álbum, pois possui videoclip de divulgação, o qual é bastante interessante, fazendo uma crítica com humor. É uma boa composição, apesar de não considerá-la das melhores, mais lenta, mas com um refrão sing-a-long, o destaque está no arranjo da parte A. Lembra um pouco Angry Samoans!
11) Late. Outra faixa que considero das melhores! Esta é a última faixa na versão da Victory, fechando o álbum com chave de ouro! Veloz, embalada, com um refrão sing-a-long, mas o destaque está no vocal, no timbre, em especial.
12) . Aqui começam a s faixas bônus da versão da A&M. Esta faixa não possui título e é um spoken word, um diálogo do grupo com a gravadora sobre incluir, ou não, a música Disconnected, do álbum anterior, no repertório do álbum.
13) Disconnected. Esta faixa foi regravada para ser inclusa neste álbum, não é a mesma versão do álbum anterior. É uma boa faixa, não muito veloz, mas com boas frases do baixo e um ótimo refrão sing-a-long.
14) Bikeage. Esta é a última faixa do álbum e é a faixa cover! Ela foi composta por Bill Stevenson e gravada, originalmente, pelo grupo Descendents, em 1982. É uma boa composição, também não muito veloz, com uma boa introdução, em especial pela frase do baixo, e um ótimo desenho melódico da voz.
Ouça o álbum e tenha em seu alcance a grande escolha!