segunda-feira, 25 de setembro de 2017

All You Can Eat - Too Fat For Love (1998)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: EUA (São Francisco - São Francisco / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Devon Morf (Vocal)
Danny Buzzard (Guitarra)
Craig Billmeier (Baixo)
Myron Isaacs (Bateria)
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Single lançado como um split, com a banda Your Mother, pelo selo Probe. Longe de ser um dos melhores lançamentos do grupo, muito pelo contrário, a capa se torna mais interessante que as músicas! Aliás, estas são todas versões de músicas do filme Grease (ou em português: Nos Tempos Da Brilhantina). Não chega a ser músicas ruins, porém não dão vontade de ouvir de novo! Perdi a oportunidade de assisti-los ao vivo, descobri sobre o show depois que ele já tinha acontecido! Acho que foi 1999 ou 1998. Muito escrachado, principalmente os vocais, a banda que já tem por costume ser uma banda "arriada" (comprovado pela capa!), se superou neste lançamento! De qualquer forma, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Branded At The Drive-In. O single inicia com a música mais veloz, porém ela não se mantém neste pique até o final, diminuindo a velocidade a partir da metade da composição. O vocal está muito "bagunçado" e é o ponto fraco da música, além de o arranjo também não ser dos melhores.
2) Buh-Hutt, Ohhh.... Com certeza a melhor música do single. Lembra um pouco melodias de country ou psychobilly, sendo o ponto forte o vocal feminino que existe e não sei quem canta. Realmente vale a pena conferir!
3) Crickey Dick!. Música executada apenas com um banjo e voz. Lembra música de caipira norte-americano! Mais uma música escrachada, a música ideal para finalizar o single!
Ouça Too Fat For Love e dê boas risadas com uma das bandas mais arriadas que conheço!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

All - Dot (1992)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: EUA (Los Angeles - Los Angeles / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Scott Reynolds (Vocal)
Stephen Egerton (Guitarra)
Karl Alvarez (Baixo)
Bill Stevenson (Bateria)
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Este é o terceiro single do grupo, lançado como divulgação de seu quinto álbum de estúdio, Percolater, pelo selo Cruz, e é o último trabalho lançado com Scott Reynolds, segundo vocalista do grupo. São músicas bem compostas, alegres e sem fúria, mas a qualidade técnica e sincronia do grupo, que tocam junto há quase uma década antes deste lançamento, desde os tempos de Descendents, fazem todo diferencial, existindo, ainda, um cover. Mesmo que as composições sejam fracos, os arranjos se superam e tapam os buracos deixados pela composição, dando um atrativo bastante interessante! Vale a pena ouvir, é a prova de que bons arranjos podem salvar uma composição!
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FAIXA A FAIXA:
1) Dot. Faixa título que possui, inclusive, videoclip de divulgação. É uma composição alegre e suave, mas com arranjos que fazem toda a diferença, frases de guitarra, variações rítmicas, pausas e acentos, somados a um vocal com um belo desenho melódico é o que caracteriza a música de divulgação! Vale a pena ouvir!
2) Boy Named Sue. Este é um cover, originalmente gravado na versão de Shel Silverstein, mas popularmente conhecido na versão de Johnny Cash. É um country-punk! Me lembra bastante o álbum Slippery When Ill do Vandals, não tem como explicar melhor!
3) Can't Say. Última faixa do single que, na minha opinião, é a melhor. É a mais embalada, com melodia típica de Ramones, porém com arranjo instrumental que, mais uma vez, faz toda a diferença. Enfim, mantém as mesmas características da primeira faixa, porém mais embalada!
Ouça o "ponto" de "tudo" e escute belos arranjos com melodias cativantes!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Alice Donut - Three Sisters (2004)

GÊNERO: Indie
ORIGEM: EUA (Nova York / Nova York)
FORMAÇÃO:
Tomas Antona (Vocal)
Michael Jung (Guitarra)
David Giffen (Guitarra)
Sissi Schulmeister (Baixo)
Stephen Moses (Bateria)
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Este é o sétimo álbum de estúdio do grupo, primeiro dos anos 2000, lançado pelo selo Howler. Este álbum já havia sido postado, aqui, em 2009, confira. Eu sou um grande admirador do grupo, porém, este não é dos meus álbuns preferidos, embora seja muito bom! Não é um álbum muito experimental como muitos outros do grupo, com raras exceções, as composições são executadas com formação básica de rock (voz, baixo, guitarra e bateria), sem muita "invenção"! Existe uma faixa em 5/8 e alguns acentos deslocados, mas nada de mais se comparado à outras épocas do grupo! De qualquer forma, vale a pena ouvi-lo, tem excelentes composições.
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FAIXA A FAIXA:
1) Kiss Me. O álbum começa com uma grande música, bem ao estilo Alice Donut de outros álbuns, com pausas e groove, além do fuzz a toda! Muito boa composição, vale a pena conferir!
2) Mr. Pinkus. Esta já se assemelha mais a um punk rock ou uma banda grunge. Embalada, sem frescura e trocas rápidas de acordes. Muito boa.
3) Wired. Com exceção da introdução, esta faixa se assemelha muito à anterior, embora seja mais lenta. A introdução (que aparece depois, no meio) é bem característico do grupo, com toques simples na caixa da bateria. Muito boa composição!
4) She Tells Me Things. Talvez a música mais trivial do álbum, sem nenhum detalhe a mais além dos arranjos de cada instrumento, mas embalada, lembra um punk rock. Também muito boa, principalmente no momento das pausas dos instrumentos no meio da música.
5) Running Arms In The Phillipines. Composição bem ao estilo do grupo, para mim, uma das melhores do álbum. Acordes abertos e um refrão que fazem toda a diferença, além dos arranjos da guitarra, no refrão. Vale a pena conferir!
6) Cost. Mais uma música ao estilo Alice Donut, esta com aquele toque "sombrio" para a intenção. Pouco drive (embora o baixo tenha um em um momento) e muita intenção e expressão, é o que fazem a música ser considerada muito boa!
7) Problems. Mais uma música trivial, ao estilo da faixa 4, porém com backing vocals que fazem todo o diferencial. É simples, mas é boa!
8) Up Is Down. Para mim, a melhor faixa do álbum, com certeza. Diferentes nuances durante a composição, bons trabalhos de dinâmica e expressão. Vale a pena conferir! O refrão com a caixa da bateria dobrada é a "cereja do bolo" da composição!
9) Helsinki. Música bem ao estilo Alice Donut, com riffs e acentos deslocados e um refrão sing-a-long muito bom. Também uma das melhores do álbum. Esta faixa possui um videoclip de divulgação que vale a pena conferir.
10) Kcick. Digamos que esta é a balada do álbum! Porém uma balada mórbida! É uma música lenta com intenções sombrias. Não me agrada muito, creio ser uma das piores do álbum.
11) Farmer's Almanac. Esta tem compasso 5/8! Excelente! Dá um aspecto de que tem alguma coisa fora do lugar, com certeza uma das melhores só por causa desta parte, já que o refrão é bem sem sal, mas a composição compensa só pela parte do 5/8!
12) Setting Sun. O álbum fecha com uma música que tem na guitarra o seu destaque, através dos riffs e das dissonâncias. Não é das melhores, mas é bacana, sem nada de especial, mas não é enjoativa, vale a pena conferir.
Escute as três irmãs e perceba as "viagens" deste excelente grupo!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Albert King - Live '69 (2003)

GÊNERO: Blues
ORIGEM: EUA (Indianola - Sunflower / Mississippi)
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Show gravado em 1969, casualmente no dia do meu aniversário, 29 de Maio, porém lançado somente em 2003 pelo selo Tomato. Não encontrei informações sobre os músicos que fizeram parte do álbum, além do próprio Albert que canta e toca guitarra, infelizmente. Um dos 3 kings do blues, este que é conhecido principalmente pelos bends que faz na guitarra, que por sinal, tem nome: Lucy! Além dos bends, que são feitos puxando as cordas para baixo já que ele é canhoto, mas não inverte as cordas para tocar, deixando a corda aguda em cima; a dinâmica que existe em suas composições e arranjos são algo espetacular. Para acompanhá-lo, é preciso ter um bom feeling e executar de acordo com o que a música pede. Muito bom o álbum, recomendo ouvi-lo, não irão se arrepender!
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FAIXA A FAIXA:
1) Introduction. A primeira faixa é uma introdução ao álbum. Existe uma apresentação enquanto a banda mantém uma harmonia bem característica de blues, com a dinâmica bem leve, até a guitarra começar o solo, quando então os instrumentos sobem a dinâmica.
2) Why Are You So Mean To Me. Um blues típico com seu chorus de 12 compassos em compasso simples, com a guitarra preenchendo os espaços com frases. Uma boa música para iniciar um show!
3) As The Years Go Passing By. Esta é, para mim, a melhor faixa do álbum. Um blues em compasso composto com a intensidade extremamente fraca, o que dá um clima muito interessante para a composição, que tem seu brilho através das inserções da guitarra e da execução do vocal. Som para ouvir relaxado (ou para relaxar?!)!
4) Please Come Back To Me. Mais um blues em compasso composto, mas este com a intensidade um pouco mais forte que a faixa anterior, embora mantenha as mesmas características.
5) Crosscut Saw. Esta já volta ao compasso simples, com a intensidade padrão, além de possuir um bom groove em sua levada, na intenção de Rock Me Baby, do outro King! Muito boa música!
6) Personal Manager. Mais um blues em compasso composto e, para mim, uma das melhores do álbum, principalmente devido às frases de guitarra.
Ouça o álbum e sinta toda emoção de um dos 3 reis do blues!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Aiden - Rain In Hell (2006)

GÊNERO: Emo Core
ORIGEM: EUA (Seattle - King / Washington)
FORMAÇÃO:
William Francis (Vocal, teclado)
Angel Ibarra (Guitarra)
Jake Wambold (Guitarra)
Nick Wiggins (Baixo)
Jake Davison (Bateria)
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Este é o quarto lançamento do grupo, segundo Ep, e foi lançado pelo selo Victory. Não é um álbum muito bom, exceto pelas duas faixas cover que possui. É uma banda que muitos dizem que é post hardcore, mas pra mim é emo, não difere muito. A influência de AFI dos anos 2000 é evidente, existindo um clima "sombrio" no visual e nas temáticas do grupo, por isso muitos consideram a banda como horror punk. Mas na boa, até se percebe influência de Misfits, mas colocar as duas bandas no mesmo lugar não tem como, por isso continuo categorizando como emo! Vale a pena conferir pelas faixas cover, as outras são ruins, bem fraquinhas.
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FAIXA A FAIXA:
1) A Candlelight Intro. Uma faixa bem de introdução, com sons de trovão e tempestade que logo vai aparecendo os instrumentos, iniciando por um dedilhado da guitarra com o mesmo acorde da versão de Halloween do Alice Donut!. Quando a voz entra, os instrumentos executam a mesma frase rítmica com constantes pausas. Bem clima de introdução mesmo.
2) The Suffering. Um bom embalo na estrofe, porém o refrão dá uma cadenciada e transforma o único elemento agradável de se ouvir em algo desagradável! A melodia vocal é o ponto fraco, muito "meloso" e "chorão". Os arranjos instrumentais são o que a música tem de melhor em termos de criação.
3) We Sleep Forever. Música com videoclip de divulgação, este é o melhor exemplo da influência de AFI dos anos 2000. Já melhor que a faixa anterior, mas ainda assim bem fraquinha, casualmente com as mesmas características da faixa anterior.
4) White Wedding. Sem sombra de dúvidas a melhor música do álbum, disparado! Esta é um cover do Billy Idol, lançado originalmente em seu álbum homônimo, em 1982. Bem hard rock, com baixo pedal, bateria bem marcada e riffs bem interessantes de guitarra, realmente vale a pena ouvir!
5) Die Die My Darling. A segunda melhor faixa do Ep, um cover de Misfits lançado originalmente em 1983, no álbum Earth A.D., porém gravada durante as sessões de Walk Among Us, em 1981. Existe uma diferenciação no arranjo em relação à original, mas nada que comprometa a composição, porém nada de especial também. Muito boa a versão, vale a pena conferir.
6) Silent Eyes. Esta é a última faixa do Ep, uma versão acústica, apenas violão e voz. Uma boa escolha para finalizar o álbum, mas com certeza a pior faixa do álbum, muito deprimente já que ela foi feita em homenagem ao baterista John Holohan. Válido pela homenagem.
Escute o álbum para conferir, ao menos, as duas versões cover, não irá se arrepender!

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Agressor - Orbital Distortion (1989)

GÊNERO: Black Metal
ORIGEM: França (Antibes / Provence Alpes Côte d'Azur)
FORMAÇÃO:
Alex (Vocal, guitarra)
Laurent (Baixo)
Thierry (Bateria)
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Esta é a quinta demo do grupo, lançada de maneira independente pouco antes de seu primeiro álbum, tanto que todas as músicas desta demo estão no seu álbum de estréia. É aquele típico black metal da década de 80 que às vezes se confunde com o thrash, lembra bastante Possessed, porém com vocal mais grave. É interessante a mixagem da voz que mantém um reverber constante, dando a sensação de um vocal mais sepulcral! Veloz e com belos riffs, recomendo ouvir esta demo e ter uma noção do som que o grupo fazia na época!
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FAIXA A FAIXA:
1) Paralytic Disease. Som veloz, com constantes riffs de guitarra e com levada em blast beat em alguns momentos, existindo uma parte mais cadenciada no momento do solo, mas que não dura muito tempo. Enfim, uma ótima música para abrir a demo.
2) Bloody Corpse. Esta música tem uma introdução mais cadenciada, à la Metallica (aparece, também, na metade da música), mas que não dura muito tempo, para logo em seguida vir o petardo! Com um riff bem estilo Possessed e um vocal grave e rouco acompanhado de uma bateria veloz, às vezes executada em blast beat, são as características deste som. Muito boa música!
3) Elemental Decay. Na minha opinião, a melhor faixa da demo, palhetadas rápidas, embalo na levada, blast beat, e, claro, o vocal grave, além de eventuais riffs no estilo Possessed são as características da música que encerra a demo, porém existe um trecho cadenciado no meio da composição. Música pra fechar a demo com chave de ouro!
Ouça a demo e escute a porrada dos franceses!

domingo, 13 de agosto de 2017

Aggression - Forgotten Skeleton (2004)

GÊNERO: Thrash Metal
ORIGEM: Canadá (Montreal / Quebec)
FORMAÇÃO:
Butcher - Éric Langlois (Vocal)
Burn - Bernard Caudron (Guitarra)
Sasquatch - Denis Barthe (Guitarra)
Dug Bugger - Yves Duguay (Baixo)
Gate - Gaëtan Bourassa (Bateria)
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Este é o segundo álbum de estúdio do grupo, mas deveria ser o primeiro, já que foi gravado em 1986, deveria ter sido lançado no mesmo ano, mas acabou sendo lançado apenas em 2004 pelo selo Great White North. É o legítimo thrash do final da década de 80, assemelha-se a muitas bandas, como por exemplo Possessed, Slayer, Sodom, Destruction, Vulcano, Sepultura, Nuclear Assault, M.O.D., Exploited, entre outras, mas já deu para tirar uma febre de como é o som dos caras! O vocal não acompanha o nível técnico do resto do grupo, mas mesmo assim não deixa o som ruim, apenas com aquela sensação de que poderia ser melhor! De qualquer forma é um som veloz, o que faz ser um disco que vale a pena ser apreciado. Existem três faixas da primeira demo de 1985, também. Para quem curte o thrash dos anos 80, não vai se decepcionar em nada com este disco!
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FAIXA A FAIXA:
1) Forgotten Skeleton. O álbum abre com um petardo instrumental, já dando o recado de que não tem frescura no som: rápido, veloz, furioso e com muitos riffs. Para mim, uma das melhores do disco! Começaram bem!
2) By The Reaping Hook. A música começa extremamente veloz, com uma bateria com blast beat, porém isso até o vocal começar a cantar. Isso ocorre no decorrer da música, sempre mais veloz quando não tem o vocal. Não acho das melhores, mas não é ruim.
3) Rotten By Torture. Muito boa música, mais uma vez bastante veloz, porém sem diminuir o andamento quando da voz, mantendo o embalo do início ao fim, sempre com muitos riffs de guitarra. Existe uma parte mais cadenciada executada com dois bumbos pela bateria, mas logo em seguida volta a ser veloz. Vale a pena conferir!
4) Green Goblin. Talvez a música mais veloz do álbum. Realmente um petardo quase que do início ao fim, o que faz esta ser a música de menor duração. Me lembra bastante Cryptic Slaughter, apesar da cadenciada que existe no final da faixa. Muito boa.
5) Frozen Aggressor. Muito boa música, lembra uma mistura de Exploited com Possessed e vocal de crossover. Um riff de guitarra não tão quadrado devido às acentuações, existindo eventuais partes cadenciadas, também não quadradas. Também muito boa a faixa.
6) Forsaken Survival. Para mim esta é uma das melhores do álbum. Veloz e com uma pegada mais crua, mais punk, existindo um riff no refrão que é espetacular, ainda mais que este é acompanhado pela bateria, também. Talvez, até, a melhor do disco.
7) Mutilator - Beware Of The Scarecrow. Muito boa música, a qual começa em fade in com um riff de guitarra que vem acompanhado da bateria e baixo, para logo em seguida iniciar uma espécie de introdução, o que seria a Mutilator, instrumental. Quando inicia Beware Of The Scarecrow, a velocidade inicia, com muita raiva nas palhetadas, o que faz a diferença do som, que também considero uma das melhores.
8) Kachina Dolls. Provavelmente a melhor faixa do álbum. Esta inicia com uma palhetada veloz da guitarra em sua introdução, para logo em seguida esta executar um riff à la Destruction, e, mais uma vez, a velocidade em evidência. Existe uma parte cadenciada executada com dois bumbos, o qual aparece o solo, algumas frases de guitarra e baixo, para então, uma frase bem atípica com o restante da música aparecer, algo semelhante a uma melodia de circo, finalizando com o mesmo petardo do início do som.
9) Bloody Massacre Carnival. Considero esta uma das piores do álbum, apesar de também ser veloz, iniciando, inclusive com uma levada em blast beat, não é uma música ruim, mas sem nada de mais.
10) Demolition. Também considero esta uma das melhores do álbum, com um riff bem Exploited, lembra um pouco de Extreme Noise Terror, além de ter aquele riff à la Destruction, também. Realmente muito boa, vale a pena conferir.
11) The Final Massacre. Esta seria a última música do álbum caso este tivesse sido lançado em 1986. Também acho esta uma das piores do álbum. Acho que é a música mais lenta de todas, mas ainda assim mantém aquela pegada bem thrash, mas não empolga.
12) Evil Pox. Esta é a primeira faixa demo do álbum. Percebe-se que é um som mais cru, afinal de contas é uma demo, mas mantém a mesma pegada veloz das faixas anteriores, a única diferença é a qualidade da gravação.
13) Metal Slaughter. Considero esta uma das melhores do disco, lembra um pouco de Venom e um pouco de Warfare. Creio esta ser a música mais punk do álbum, vale a pena conferir.
14) Torment Or Death. A música que fecha o álbum não deixa nada a desejar em relação às demais, com o mesmo pique veloz e os riffs marcantes da guitarra. Lembra muito Slayer, principalmente devido aos solos.
Ouça o álbum e perceba que os canadenses também fizeram história no thrash metal nos anos 80!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Agent Orange - Greatest & Latest - This, That - N - The Other Thing (2000)

GÊNERO: Skate Punk
ORIGEM: EUA (Placentia - Orange / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Mike Palm (Vocal, guitarra)
Sam Bolle (Baixo)
Steve Latanation (Bateria)
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Esta é a primeira coletânea lançada pelo grupo, através do selo Cleopatra. Apesar de ser considerado uma coletânea, o álbum possui, também, músicas inéditas, e todas músicas antigas são regravações, o que não dá um aspecto de coletânea propriamente dito. O repertório é constituído por músicas de todos os álbuns de estúdio até então lançados. O grupo dispensa apresentações. Tive a oportunidade de assistir a um show deles em duas oportunidades, sendo que a primeira delas foi exatamente na época deste álbum, com esta mesma formação. Foi um show emblemático, desde ver o Mike Palm flambar a parte de trás de sua guitarra, apagar o fogo, afinar e continuar o show, até ver este mesmo Mike Palm se irritar com seu amplificador, o qual falhara  no meio de Somebody To Love, para, no final da música, ele dar um bico de coturno no cabeçote do Marshall e o show ser interrompido por alguns minutos para que trocassem o cabeçote. Colocaram, então, um branco que pertencia ao T.S.O.L., que tocaria depois. Enfim, histórias à parte, vale a pena conferir estas novas versões e as músicas inéditas gravadas e lançadas neste álbum.
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FAIXA A FAIXA:
1) It's All A Blur. O álbum começa com uma música inédita, a qual, para mim, é a piorzinha do disco. Não é ruim, mas se assemelha bastante a um punk rock inglês dos anos 90. Com direito a solo e riffs de guitarra, mas nada de muito especial.
2) Say It Isn't True. Para mim, esta é a melhor versão gravada neste álbum. Realmente muito boa, podendo, talvez, ser a melhor faixa do álbum. Um clássico do grupo que merece destaque!
3) Breakdown. Esta está entre as 3 músicas mais "diferentes" em relação a sua versão original. A linha de baixo é realmente muito boa e merece destaque, o que perde em relação à original é o vocal, já que esta música em específico tem o seu diferencial na energia jovem que existia na década de 80, mas mesmo assim, muito boa a versão.
4) Wouldn't Last A Day. Única faixa que representa o seu único lançamento de estúdio da década de 90. É uma boa música, mas não tem comparação em relação a seus clássicos, o que a deixa meio esquecida no meio do repertório do álbum. As frases da guitarra são o diferencial da composição.
5) Everything Turns Grey. Um dos maiores clássicos do grupo, com uma versão embalada e linhas criativas do baixo, mantendo um pedal, na parte A, que faz a diferença. O timbre da guitarra´, no momento do solo, é muito semelhante à versão original, o que dá um clima vintage para a equalização digital do álbum.
6) Message From The Underworld. Mais uma faixa inédita, e esta é um cover. Composto por John Denney e Cliff Roman, gravado, originalmente, pelo grupo Weirdos. É uma boa música, mas desnecessária perto do repertório que o grupo possui. Vale pela homenagem, mas não é das melhores.
7) El Dorado. Música embalada, com arranjo bem semelhante ao original, inclusive o timbre de voz. Muito boa versão, com destaque para a linha de baixo na parte B.
8) Tearing Me Apart. Outra música que considero uma das melhores do álbum. Bastante semelhante à versão original, talvez um pouco mais veloz, mas pouca coisa. Os brilhos da guitarra fazem a diferença no arranjo. Vale a pena conferir!
9) Cry For Help In A World Gone Mad. Talvez a música com o arranjo mais diferente em relação à versão original, principalmente devido à sua introdução. Mais um clássico do início da carreira e, também mais uma vez, o vocal faz a diferença, já que a energia do vocal jovem da versão original se perde nesta nova versão. Mas clássico é clássico e de ruim não tem nada!
10) I Kill Spies. Outra que considero uma das melhores do álbum. Bastante semelhante à versão original, o timbre e o arranjo da guitarra faz toda a diferença nesta música, bem como a preparação para a parte B. Vale a pena conferir!
11) Bloodstains. Talvez o maior clássico do grupo. Uma boa versão, bastante semelhante às anteriores, inclusive o solo. O vocal é a maior diferença, mas mantém o mesmo pique das demais versões, não deixa a desejar!
12) What's The Combination? Outra música inédita do álbum, e considero-a a melhor das inéditas, com uma boa harmonia e dinâmica. A parte B da música é o destaque e esta faixa creio ser a melhor novidade do álbum.
13) Bite The Hand That Feeds (Instro). O álbum fecha com seu clássico surf instrumental. Também com um arranjo e timbres bem semelhantes à versão original. Uma boa faixa para finalizar o álbum!
Ouça a coletânea e tire suas próprias conclusões sobre as novas versões!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Agathocles - Semtex 10 (2010)

GÊNERO: Grind Core
ORIGEM: Bélgica (Mol / Antuérpia)
FORMAÇÃO:
Jan Frederickx (Vocal, guitarra)
Matty (Guitarra)
Vince (Baixo)
Burt (Bateria)
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Ep lançado em 2010, pelo selo Sunship, porém com gravações de Dezembro de 1997. Creio eu ser esta a banda que mais tem material lançado. É demais mesmo! Este aqui é só mais um! O curioso deste Ep é que apenas uma música tem voz, as demais são instrumentais. Provavelmente porque a formação está unida um mês antes de gravarem as faixas. É uma boa banda, não considero das melhores, mas é boa e merecem respeito. São bastante ativistas no meio underground e o sentimento D.I.Y. está visivelmente presente no som do grupo. Perdi a oportunidade de assisti-los. Me lembro de que não pude ir ao show pois este era em uma segunda-feira às 19 horas, no Guanabara, e neste dia eu tinha uma prova na faculdade que não podia perder. De qualquer forma, fica aqui o som dos caras para que possam ouvir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Detonating Nitroglycerin. Esta é a única faixa do Ep que possui voz. É, na minha opinião, a melhor do Ep, começando com uma alteração rítmica entre uma levada veloz e um blast beat. Muitos riffs de guitarra que fazem a diferença no arranjo. O vocal parece vir de uma tumba! Grave e rouco. Mas, realmente, a grande diferença está nas guitarras.
2) Semtex 10. Música que dá nome ao Ep. Muita levada em blast beat e riffs de guitarra que fogem de uma ideia tonal são o grande diferencial da composição que, na minha opinião, é a pior do Ep, acaba se tornando enjoativa, mas ainda assim é uma boa música. Lembrando que esta é uma faixa instrumental!
3) Dormant Cell. A faixa que finaliza o Ep é a mais parecida com um metal. Tem um riff de guitarra que lembra bastante Possessed, existindo variações rítmicas nas levadas por parte da bateria, embora esta seja a única sem blast beat. Também instrumental, vale a pena conferi-la!
Escute Semtex 10 e curta um ícone do gênero: odiado por muitos e amado por outros muitos!