domingo, 25 de junho de 2017

Acid Connection - Buzz Bait (1998)

GÊNERO: Crossover
ORIGEM: Japão (Nagoya / Chubu)
FORMAÇÃO:
Sasa-Yan (Vocal)
Otake (Guitarra)
Hee? (Baixo acústico)
Yu-Inch (Bateria)
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Este é o primeiro Ep e único lançamento do grupo, lançado pelo selo Downer. Existe pouca informação sobre a banda à disposição, todos classificavam a banda como sendo psychobilly, talvez pelo fato de ter contrabaixo acústico na formação, porém o som é muito semelhante à Accüsed, lembrando um pouco de Agnostic Front (na época do Cause For Alarm), podendo ser classificado como hardcore old school, já que é um crossover mais hardcore do que metal! O grande destaque está nos slaps do baixo, já que o som é bem cru, com palhetadas rápidas da guitarra que também ajudam a deixar o som mais bacana. Não existe uma qualidade técnica muito grande, mas tudo está no lugar, destacando, mais uma vez, o baixo acústico. Realmente uma proposta diferente, além das composições que são muito boas, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
A faixa que abre o Ep chama-se Reject. Na minha opinião, a melhor música do álbum, começa com uma introdução instrumental não muito veloz, para logo em seguida começar os slaps do baixo, bem como as palhetadas velozes da guitarra e o vocal rasgado e distorcido, com um refrão marcado, dando espaço para uma parte cadenciada. Ouça e não se arrependa, vai querer ouvi-la de novo!
Ballroom Blitz, uma das músicas mais copiadas por grupos de diferentes gêneros, é a última música do lado A. Esta música foi composta por Mike Chapman e Nicky Chinn, originalmente gravada pelo grupo Sweet, em 1973. A versão do Ep é bastante embalada, com as palhetadas velozes da guitarra e os slaps do baixo, mais uma vez, fazendo a diferença! Confira esta versão, muito bom o arranjo!
Radical Idea abre o lado B do Ep e, junto com a primeira faixa, está entre as melhores. No mesmo pique da primeira faixa, porém com refrão mais sing-a-long e uma introdução não tão extensa. O curioso é que no final entra um arranjo totalmente novo, não muito longo, o que dá a sensação de que uma nova música foi emendada. Esta última parte lembra bastante Agostic Front.
Buzz Bait, a faixa título do Ep é a música que fecha o álbum. Esta sim é a que tem mais característica de um psychobilly, aliás, esta é um psychobilly, com progressão harmônica típica do rockabilly, porém com um arranjo bem jazz mesclado com um psychobilly no decorrer da composição se torna a marca registrada da música. O grande destaque está no baixo acústico que carrega nas costas o arranjo da música, sendo a letra bem curta, cantado apenas o seu título.
Ouça o Ep e perceba que o baixo acústico é um excelente instrumento para se tocar, também, crossover!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Ace - Holding On (1986)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: França (Cannes / Provence-Alpes-Côte D'azur)
FORMAÇÃO:
May Field (Vocal)
Paddy (Guitarra)
Angie (Baixo)
Lee Mons (Bateria)
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Este é o primeiro single do grupo, lançado pelo selo N.E.W., após 3 demos. Possui músicas da primeira e terceira demos. É uma banda que se assemelha a Mötley Crüe, Poison, Judas PriestVan Halen, entre outros deste estilo. O último lembra muito devido às guitarras. É o típico hard rock glam poser da década de 80, com vocais melosos e frases de guitarra melodiosas. Para quem curte o gênero, este é um prato cheio!
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FAIXA A FAIXA:
Holding On abre o single. É uma balada hard rock típica! O exemplo perfeito de um love metal! Esta possui videoclip de divulgação que é bem divulgação, pois a música não toca até o fim! A parte A é executada com as guitarras arpejadas e sem distorção, existindo uma frase de guitarra que prepara para o refrão, que é quando a distorção aparece na base. O refrão e a frase da guitarra são o que dão um toque a mais na composição, que é bem "mela cueca". Não curto muito esse som, mas depois de ouvir bastante a gente se acostuma com o refrão!
Eat Me Love Me é a música do lado B do single e também tem videoclip de divulgação. Já bem melhor que a primeira, começa com uma frase de guitarra que lembra bastante Van Halen, enquanto que após a entrada da voz a música se assemelha a Judas Priest. O refrão é o ponto forte da música, com um refrão sing-a-long e um riff de guitarra que o tornam marcante. O final da música tem a caixa dobrada e dois bumbos que dão uma fúria a mais para o arranjo. Vale a pena conferir, muito boa música!
Escute o single e veja que os franceses sabem ser tão posers quanto os californianos!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

A.C.A.B. - No. 1 (2002)

GÊNERO: Oi!
ORIGEM: Malásia (Kuala Lumpur / Distrito Federal)
FORMAÇÃO:
Megat Magskin Hafiz (Vocal)
Eddy J. Herwan (Guitarra)
Anaskin Skywalker (Guitarra)
Hardy Sham (Baixo)
Zul (Bateria)
Black (Bateria)
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Esta é a segunda coletânea do grupo que contém músicas de todos os álbuns já lançados pelo grupo até então, nada mais do que 3 álbuns, 3 ep's e 1 demo. Esta coletânea foi lançada pelo selo Clockwork. É uma banda bastante eclética, apesar de ter classificado-a como Oi!, existem músicas punk rock, outras street punk, ska, rocksteady e até heavy metal! Fica extremamente perceptível a diferença de álbum para álbum, já que as músicas não estão em ordem cronológica ou algo em que separe pelas qualidades de gravação. É um disco com altos e baixos, existem músicas excelentes, realmente muito boas, em compensação existem músicas horríveis, realmente ruins mesmo. Não conheço muito a banda, mas, percebe-se, tem seu valor e creio ser uma das maiores bandas do gênero em seu país. Vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
O álbum abre com City Girls, um street punk cru e original. As pausas e o refrão são o toque a mais que toda composição merece! O solo, apesar de simples, dá um brilho a mais, assim como as eventuais pausas. Pena a qualidade da gravação não ser das melhores, já que vem de uma demo.
A segunda faixa chama-se Racial Hatred, já possui uma qualidade de gravação bem superior, bem pesada e, inclusive, com harmônicos artificiais na guitarra. O refrão é o ápice da música e este me lembra o refrão da música Human Rights do grupo Cruel Maniax! Não é das melhores mas não é ruim!
We Are The Skins é o nome da terceira faixa, que é um punk rock estilo inglês, não muito veloz, com refrão sing-a-long e solo melódico com poucas notas. Nada de especial, mas não chega a ser ruim.
A.C.A.B. é a primeira das melhores músicas do álbum a se apresentar! Sua harmonia na parte A é quase igual a uma música que eu tocava com o Los Sombreros, a música se chamava Sistema Maldito! É um punk rock, também não muito veloz, que tem um refrão simples e que fica na mente! Muito boa, vale a pena conferir!
Streets Of Uptown é a primeira de uma seqüência de músicas horríveis! É uma balada punk rock, lenta, com harmonia à la Beatles e frase melódica romântica, realmente muito ruim, não aconselho ninguém a ouvi-la!
We Are The Youth é a segunda música horrível da seqüência. Ela segue as mesmas características da música anterior, outra balada punk rock, lenta. Realmente muito ruim, passe esta faixa quando chegar a sua vez de ouvi-la!
Sabe quando o cara pensa que depois de duas músicas muito ruins, em seqüência, a coisa não tem como piorar? Pois piora, e muito! A responsável por isso é a faixa 7 chamada Bersama Semula. Esta consegue ser ainda pior que as duas faixas anteriores! Arrastada, chata, e também uma balada punk rock! Se esta tivesse a metade do andamento e outra expressão vocal, seria um ótimo doom!
Agora a coisa começa a melhorar! Ainda não no seu melhor momento, mas Orang Timur é um heavy metal. Com harmonias executadas em cavalgadas e seu modo menor, a música lembra bastante bandas de heavy metal como Iron Maiden, com exceção da qualidade técnica e, principalmente, o vocal. A guitarra está bem trabalhada nesta faixa, típico de uma música de heavy metal! Vale a pena conferir!
A faixa 9 nos leva do heavy metal da faixa anterior até um ska sem drive nenhum, tudo bem clean. Este ska chama-se Fight For Your Rights, e tem ainda um teclado executado por Megat Magskin Hafiz como toque a mais! Uma boa música para quem quer ficar sossegado!
Bookies é mais uma da demo, por conseqüência, a qualidade não é das melhores, mas a música é um street punk cru e sem frescuras, mostrando tudo a que tem direito! Boa música.
A partir da faixa 11 vem, na minha opinião, a melhor seqüência do álbum, e esta inicia com Unite & Fight. Um street punk no estilo Subhumans, com um refrão marcante, solo e embalada, excelente composição, uma das melhores do álbum, com certeza! Confira e confirme!
Unfairground. Creio ser esta a melhor música do álbum, na linha da faixa anterior, à la Subhumans, o refrão marcante e marcado, com frase da bateria e sing-a-long, fazem toda a diferença, que tem um brilho a mais com o solo de guitarra! Realmente esse som mata a pau!
Uma pausa pra respirar com a faixa 13, mais uma balada punk rock chamada Where Have All The Bootboys Gone!. Não chega a ser ruim como as baladas anteriores, mas também não é lá grande coisa, nada de mais a não ser as frases melódicas da guitarra que preenchem os espaços da melodia principal.
Skinhead 4 Life é outra música que mata a pau, com certeza a segunda melhor do álbum, e tudo graças à suas partes B e C, mas especialmente a parte B, esta parece uma declamação que aparenta ser bem sincera na sua expressão, existindo, ainda, um bom riff de guitarra na parte A, o qual também é a introdução da música. Vale a pena conferir, é daquelas músicas que chega a arrepiar os pêlos do braço!
A faixa 15 chama-se We Are A.C.A.B. e também é uma das melhores, segue a mesma linha da faixa anterior, embora não tenha nada que arrepie lugar nenhum! O refrão é o ponto forte, que já vem com uma preparação para ele na parte B. Muito boa a música.
Freedom & Justice também é uma balada, mas desta vez uma balada heavy metal e não punk rock! Depois ela embala e se torna uma mescla de heavy metal e punk rock, voltando a virar balada logo após. Não é ruim, mas quase!
A penúltima faixa chama-se Perjuangan e esta é uma cópia de Hallowed Be Thy Name do Iron Maiden. Eles poderiam, facilmente, serem processados por plágio, embora não tenha todos os detalhes iguais, a intenção é exatamente a mesma, a melodia é quase idêntica, as frases de guitarra... apenas o vocal que é autêntico! E isto por causa do timbre e não do arranjo! Mas é uma boa música, vale a pena conferir.
A última faixa chama-se Bunga Padang Pasir e esta é um rocksteady que começa de forma acústica com violões. É uma boa música para finalizar o álbum, embora não seja uma das melhores faixas dele. As frases da guitarra dão um brilho a mais, assim como o teclado existente.
Confira o ecleticismo de No. 1 e saia cantarolando "unfairground, unfairground..."!

sexta-feira, 9 de junho de 2017

AC/DC - Live (1992)

GÊNERO: Hard Rock
ORIGEM: Austrália (Sydney / New South Wales)
FORMAÇÃO:
Brian Johnson (Vocal)
Angus Young (Guitarra)
Malcolm Young (Guitarra)
Cliff Williams (Baixo)
Chris Slade (Bateria)
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Este é o segundo álbum ao vivo da discografia oficial. Apesar de ter sido lançado em 1992, pelo selo ATCO, todas as faixas foram gravadas em 1991 durante a turnê de divulgação de The Razors Edge. O curioso do álbum está na edição das faixas e no arranjo do fim das mesmas, isto porque elas começam e terminam, quase que em sua totalidade com fade-in e fade-out, respectivamente, bem como a execução, ou do acorde dominante ou do acorde fundamental, do fim que cria um clima interessante. No mais se mantém como a banda sempre foi, com suas características próprias na exibição ao vivo, muito por causa de Angus Young. Um ótimo álbum, bem mixado e equalizado que vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
O álbum começa com Thunderstruck, abrindo o show com uma música do novo álbum, esta versão foi editada com momentos de dois shows diferentes. O início, com o som dos trovões e o final que contém um resmungo de Brian Johnson foram gravados no Donington Park, em Leicestershire, na Inglaterra no dia 17 de Agosto, enquanto a música foi gravada na Espanha. Uma excelente música para iniciar um show, em especial pelo riff de guitarra no início.
Shoot To Thrill é a segunda faixa, uma das poucas que não começa com fade-in, esta foi gravada no dia 23 de Abril, na Inglaterra, mais precisamente no NEC em Birmingham. Um clássico do seu álbum mais vendido pra animar o público logo no início!
Mais um clássico no início: Back In Black é o nome da faixa 3, que foi gravada no mesmo show da abertura dos trovões, na Inglaterra. Com exceção do final, é a música como ela é na versão de estúdio, sem mexer em nada do arranjo.
Sin City é a quarta faixa e a primeira da "Era Bon Scott", começa com uma pequena fala de Brian Johnson, e se mantém como na versão de estúdio, embora, obviamente, o vocal dá uma outra característica para a música. A parte do  meio em que as guitarras param cria um clima bastante interessante, em especial ao vivo, podendo se ouvir a platéia neste momento.
Who Made Who dá nome à faixa 5, e foi gravada no mesmo show da faixa 2, na Inglaterra. É uma música para dar uma amaciada no clima, já que ela não é tão explosiva quanto à maioria das outras. O grande destaque está nos legatos da guitarra que aparecem em diversas oportunidades no decorrer da música, tanto em regiões médias quanto agudas. Uma boa música para ouvir.
A sexta faixa, Heatseeker, foi gravada no mesmo dia da faixa anterior. Já é uma música mais embalada, mas sem o mesmo apelo que os grandes clássicos do grupo, embora as guitarras, mais uma vez, criam o destaque da música devido à seus riffs, embora existam alguns momentos em que arranjos rítmicos se tornam interessantes.
Fire Your Guns é a segunda música do álbum de divulgação a ser apresentada, esta foi gravada no mesmo show da faixa 3. Mantém uma boa seqüência, já que ela mantém um embalo semelhante à faixa anterior, também com um riff de guitarra como destaque.
A faixa 8, Jailbreak, é uma das músicas que mais tem variações no seu arranjo, começando pela exibição solo de Angus Young, o que também acontece no meio da música. Esta faixa foi gravada no mesmo dia da faixa 6. Vale a pena conferir esta versão, que é bem singular!
O blues clássico do grupo, The Jack, dá uma acalmada no clima, um momento para respirar! Esta versão foi gravada em um show em Moscou, na Rússia, num local chamado Tushino Airfield, no dia 28 de Setembro (o dia do centenário do Peñarol!). O destaque está na interação de Brian Johnson com o público, que canta junto e acompanha a canção no momento antes do solo de guitarra.
Mais uma música do álbum novo: The Razors Edge. Música gravada no mesmo show da faixa 8. É uma música pesada, mas sem grandes momentos, é mais o clima que a guitarra cria que destaca a música, apesar da dobra da caixa da bateria após o refrão.
A faixa 11, Dirty Deeds Done Dirt Cheap, foi gravada no mesmo dia da faixa anterior e se mantém semelhante à versão de estúdio. É uma boa seqüência, pois assim como a faixa anterior, é pesada, mas não muito embalada, a não ser no momento do solo, que também tem uns legatos, que sobem cromaticamente, bastante interessantes.
Moneytalks é o nome da faixa 12, que também é a última música do CD 1, ela foi gravada no mesmo show da faixa anterior. É mais uma música do novo  álbum, e ela se mantém fiel à versão do álbum de estúdio. Uma das melhores, com um refrão marcante!
O CD 2 abre com Hells Bells e é a primeira faixa com uma versão de uma apresentação fora da Europa. A música foi gravada no Northlands Coliseum, em Edmonton, no Canadá, no dia 22 de Junho. Mais um clássico, com o sino em seu início sendo a marca registrada da música, muito boa música que também se mantém fiel à versão de estúdio.
Are You Ready dá nome à faixa 14, esta versão foi gravada em local desconhecido, mas vale a pena conferir já que é uma música não muito comum de se ver no setlist do grupo, talvez apareça aqui por ser mais uma música do álbum novo de divulgação. Uma das melhores, sou fã deste som, vale a pena conferir.
A faixa 15 é That's The Way I Wanna Rock 'n' Roll, embalada e com um riff inspirador que se mantém por toda parte A, também é uma das melhores apesar de manter as características do arranjo como a versão de estúdio. Também tem local desconhecido, assim como a faixa anterior.
High Voltage, um dos primeiros clássicos do grupo, dá nome à faixa 16, que foi gravada também em local desconhecido, assim como a faixa anterior. Esta versão mantém o arranjo clássico das versões ao vivo, desde a época de Bon Scott, a qual existe uma pergunta e resposta entre o vocal e o público. Muito bacana, cria um clima mais intimista entre banda e público.
A faixa 17 é outro clássico do grupo: You Shook Me All Night Long, gravada no mesmo dia da faixa 7, na Inglaterra. Mantém o arranjo da versão de estúdio, com exceção do final.
Outro grande clássico dá nome à faixa 18: Whole Lotta Rosie, gravada no mesmo show da faixa 9, na Rússia. Versão semelhante à do álbum ao vivo anterior, ainda com Bon Scott, existindo, no começo, um coro da platéia gritando o nome de Angus, o que já se tornou uma marca registrada da música em suas exibições ao vivo. Sou grande fã desta música, nunca é demais ouvi-la!
No dia 20 de Abril, os irmãos Young voltaram à sua terra natal, Escócia, e fizeram um show no S.E.C.C., em Glasgow, o qual tocaram a faixa 19, Let There Be Rock, também com sua versão clássica das exibições ao vivo em que existe um longo trecho em que Angus Young improvisa em sua guitarra, se atirando no chão do palco, deitando e rolando, literalmente! Sempre é interessante ouvir o que sai ao natural da expressão do guitarrista nesta música, pois ela é baseada em improvisos.
No mesmo dia da faixa anterior, o grupo gravou Bonny, música que foi gravada originalmente no lado B do single Jailbreak, porém com o título de Fling Thing. Na verdade esta é uma melodia tradicional escocesa chamada The Bonnie Banks O' Loch Lomond, o mais vibrante é o público cantando a canção junto da guitarra que executa, sozinha, a melodia, realmente muito bom, embora de curta duração!
A faixa 21, Highway To Hell é uma continuação da faixa anterior, por isso também é outra que começa sem fade-in. O arranjo mantém-se fiel à versão de estúdio, com exceção do final. Um outro grande clássico do grupo.
T.N.T. é a penúltima faixa do disco, e foi gravada no mesmo dia da faixa 10. É uma boa música, mantendo o arranjo bem semelhante ao original.
O álbum termina com outro grande clássico do grupo, e, na minha opinião, uma das melhores do grupo: For Those About To Rock (We Salute You), esta versão foi gravada no mesmo dia da faixa 13, e tem como grande destaque os tiros de canhão em seu final, deixando-a como a música perfeita para finalizar o show, ainda mais com o arranjo do final da música que dá um clima de "campo de batalha". A música para finalizar o álbum com chave de ouro!
Ouça um álbum repleto de clássicos de uma das maiores bandas de rock da história!