quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Cripple Bastards - Life's Built On Thoughts (1993)

GÊNERO: Grind Core
ORIGEM: Itália (Asti / Piemonte)
FORMAÇÃO:
Giulio The Bastard (Vocal)
Alberto The Crippler (Guitarra)
Michele Hoffman (Bateria)
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Este é o primeiro Ep do grupo, lançado pelo selo A-Wat. O quarto trabalho, ainda sem baixista na formação, mas mantendo a mesma pegada de sempre! O curioso é que este Ep teve duas prensagens, ambas de 500 cópias, porém a primeira prensagem possui o título do álbum escrito de maneira incorreta, o que foi corrigido na segunda prensagem, além de que a contracapa das duas prensagens são diferentes. Músicas velozes, geralmente de curta duração, com muita energia e pouca técnica, vocal rasgado (pra não dizer gritado), o grande destaque, na minha opinião, está na bateria, que exige bastante fôlego e resistência por parte do intérprete, ajudado pela pequena duração das faixas. É um Ep que representa bem o início da carreira do grupo, ainda com recursos que não deixavam as composições tão pesadas, com a freqüência de médios em evidência, existindo uma faixa instrumental. A melhor composição do grupo, na minha opinião, faz parte deste Ep!
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FAIXA A FAIXA:
1) S.L.U.T.S.. O Ep já inicia com um petardo! O arranjo conta com pequenas pausas na introdução, para depois aparecer o blast beat com vocal gritado em dois timbres diferentes. Logo em seguida a faixa já finaliza!
2) Living Monuments. Outra faixa de curta duração, porém com uma introdução já mais trabalhada e não tão veloz. Depois, mais uma vez, entra o blast beat com vocal rasgado!
3) Radije Volim.... Considero esta uma das melhores faixas do Ep. Com duas partes bem distintas, esta já não é uma composição tão veloz, o que identifica bem cada uma das partes.
4) Offensive Death. Mais uma música veloz e de pouca duração, assemelha-se mais às primeiras faixas, porém tem um aspecto mais "bagunçado".
5) 0:01. O título já diz tudo! Apenas um segundo de blast beat e vocal gritado!
6) Bonds Of Enmity. Outra faixa que tem o arranjo mais trabalhado, com partes distintas em sua forma. Claro, a clássica característica do grupo está evidente, mas também existe uma parte menos veloz.
7) Miniaturized Eden. A faixa inicia mais lenta, em sua introdução, mas, logo após, o blast beat e o vocal gritado aparecem. Esta também tem um aspecto mais "bagunçado".
8) Prisons. Faixa não muito veloz, com o vocal gritado, também tem um aspecto de bagunça em seu arranjo, mas ainda assim é uma boa faixa!
9) The Opinion Of The Poor. Aqui está a faixa instrumental do Ep, considero-a uma das melhores, com um arranjo bem trabalhado, me agrada, e muito, o arranjo da bateria, bastante criativo, sendo o grande destaque do arranjo.
10) Stimmung. Esta é, e sempre foi, a melhor composição do grupo em todos os tempos. Se assemelha mais a um punk rock do que a um grindcore, sendo uma das poucas faixas do grupo em que o vocal não está o tempo todo gritado!
11) Imposed Mortification. Aqui temos mais uma faixa com as características do grupo: blast beat e vocal gritado. Esta, porém, sem aspecto de bagunça.
12) Vital Dreams. Outra faixa que considero das melhores. Também não tão veloz, considero a guitarra o grande destaque do arranjo, principalmente na introdução. O vocal se mantém gritado!
13) More Frustrations. Faixa que possui o bumbo bem pulsante na parte A, enquanto que a parte B mantém as mesmas características, de sempre, do grupo.
14) Falling Wish. Outra faixa bem semelhante à faixa 5, porém esta tem 4 segundos e não apenas 1!
15) My Serenity. Outra faixa que considero das melhores do Ep, esta tem uma característica singular, possui muito groove, quase um rap, diria que esta tem pitadas de funk metal.
16) Dealing With A Pressing Problem. O Ep finaliza com uma faixa bem tradicional no que diz respeito às características do grupo, com o detalhe de que o vocal é, todo ele, grave, sem arranjos mais agudos.
Escute o Ep e perceba que a vida é construída em pensamentos!

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Cramps - Look Mom No Head! (1991)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: EUA (Sacramento-S.C. / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Lux Interior (Vocal)
Poison Ivy (Guitarra)
Slim Chance (Baixo)
Jim Sclavunos (Bateria)
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Este é o quinto álbum de estúdio do grupo, lançado pelo selo Restless. É um bom álbum, com músicas muito boas e outras boas, mantendo aquela mesma característica do grupo, que é um som que mistura punk rock com rockabilly, surf music, blues e country e muita expressão, principalmente por causa da voz. As músicas não são muito aceleradas, mas não possui nenhuma música ruim. Existem 4 faixas que são cover, e uma delas conta com uma participação especial nos vocais. Sem muito o que falar, pois o nome do grupo já fala por si só! Considerado por muitos como os pais do psychobilly! Não deixe de ouvir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Dames, Booze, Chains And Boots. O álbum abre com a música de trabalho, a qual possui videoclip de divulgação. É uma composição bem rockabilly, harmonia clássica do gênero além de riffs de guitarra também bem característicos. A melhor escolha para a música de trabalho, com certeza.
2) Two Headed Sex Change. Considero esta a melhor faixa do álbum, uma das mais embaladas, mas principalmente devido ao refrão, excelente! A parte A tem um clima bem diferente do refrão, o que acaba destacando bem as partes. Vale a pena conferir!
3) Blow Up Your Mind. Considero esta faixa uma das melhores do álbum, também com um clima bem interessante, principalmente devido à guitarra, enquanto o refrão já embala mais, principalmente devido à caixa dobrada.
4) Hardworkin' Man. Eis que chega o primeiro cover do álbum! Esta é uma composição de Jack Nitzsche, Paul Schrader, e Ry Cooder, gravada para a trilha do filme Blue Collar, de 1978, dirigido por Schrader e creditado para Captain Beefheart, o cantor. É um blues à la Hoochie Coochie Man, ou Bad To The Bone, bem semelhante mesmo. O curioso é o ostinato, que se mantém durante toda a faixa, de um som metálico, realmente hipnotizante!
5) Miniskirt Blues. Outro cover! Desta vez a composição é de Simon Stokes, gravada originalmente pelo grupo Flower Children, em 1967. Esta é a faixa que conta com a participação de Iggy Pop nos vocais. A faixa mais adequada para a participação do cantor, já que esta soa semelhante às gravações de sua carreira solo neste mesmo período.
6) Alligator Stomp. Uma faixa que tem conotações bem country, mantendo um certo embalo, principalmente devido à caixa dobrada. O vocal é executado com drive, e, muitas vezes, soa mais falado do que cantado.
7) I Wanna Get In Your Pants. Esta faixa soa muito como o clássico Summer Nights, trilha de Grease! Porém com a expressão Cramps de tocar! O vocal volta a ficar intimista mais uma vez!
8) Bend Over, I'll Drive. Outra faixa bem bacana, com a harmonia padrão do rockabilly, esta soa bem surf music. O embalo da bateria com o toque duplo na caixa reforça esta sensação. Porém nada alegre, pelo contrário, tudo muito obscuro.
9) Don't Get Funny With Me. Um shuffle! Se tivesse que resumir em uma palavra, seria essa. O clássico rockabilly dos anos 50 / 60, incluindo o efeito percussivo do shuffle, não com o contrabaixo, mas com a bateria. Bem interessante a faixa!
10) Eyeball In My Martini. Com certeza a faixa mais embalada do álbum, e outra que considero das melhores! O refrão é sensacional, bem como o riff da guitarra na introdução. A troca rápida entre dois acordes, na parte A, dá uma sensação bem bacana. Talvez a faixa mais psychobilly de todo álbum!
11) Hipsville 29 B.C.. O terceiro cover do álbum! E outra faixa que considero das melhores! Esta é uma composição de Don Turnbow, gravada originalmente pelo grupo Sparkles, em 1967. O riff da guitarra é o grande destaque na minha opinião.
12) The Strangeness In Me. O álbum finaliza com mais um cover! Composição de Ellis Mize, gravada originalmente pelo grupo Runabouts. Como Lux e Poison eram grandes pesquisadores e colecionadores de Lp's, geralmente as versões são de artistas obscuros e pouco conhecidos, por isso, não encontrei informação suficiente sobre esta composição. Com certeza a pior faixa do álbum, um shuffle / blues bem lento, mas com um tremolo ligado o tempo todo, que é o grande destaque.
Ouça o álbum e fale: veja mãe, sem cabeça!

domingo, 7 de outubro de 2018

Corrosão - Do You Want A Demo Tape? (1993)

GÊNERO: Skate Punk
ORIGEM: Brasil (Barretos / São Paulo)
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Não tenho nenhum conhecimento sobre esta banda, pelo que pesquisei, vi que esta é a banda antecessora do Guliver, um grande nome do hardcore melódico dos anos 90 no Brasil. Creio que este seja um dos últimos registros do grupo, já que em 1994 se formou o Guliver. Consegui esta demo no blog Demos pra download, e também não continha nenhuma informação a não ser o ano! Embora eu tenha classificado como skate punk, está na tangente com o hardcore melódico, aliás, acredito que só não é mais melódico devido à época, a qual não se tinha conhecimento de muitas bandas do gênero. Às vezes soa bem punk rock, porém mais acelerado, já que a maioria das faixas são bem velozes. Não existe muita técnica, aliás, quase nada, mas muita energia, o que compensa! Lembra uma mistura de Sub Society com Fugazi, porém ligado no 220, ou seja, muito mais veloz! É uma boa demo, com boas composições, mas nada muito empolgante, vale o registro. A qualidade não está das melhores, mas melhor do que está, vai ser difícil conseguir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Technology. A demo inicia com um som bem veloz, harmonias bem simples, vocal rasgado, com mudança de dinâmica no decorrer da faixa. Boa composição, mas nada empolgante.
2) Beat. A faixa menos veloz de toda demo, com certeza, apesar do refrão me desmentir! Esta é a faixa que mais me desagrada, mas ainda assim, não é ruim!
3) Hard Puzzle. Considero esta a melhor faixa de toda demo, com certeza, principalmente devido à parte A, enquanto a parte B já é mais trivial, mas que tem um acorde que faz toda diferença! O vocal oscila entre o rasgado e o limpo. Ótima faixa, vale a pena conferir.
4) Energy To Live. Esta chega a ser engraçada por ter a harmonia da parte A idêntica à música Nicotina, do Replicantes! Como esta é uma música bem conhecida, a comparação é inevitável! Mas o grande destaque está na parte B, com certeza, realmente excelente, lembra muito Sub Society.
5) Freddy Thought Wrong. A demo encerra com uma faixa sem frescura, velocidade do início ao fim, com ritmo bem quadrado, mas constante. Ela termina de uma maneira inesperada, quase como um susto!
Ouça a demo e veja se você quer uma fita demo!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Conquest For Death - Conquest For Death (2006)

GÊNERO: Hardcore Old School
ORIGEM: EUA (Emerville-A.C. / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Devon Morf (Vocal)
Alex Yeung (Guitarra)
Craigums - Craig Billmeier (Guitarra)
Robert Collins (Baixo)
Kiku Toshikazu (Bateria)
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Este é o primeiro Ep, e primeiro trabalho, lançado pelo grupo, através do selo Wajlemac. Pode-se dizer que esta é uma banda que só existe graças às possibilidades da internet, já que possui dois integrantes de São Francisco, dois de Oakland (todos dos EUA) e um de Okinawa (Japão), ou seja, não há como se reunirem para ensaiar, as gravações são feitas, enviadas um para o outro através da internet, sendo cada um responsável pela sua parte de maneira independente. Coloquei como o grupo sendo de Emerville, pois este é o endereço do selo que os lançou! Bom, falando de som, as músicas têm pequena duração, enquanto que o grupo faz um hardcore old school na tangente com um crossover, lembrando uma mistura de Cryptic Slaughter com D.R.I. e pitadas de S.O.D.! É um som veloz e muito enérgico, mas a falta de interação entre os integrantes é perceptível nos áudios, parece que falta expressão e um trabalho maior de dinâmica, é a sensação de empilhar informações e notas sem intenção. De qualquer forma, é um bom Ep, apesar de um pouco artificial.
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FAIXA A FAIXA:
1) Beyond The Hidden Valley Of The Last Of The V-8 Interceptors. O Ep inicia com um dos petardos, bem veloz, vocal escrachado, com eventuais pausas no arranjo, talvez a faixa que mais se assemelha com o hardcore europeu dos anos 80.
2) Wake Up Screaming!. Considero esta faixa como uma das melhores do Ep, lembra muito os primeiros do D.R.I., com troca de acordes bem rápidas e vocal "cuspido", quase que silábico! O arranjo possui, inclusive, um solo!
3) Double Standard Bearer. Talvez a faixa mais veloz do Ep, esta lembra bastante Cryptic Slaughter, mas mais hardcore! No mais, mantém as mesmas características da faixa anterior.
4) Repentent Or Martyred. Outra faixa veloz, com trocas rápidas de acorde, pouca duração e vocal escrachado. Aliás, esta música possui menos duração que as demais já analisadas, sendo bem curta.
5) The Unbridled Disgust Of Being Human. Considero esta a melhor faixa do Ep, a primeira com introdução! Aliás, uma introdução que lembra bastante a música Murder Of Liddle Towers, do Angelic Upstarts! Após a introdução, a composição mantém as mesmas características das faixas anteriores, enquanto o refrão lembra bandas californianas dos anos 80 como Adololescents ou TSOL. Vale a pena conferir!
6) Conquest For Death. A faixa de menor duração, onde é falado o título, de maneira silábica, acompanhado pelos instrumentos, em stacato, em um único acorde.
7) No Safe Words For Life. O Ep finaliza com outra ótima faixa, que mantém as mesmas características das demais faixas, com exceção do vocal que não está muito escrachado nesta faixa!
Ouça o Ep e consiga a conquista para a morte!

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Comrades - Split [Cripple Bastards] (2000)

GÊNERO: Grind Core
ORIGEM: Itália (Roma / Distrito Federal)
FORMAÇÃO:
Wiesenthal - Paolo Petralia (Vocal)
Orko - Cristiano Fini (Guitarra)
Bolivar - Andrea Marra (Baixo)
Mustafa - Angelo (Bateria)
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Este é o quinto split e sexto trabalho lançado pelo grupo, através do selo SOA. Na verdade é um split com o grupo italiano Cripple Bastards e tem uma concepção bem interessante: As duas bandas regravaram o split com as bandas, também italianas, Wretched e Indigesti, de 1982, sendo o Comrades responsável pelas músicas do grupo Indigesti. O bacana é que a arte também foi fiel à original, ou seja, sem capa, apenas com adesivos dos grupos em uma capa branca. Aqui comento apenas sobre as versões feitas pelo Comrades. São músicas de pequena duração, com muita velocidade e energia, fica na tangente entre o grind e o power violence. É um bom split, mas nada de muito empolgante, a concepção do split é mais interessante do que as faixas em si!
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FAIXA A FAIXA:
1) No Al Sistema. O split começa já com um petardo! Pouca duração, a música inicia apenas com o baixo, possuindo troca rápida de acordes e vocal gritado.
2) Crea Veleno. Outra música de pequena duração e muita velocidade. A introdução é interessante por ter uma arranjo específico, em especial das guitarras, no mais mantém-se como a faixa anterior.
3) Mai. Considero esta a melhor faixa do split. Já de maior duração, esta possui uma introdução bem extensa, mantendo a ideia do grind. Nesta faixa já aparecem dois timbres de voz diferentes, um mai gritado e mais gutural.
4) Polvere Fastidiosa. Outra faixa de menor duração, mas não tanto quanto às primeiras, no mais mantém a mesma ideia das duas primeiras. É uma boa faixa.
5) Mass Media. Outra faixa que considero das melhores do split. Uma excelente progressão harmônica, com trocas rápidas, mantendo a ideia de dois timbres diferentes na voz.
6) Detesta. A faixa de menor duração de todo split. Apenas dois acordes, executados sob dois timbres diferentes de voz e muita velocidade!
Ouça o split e se sinta dividido!

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Combat 84 - Charge Of The 7th Cavalry (1989)

GÊNERO: Oi!
ORIGEM: Inglaterra (Chelsea / Londres)
FORMAÇÃO:
Chubby - Chris Henderson (Vocal)
Jim Moncur (Guitarra)
Deptford - John Armitage (Baixo)
John Fisher (Bateria)
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Este é o segundo álbum ao vivo do grupo, lançado pelo selo Link, após 1 álbum de estúdio e dois ep's. É um som típico do gênero, lembra uma mistura de Blitz com os primeiros álbuns do Exploited. A banda causou polêmica em uma entrevista à BBC, em 1982, quando entrevistados sobre o movimento skinhead, encerrando suas atividades logo após, para depois retomá-la novamente. Os integrantes participaram de diversas bandas do gênero, como Business, Last Resort e 4-Skins. É um bom álbum, mau tocado, com a técnica deixando a desejar, mas com muita energia. A qualidade não é muito boa, já que não possui nenhum tipo de edição ou mixagem, mas retrata bem o show feito no bar Skunx. O grupo repete duas músicas no seu repertório. É um bom álbum, não muito veloz, bem quadrado (ritmicamente falando), com vocal com drive o tempo todo, e muita energia!
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FAIXA A FAIXA:
1) Rapist. O álbum inicia com um clássico do grupo, bem típico de bandas Oi!, apenas com a guitarra, para depois entrar os demais instrumentos e a voz. Não é uma faixa veloz, mas bem marcada.
2) Violence. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, principalmente devido ao seu refrão, o qual possui uma ótima progressão harmônica e um vocal bem sing-a-long. No mais, mantém a característica do gênero, sem muita velocidade e muita energia.
3) Combat 84. Também considero esta uma das melhores do álbum, também devido ao refrão, principalmente. Esta já é um pouco mais veloz que as faixas anteriores, mas ainda assim, não muito.
4) Skinhead. Esta faixa tem um bom arranjo da guitarra, o que, aliás, é o grande destaque, pois cria toda a intenção para a composição. O baixo faz uma frase bem simples, mas que preenche bem o espaço, quando não tem a voz.
5) F82123. Esta faixa inicia com uma frase, bem ritmada, executada pelo baixo (parece até um Dead Kennedys!), mas que se torna bem quadrada quando a bateria entra, já que este não acompanha a mesma divisão, forçando o baixo a mudar também. Boa faixa, mas este detalhe me incomoda!
6) Poseur. Com certeza a melhor faixa do álbum! Bem embalada, apesar de não muito veloz e com uma excelente progressão harmônica na parte A, o que considero o grande destaque da composição. Vale a pena conferir!
7) 1982. Boa faixa, bem típica de composições do gênero, se assemelhando às faixas anteriores. Nada de empolgante, mas uma boa faixa.
8) World War. Esta faixa mantém as mesmas características da faixa anterior, porém esta já me lembra algumas bandas brasileiras da década de 80!
9) Trouble. Outra faixa que considero das melhores, principalmente devido à progressão harmônica da parte A, com certeza o grande destaque da composição. A parte B também tem seu valor, mas é a parte A que se destaca! O interessante é que nesta faixa a bateria é executada pelo antigo baterista, Brownie.
10) Soldier. Boa execução da guitarra na introdução, mas com as mesmas características das demais faixas, sem muita velocidade, boa, mas com nada de especial.
11) Rapist (Encore). Repeteco da primeira faixa! É uma versão bem parecida com a anterior. Talvez um pouco mais leve e solta por estar no final da apresentação.
12) Combat 84 (Encore). Mais um repeteco! Desta vez da faixa 3! Também bem semelhante à versão anterior, porém mais escrachada, talvez por estar no final da apresentação.
Ouça o álbum e sinta a carga da sétima cavalaria!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Coffin Nails - A Fistful Of Burgers (1988)

GÊNERO: Psychobilly
ORIGEM: Inglaterra (Londres / Londres)
FORMAÇÃO:
Humungus -Stephen Clarke (Vocal, guitarra)
Gra - Graham Farr (Baixo)
Smurf - Robert Farquharson (Bateria)
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Este é o segundo álbum do grupo, lançado pelo selo Link, e o primeiro com um trio na formação. É um excelente álbum, existindo músicas mais aceleradas e outras nem tanto. Um clássico psychobilly, daqueles que podem ser usados como referência para alguém que não conhece o gênero! O álbum conta com duas músicas instrumentais, sendo uma delas uma versão, e um cover. Algumas faixas bem ao estilo rockabilly, e outras mais intimistas, com clima de suspense, típico do psychobilly! Não deixe de ouvir o álbum, realmente vale a pena!
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FAIXA A FAIXA:
1) Penetration (Orgasmic Mix). O álbum inicia com uma faixa que possui um clima bem intimista, com uma ideia de safadeza, já que conta com diversos gemidos de mulheres no fundo. A harmonia é bem rock 'n' roll, com uma frase de guitarra bem ao estilo de músicas de mistério, e uma ponte que parece muito com Cramps, além de ter muito efeito na voz. Ótima faixa, mas não das melhores.
2) Please Little Woman. Considero esta uma das melhores do álbum. Uma das mais embaladas faixas do álbum, com certeza. A velocidade e as pausas no arranjo são o principal destaque, no mais é um rockabilly mais acelerado!
3) Come Back To School. Outra faixa que considero das melhores. Esta já com um clima mais intimista, a parte A bem em um clima de mistério, enquanto a parte B lembra bastante a música Do You Wanna Touch?, de Gary Glitter!
4) Trust In Me (Do The Moose). Esta já tem um clima mais jungle, também típico do psychobilly, com a bateria bem tribal, acompanhada pelo baixo, enquanto os acordes são apenas largados. Boa faixa, mas também não das melhores.
5) Heartbreak Hotel. Eis que chega o cover do álbum! Esta música foi composta por Thomas Durden e Mae Boren Axton, gravada, originalmente, por Elvis Presley, em 1956. Fizeram uma boa versão, existindo uma parte bem embalada do meio para o fim!
6) For A Few Burgers More. Esta é a primeira faixa instrumental, e, na verdade, é uma versão para a música For A Few Dollars More, trilha do filme de mesmo nome, composta por Ennio Morricone. É uma viagem ao velho oeste, incluindo sons de tiros!
7) If Only Mother Could See You Now. Excelente faixa, considero esta a melhor de todo álbum. Embalada, não te dá vontade de parar, apenas ir pra frente! A guitarra tem uma divisão rítmica veloz, ajudando nesta sensação, bem como a progressão harmônica crescente. Ótima composição, não deixe de ouvir, lembra um pouco Bitchin' Biker, do Asmodeus!
8) My Baby Left Me. Outra faixa bem rockabilly, porém mais veloz! Esta sim é um típico rockabilly, sendo o ponto forte as pausas na parte A. Boa, mas não das melhores!
9) Coffin Nails. Outra faixa que considero das melhores. Tem um clima bem sombrio na sua introdução, mas depois embala quando da entrada da bateria. Muito boa faixa, com a harmonia bem rock 'n' roll, assim como o solo da guitarra.
10) Nothing To Lose. Esta é a outra faixa instrumental do álbum. Bem embalada, com o baixo em destaque, ela possui uma frase que se mantém quase que como um ostinato durante toda música. Lembra um pouco a frase de Fender Bender, do MX-80 Sound!
11) Blubbery Love (Saintly Snails). Esta é, talvez, a faixa mais escrachada e arriada de todo álbum! Quase um discurso, com uma base executada por bateria e baixo, bem embalada e veloz, diga-se de passagem! Quando a guitarra aparece, mantém a mesma ideia.
12) Loose, Loose Woman (She's A Moose). O álbum finaliza com outra faixa que considero das melhores. Um rock mais ao estilo anos 60, com direito a refrão sing-a-long e tudo mais! Lembra um pouco bandas como Beach Boys!
Ouça o álbum, de preferência com um punhado de hambúrgueres!

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Cock Sparrer - Back Home (2003)

GÊNERO: Oi!
ORIGEM: Inglaterra (Londres / Londres)
FORMAÇÃO:
Colin McFaull (Vocal)
Mick Beaufoy (Guitarra)
Daryl Smith (Guitarra)
Steve Burgess (Baixo)
Steve Bruce (Bateria)
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Este é o terceiro álbum ao vivo do grupo, lançado pelo selo Captain Oi!, após 5 álbuns de estúdio. Já havia feito uma resenha sobre este álbum em 2013, confira aqui. É um bom álbum, mostra que o grupo estava bem ensaiado para esta turnê, tudo no lugar, com os integrantes sabendo o momento de trabalhar com as dinâmicas e com as intenções. Afinal, eles já estavam na ativa há mais de 30 anos! O álbum contém os grandes clássicos do grupo e um pouco mais,entre eles um cover,  mas o que aparece em peso mesmo, é o álbum Shock Troops, já que apenas 2 faixas deste álbum não estão no repertório ao vivo. Para quem não conhece o som, digamos que o grupo é a principal referência para o gênero, não só pelo prestígio, mas também pelo tempo de estrada, sendo um dos primeiros grupos (se não o primeiro) do gênero a existir. Os músicos não têm grande técnica e as músicas não são velozes, mas com muitas faixas sing-a-long, existindo, inclusive, músicas que são cantadas em estádio de futebol pela torcida, na Inglaterra.
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FAIXA A FAIXA:
1) Riot Squad. O álbum inicia com uma gravação, como se fosse a introdução do show, algo parecido com uma abertura de novela! Logo após a guitarra começa com as duas notas que entregam que música virá! Boa faixa, com um refrão bem sing-a-long.
2) Watch Your Back. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. Gosto muito da parte A desta música, tanto pela harmonia quanto pela melodia. A parte B, apesar de não ser tão bacana quanto a parte A, também tem seu valor! Lembra um pouco de UK Subs!
3) Working. Mais uma faixa que mantém o mesmo estilo das demais, com uma ideia harmônica bem rock 'n' roll, fosse menos "quadrado", ritmicamente falando, e mais "swingado" e seria um típico rock 'n' roll!
4) Teenage Heart. Esta faixa já é um pouco mais embalada, também bem rock 'n' roll. Aliás, é uma boa faixa, bem trabalhada, apesar de simples, mas com as guitarras sendo o grande diferencial.
5) What's It Like To Be Old?. Aqui o embalo volta a ser como as faixas anteriores, ou seja, mais na manha, mas, para variar, com um refrão bem sing-a-long. Um típico punk Oi!
6) Closedown. Outra faixa que considero das melhores! Ela inicia com uma ótima frase da guitarra, mantendo uma intenção harmônica bem tensa na parte A, como se nos preparasse para o repouso. O refrão já é mais trivial, sendo a parte A o grande destaque.
7) Get A Rope. A faixa inicia de uma maneira que funciona muito bem em shows. Caso fosse em estúdio, e já seria longo demais. No mais, a faixa é mais uma que mantém as características típicas do punk Oi!
8) Argy Bargy. A faixa possui, na introdução, uma harmonia bem interessante executada em stacatto. Na verdade, esta é a harmonia do refrão! No mais mantém aquela harmonia e intenção bem rock 'n' roll.
9) Run Away Johnny. Gosto bastante desta faixa, com um refrão bem sing-a-long, típico de bandas punk inglesas. A parte A não agrada muito e o final do refrão deixa-o muito alegre.
10) Tough Guys. Outra faixa que considero das melhores do álbum, talvez a primeira que tem uma linha de baixo desenhada, mesmo que simples e sempre igual! A preparação para o refrão é bastante interessante, enquanto o refrão é aquele bem sing-a-long, como a maioria das faixas!
11) Take 'Em All. Esta é a faixa que cantam nos estádios de futebol! Ótima faixa, um ótimo exemplo para definir o gênero ou apresentá-lo a alguém que não conhece! Perfeita para se cantar num bar bebendo cerveja!
12) A.U.. Outra faixa que considero das melhores. Talvez a faixa mais agressiva de todo álbum, a que tem mais fúria no seu arranjo. Assim como a faixa de abertura, a guitarra mantém um ostinato, porém com mais de duas notas, por um pequeno trecho.
13) Don't Blame Us. Uma composição bem alegre, também perfeita para se curtir em um bar tomando cerveja. A frase da guitarra lembra abertura de desenho animado dos anos 70! Um jogo de dinâmica bem destacado entre as partes.
14) I Got Your Number. Mais uma faixa que mantém as mesmas características clássicas do gênero: harmonia bem rock 'n' roll e refrão sing-a-long com andamento não muito acelerado.
15) Because You're Young. Esta faixa é uma que se parece com outro hino de bar! Bem sing-a-long, com um bom desenho melódico, é perfeita para se cantar e beber!
16) Secret Army. Boa faixa. Com a introdução executada com pausas e refrão bem trivial. Esta é outra faixa que se parece com UK Subs!
17) Where Are They Now?. Mais um hino de bar! Porém esta não é toda sing-a-long, apenas o refrão, como de costume para o gênero! As mesmas características das demais faixas.
18) Runnin' Riot. Talvez o grande clássico do grupo e, com certeza, na minha opinião, a melhor composição do grupo. Simplesmente excelente! A introdução é excelente devido à frase da guitarra, a parte A é excelente, principalmente devido aos acentos e ataques nos pratos e o refrão? Bom, o refrão é todo ele excelente! Não deixe de conferir!
19) Sunday Stripper. Depois da melhor faixa, vem a pior do álbum, na minha opinião! Enquanto a faixa anterior motivava, esta pede para quem está curtindo, descansar. É um punk Oi! com cara de blues e refrão sing-a-long. O destaque está na ponte entre a parte A e o refrão.
20) Chip On My Shoulder. Muito boa faixa, já mais embalada, com uma ótima harmonia, é uma pena que o refrão não mantém a mesma pegada da parte A.
21) White Riot. Eis que chega a faixa cover! Esta é uma música composta por Paul Simonon e Joe Strummer, gravada pelo grupo Clash em seu primeiro álbum, em 1977. Talvez a música mais tocada do Clash, principalmente se pensarmos apenas em bandas de punk rock!
22) England Belongs To Me. Se Runnin' Riot não for a música mais conhecida dp grupo, com certeza o posto fica com esta faixa aqui! Boa música, com um refrão sing-along, a música serve de tema de abertura para alguns lutadores ingleses de MMA entrarem no octógono!
23) We're Coming Back. O álbum fecha com outra música muito boa, a qual considero uma das melhores do álbum. Também bem clima de bar com cerveja! Música toda sing-a-long!
Ouça o álbum e volte ao lar!

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

CMX - Kolmikärki (1990)

GÊNERO: Hardcore Old School
ORIGEM: Finlândia (Tornio / Lapland)
FORMAÇÃO:
A.W. Yrjänä (Vocal, baixo)
Kimmo Suomalainen (Guitarra)
Pekka Kanniainen (Bateria)
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Este é o primeiro álbum do grupo, e foi lançado pelo selo Bad Vugum. Eu o classifiquei como hardcore old school, pois é o estilo que mais aparece no álbum, porém isto pode ser discutido, já que existe uma mescla bem grande de gêneros, entre eles, hard rock, rock progressivo, música tribal, música indiana, e valsa! É um bom álbum, tem arranjos bem inusitados e inesperados em alguns trechos, de qualquer forma, as músicas são bem arranjadas e as composições bem elaboradas. O desenho melódico da voz, na minha opinião, é o grande destaque, assim como eventuais trechos que exigem sincronia entre os integrantes. O andamento das músicas é bem variado, existindo trechos mais velozes e outros menos. Vale a pena conferir este que é o pontapé inicial para uma carreira bem sucedida em seu país!
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FAIXA A FAIXA:
1) Johdatus Salatieteisiin. O álbum inicia com uma faixa que tem bem a característica de introdução, bem tribal, com tambores e instrumentos de percussão. É como se estivéssemos sendo levados para o meio da selva!
2) Sika Ja Perkele. A faixa inicia com um dedilhado na guitarra, mas logo em seguida, com a entrada dos demais instrumentos, a música já se torna um hardcore, lembra, um pouco MDC, mas com o arranjo mais trabalhado, existindo um trecho mais funk! Boa faixa.
3) Nahkaparturi. Considero esta uma das melhores do álbum. Não é muito veloz na parte A, mas tem um ótimo riff de guitarra, bem hard rock, enquanto a parte B é um hardcore, bem veloz. Existe uma ponte, entre as partes A e B, que é muito inspirado em Rush!
4) Kaikki Nämä Kädet. Esta é uma faixa bem trivial, nada de bom, mas também nada de ruim. Talvez o desenho melódico da voz seja o principal destaque. Ela tem trechos velozes, um hardcore, mas tem seus momentos mais lentos, bem rock.
5) Götterdämmerung. Esta faixa já é bem veloz. A considero uma boa faixa, principalmente no refrão, mas com nada de especial para considerá-la das melhores. O grande destaque está no arranjo, que consta com trechos bem trabalhados exigindo sincronia entre os músicos.
6) Kuolemattomuuden. A faixa do riff à la Dead Kennedys! O riff é o grande destaque da faixa, que no mais é um hardcore meio skate punk, com uma frase do baixo bem interessante. Enfim, difícil falar, muitas variações no arranjo, que por sinal, é o grande destaque, junto com o riff.
7) Pyydä Mahdotonta. Excelente faixa, esta é uma valsa executada apenas com o violão e um órgão, existindo bastante dissonância nos acordes. Mas o grande destaque está, com certeza, na melodia vocal, muito bem composta.
8) Pyörivät Sähkökonet. Considero esta faixa uma das melhores do álbum. Ela conta com a participação de Tepa Lukkarinen tocando guitarra. Com certeza a faixa mais hard rock de todo álbum, lembrando muito bandas como W.A.S.P. ou até AC/DC, mas sem grandes produções, ou seja, nenhuma faixa é "engordada" com overdubs ou algo do tipo!
9) Taivas Helvetti. Faixa bem embalada e veloz, com muitos efeitos no arranjo da guitarra. Aliás, bem original esta composição, com exceção do refrão, o qual é bem sing-a-long! Bom arranjo, existindo trechos que exigem sincronia.
10) Voittamaton. Considero esta a melhor faixa do álbum, embalada e com um ótimo desenho melódico, executado de maneira bem escrachada. Talvez a faixa mais cru de todo álbum, direto e reto!
11) Suuri Äiti. Se a faixa anterior eu considero a melhor do álbum, esta é a pior! Lenta, executada com dedilhado na guitarra, uma melodia que, não é ruim, mas, não agrada muito. Quando o dedilhado para, a música se mantém sem energia.
12) Kolmas Johannes. O início desta faixa me lembra bastante a música Maior Abandonado, do Cazuza, devido à frase da guitarra! Depois ela se torna um hardcore, bem veloz, com eventuais trechos com frases dos instrumentos.
13) Hiljaisuuden Pelko. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, principalmente devido ao arranjo, que é muito bem trabalhado e varia bastante, com frases e intenções. Na maior parte do tempo ela é um hardcore veloz, mas possui bastante variação.
14) Liekkisusi & Sulkakäärme. Se o álbum inicia nos levando para dentro da selva, ele finaliza nos levando até algum deserto na Índia! Música sem letra, baseando-se na ideia da música não temperada, explorando e abusando muito dos comas, ou microtons, na sua execução. Faixa bem característica para final de álbum.
Ouça o álbum de estreia do grupo e conheça o tridente!