segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Annihilator - Bag Of Tricks (1994)

GÊNERO: Thrash Metal
ORIGEM: Canadá (Ottawa / Ontario)
FORMAÇÃO:
Jeff Waters (Vocal, guitarra, baixo)
Wayne Darley (Vocal, baixo)
Randy Rampage (Vocal)
Coburn Pharr (Vocal)
Dave Scott Davis (Guitarra)
Neil Goldberg (Guitarra)
Ray Hartmann (Bateria)
Mike Mangini (Bateria)
Paul Malek (Bateria)
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Primeira coletânea lançada pelo grupo, depois de 3 álbuns de estúdio, através do selo Attic. Embora seja considerado uma coletânea, apenas uma faixa existe em um dos três álbuns anteriores, e, mesmo assim, está remasterizada. Existem músicas inéditas, outras ao vivo, demo, ou apenas uma outra versão, e demonstra bem a carreira do grupo até então, o que é perceptível à medida que o álbum se desenvolve. As gravações do álbum variam do período entre 1986 e 1992. Considero mais interessante o início da carreira do grupo, com músicas mais velozes. É um grande nome do thrash mundial, poderiam ter mais destaque, já que não perdem em nada para bandas como Anthrax, por exemplo. De qualquer forma, opinião é opinião, escute o álbum e forme a sua própria!
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FAIXA A FAIXA:
1) Alison Hell (Remastered Version). Versão exatamente igual ao do álbum, porém remasterizada, priorizando os graves. Talvez o grande clássico do grupo, existindo, inclusive, videoclip de divulgação. O curioso é que ela foi gravada primeiro com Dennis Dubeau nos vocais, porém por acharem muito melódico, Randy Rampage regravou-a, mas é possível ouvir a voz de Dennis em uma ponte. Uma das melhores músicas do grupo, com certeza!
2) Phantasmagoria (Demo Version). Esta faixa faz parte de uma demo de pré-lançamento do álbum Never, Neverland, ainda com Randy Rampage nos vocais, aliás as três faixas da demo são as últimas gravações do vocalista com o grupo. Bem interessante de se ouvir, principalmente em função do vocal!
3) Back To The Crypt. Música inédita, nunca lançada antes, também pertencente à demo da faixa anterior, ela nada mais é do que um novo arranjo para as faixas da primeira demo com novas letras. Não foi lançada em Never, Neverland devido ao fato de que queriam lançar material novo.
4) Gallery. Música veloz com uma introdução densa e arrastada, também música antiga de suas primeiras demos, e versão também pertencente à mesma demo das duas faixas anteriores. Também não entrou em Never, Neverland devido ao mesmo motivo da faixa anterior, embora a introdução esteja presente na faixa título do álbum.
5) Human Insecticide (Live). A melhor faixa do álbum, na minha opinião. Versão gravada durante a turnê de divulgação de Alice In Hell, com Randy Rampage nos vocais. Esta mesma versão se encontra na compilação Thrash The Wall. Última faixa de seu primeiro álbum de estúdio, o grupo prova que ao vivo a energia e pegada é a mesma!
6) The Fun Palace (Extended Mix). Esta versão é igual à do álbum, porém com algumas partes a mais que foram cortadas durante a edição da versão para Never, Neverland. Entre elas estão um riff logo após o refrão, e a introdução em uma parte logo antes da primeira estrofe, totalizando 30 segundos a mais em relação à versão original.
7) W.T.Y.D. (Live). Inicia aqui uma seqüência ao vivo gravada em um show em San Antonio, Texas, no final de 1990. Estas versões contam com Coburn Pharr nos vocais. Esta versão está presente no single Stonewall.
8) Word Salad (Live). Mais uma faixa gravada no mesmo show da faixa anterior. Música do Alice In Hell com vocal de Coburn Pharr, faixa que também está presente no single Stonewall.
9) Live Wire (Live). Mais uma faixa do show no Texas, porém esta é inédita, primeira vez lançada, e justo um cover, este do AC/DC. Quando o cover é feito por pessoas que realmente gostam daquela música, isto fica evidente, é o que acontece aqui, todos "suspiros" da versão original estão, ao menos, tentando executar, aqueles detalhes que se tornam óbvios no ouvido de um verdadeiro fã! A bateria é o instrumento que mais mexe no arranjo, mas nada de diferente, apenas a mais. Excelente versão, um dos melhores covers de AC/DC que já ouvi.
10) Knight Jumps Queen (Demo Version). Aqui o álbum começa a ficar mais fraco, não por ser uma música do terceiro álbum, Set The World On Fire, mas por ser lenta. Lembra muito Anthrax! O interessante desta versão é que é com Coburn Pharr nos vocais.
11) Fantastic Things. Com certeza a pior faixa do álbum: lenta e com pouca distorção nas guitarras, sendo o curioso da faixa o fato de que os vocais são executados pelo baixista Wayne Daley. A música pertence à mesma demo da faixa anterior e foi regravada para o álbum Set The World On Fire, porém descartada após.
12) Bats In The Belfry (Demo Version). Esta é uma versão com Coburn Pharr nos vocais, a mixagem não é aprimorada, provavelmente por estarem tocando-a em um período no qual procuravam um novo vocalista. Com exceção da bateria, a música foi toda regravada para o álbum Set The World On Fire.
13) Evil Appetite. Esta é a versão original de Don't Bother Me, que antes ainda havia se chamado Passing By, porém com outra letra e, com exceção da bateria, outra gravação do instrumental. Esta faixa também foi gravada na mesma demo da faixa anterior.
14) Gallery '86. Aqui começa as três últimas faixas do álbum, pertencentes à primeira gravação do grupo, em 1986. Estas faixas foram gravadas no porão da casa de Jeff Waters, o qual também é responsável pelos vocais.
15) Alison Hell '86. Bem rudimentar esta versão, mas com os mesmos elementos da versão clássica! Alguns detalhes diferentes como a introdução, que tem menos informações, mas uma excelente versão, mesmo que demo.
16) Phantasmagoria '86. Última faixa do álbum e pertencente à primeira demo do grupo, como as duas faixas anteriores, aliás, esta mantém as mesmas características das anteriores.
Curta Bag Of Tricks e conheça as origens de uma das melhores bandas de thrash metal mundial!

sábado, 7 de outubro de 2017

Angelic Upstarts - Live From The Justice League (2001)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: Inglaterra (South Shields / Tyne And Wear)
FORMAÇÃO:
Mensi - Thomas Mensforth (Vocal)
Tony Van Frater (Guitarra)
Gaz Stoker (Baixo)
Laney (Bateria)
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Este é o sexto álbum ao vivo do grupo após 9 álbuns de estúdio, e foi lançado pelo selo TKO. É um álbum ao vivo, então possui vários clássicos do grupo. O interessante é que o disco não teve a parte da banda editada, pois percebe-se alguns erros por parte da banda, em especial do baixo, o que, aliás, se torna o ponto fraco do álbum. No set list do show ainda tinha espaço para 3 covers! É um dos grandes nomes da explosão do punk rock britânico do final da década de 70, o nome do grupo fala por si só, mantendo a mesma pegada do punk rock da época, este álbum merece ser apreciado com respeito!
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FAIXA A FAIXA:
1) Never 'Ad Nothin'. O álbum inicia com um grande clássico do grupo, mostrando que não estão para brincadeira! Muito bem executada por parte de todos, esta é um típico punk rock inglês, as guitarras lembram um pouco Vibrators (ou talvez outra banda da época!), existindo contracantos típicos do street punk ou Oi!. Vale a pena conferir!
2) Teenage Warning. Outro clássico do grupo, faixa título do primeiro álbum, de 1979. O início do show bem enérgico, apresentando músicas que fizeram o nome do grupo. Esta possui as mesmas características da faixa anterior, um exemplo perfeito de punk rock inglês!
3) Leave Me Alone. Esta faixa já é um pouco mais embalada e um pouco mais "raivosa" que as anteriores, possuindo um riff em ostinato na parte A que fica na mente! No mais é um rock mais acelerado e com um refrão marcante. Boa música.
4) Solidarity. Se a faixa anterior era mais embalada, esta é o inverso! Uma das músicas mais lentas do álbum, porém com uma excelente melodia, tornando esta uma das melhores faixas do álbum, muito devido à dinâmica da música. Apesar de lenta, é tocante, porém aqui começam os erros de Gaz Stoker.
5) Last Night Another Soldier. A música que inspirou o Misfits a compor Die Die My Darling! É incrível a semelhança, se eles quisessem processar o Misfits por plágio, com certeza ganhariam a causa! Já ouviu Die Die My Darling com refrão à la Adicts?! Basta ouvir esta faixa!
6) Machine Gun Kelly. Aqui começa a grande seqüência do show, na minha opinião. Esta é uma das melhores: embalada e com fúria, mais um street punk que punk rock, com troca rápida de acordes e um refrão bem característico do gênero.
7) Kids On The Street. A melhor faixa do álbum na minha opinião. Com uma progressão de acordes pausada e, após, a mesma progressão com riffs de guitarra no meio fazem esta se tornar uma das melhores músicas do grupo, além do refrão com outro estilo, mas também com riff de guitarra. Vale a pena conferir!
8) Two Million Voices. Outra que está entre as melhores do álbum. Esta tem um refrão sensacional, no estilo sing-a-long! Porém a parte B também é muito boa, mantendo a mesma intenção do refrão.
9) I Understand. Depois de uma seqüência fulminante, o grupo decide dar um tempo para o público respirar, descansar ou tomar um ar, já que esta é a faixa mais lenta do álbum, quase um dub devido à linha de baixo em ostinato e a levada da bateria, porém o vocal e a guitarra dão outro sentido que não o dub. Não é uma faixa ruim, apesar de lenta.
10) Woman In Disguise. Depois do sossego, mais um dos grandes nomes do grupo! Punk rock inglês alegre, provavelmente influência para o bubble gum que viria a existir anos mais tarde, bem característico do gênero. Muito boa faixa.
11) Police Oppression. Se antes o grupo serviu de inspiração para o Misfits, aqui eles servem de inspiração para o Garotos Podres, já que é muito parecida com Papai Noel Velho Batuta! Simples, mas boa música.
12) White Riot. Este é o primeiro cover apresentado pelo grupo. Música composta por Joe Strummer e Mick Jones e originalmente gravada pelo grupo Clash. Bastante fiel à versão original, esta se torna uma das melhores faixas do álbum.
13) I'm An Upstart. Um punk rock no estilo rock 'n' roll, com riffs e seqüência harmônica de 3 acordes (I-IV-V) e um refrão raivoso, acontecendo a dobra da caixa da bateria. Existe algumas falhas da guitarra nesta faixa.
14) The Murder Of Liddle Towers. Para mim esta é a melhor música do grupo, porém esta versão está muito ruim. A guitarra falha no meio, o baixo erra demais e como já está no final do show e os membros da banda já não são novos, ela passa uma sensação de exaustão para quem ouve, mas mesmo assim continua sendo uma ótima música!
15) Two Pints Of Lager. Aqui começa o bis do show, e com mais um cover, desta vez do grupo Splodgenessabounds. Que também já é uma versão da música Two Little Boys composta por Theodore Morse em 1902, mas que se tornou conhecida na Grã-Bretanha em 1969. Muito semelhante à música do Clash interpretada antes.
16) If The Kids Are United. A segunda música do bis, e última do show, também é um cover. Composta por Dave Guy Pasons e Jimmy Pursey e originalmente gravada pelo grupo Sham 69, creio esta ser uma das músicas do punk rock inglês mais tocadas por outros artistas, e, sim, tem um bom motivo, pois a música é realmente boa, fechando o álbum com chave de ouro!
Ouça o álbum ao vivo, de uma das maiores referências do gênero, mais de 20 anos após sua criação!

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Amoebic Dysentery - Scatological Splat (2003)

GÊNERO: Grindcore
ORIGEM: EUA (Atlanta-F.C. / Georgia)
FORMAÇÃO:
Alex Cox (Vocal, guitarra, bateria, programação)
Zeek The Plumber (Guitarra)
Dan Ratanasit (Baixo)
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Este é um split com mais 5 bandas: Abosranie Bogom, Smothered Brothers, D.S.O., Uterus, e Feculence. Lançado pelo selo Fecal Matter Discorporated, este é o segundo split e terceiro registro lançado pelo grupo. A gravação é muito boa, podendo perceber os detalhes do arranjo, que por sinal, é muito bem feito. O vocal, apesar de grave ao extremo, é muito bem executado, assim como os riffs de guitarra. Vale a pena conferir! É apenas uma faixa, mas é como se fossem várias músicas em uma faixa apenas!
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FAIXA A FAIXA:
1) Coprophagic Zoophilism. A música possui várias edições de conversas ou falas entre as partes musicais, inclusive, começa a faixa assim! O instrumental sempre com muita distorção nos instrumentos de corda, existindo trechos com blast beat, outros mais cadenciados, vocal varia entre o grave e o gritado, existindo eventuais trechos "hilários"e sendo a qualidade da gravação um dos pontos positivos da faixa, o que torna a música, apesar do peso, agradável de se ouvir!
Vale a pena conferir! Quem curte o estilo vai curtir, pois é muito boa banda!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Alto Riesgo - Nada Nuevo (2006)

GÊNERO: Hardcore Melódico
ORIGEM: Chile (Iquique / Iquique)
FORMAÇÃO:
Gou (Vocal / Baixo)
Boero (Guitarra)
Robot (Guitarra)
Gonza (Bateria)
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Este é o terceiro álbum do grupo e foi lançado de maneira independente. O instrumental da banda é muito bom, com músicas bem compostas e arranjadas, porém a qualidade de gravação e, principalmente, o vocal deixam muito a desejar. A qualidade não chega a ser ruim, mas não masterizado e a mixagem não é das melhores, típico dos estúdios da América Latina na época! O vocal é, às vezes, desafinado e sua técnica vocal é praticamente nula, o que diminui a qualidade das músicas consideravelmente. O instrumental é muito bom, em especial as guitarras, embora a bateria também merece ser reconhecida! Um hardcore veloz na maioria do tempo, lembra um pouco No Use For A Name e Nada Que Hacer. Boa banda, para quem gosta do gênero vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Intro. Talvez a melhor faixa do álbum pelo fato de ser instrumental! Veloz, com riffs de guitarra oitavados, porém com variação de cadência a partir da metade da composição, existindo variações rítmicas no arranjo. Boa música!
2) Adónde Vas?. Parece uma continuação da primeira faixa, tanto que elas estão emendadas. Inicia no mesmo pique da primeira faixa, dando uma expectativa muito boa do que está por vir, porém quando o vocal entra a empolgação vai murchando. De qualquer foram esta é uma das melhores faixas do álbum: veloz e bem arranjada, existindo variações de cadência no decorrer da música.
3) El Tiempo En La Ciudad. Na minha opinião, a melhor faixa do álbum, mantendo as mesmas características da faixa anterior, porém com um arranjo mais trabalhado no que diz respeito à dinâmica. Uma pena é o vocal.
4) Trágica Sesión. Boa música, mas nada empolgante, um riff oitavado, na guitarra, bem ordinário, pouco criativo, mas interessante, em especial quando não está sob a voz. Boas variações no arranjo que, aliás, creio ser um dos melhores do álbum.
5) Nada Nuevo. Com certeza a pior música do álbum. Um pop punk bubblegum com vocal desafinado! Muito fraquinha a música, lenta e sem nada de especial, chega a ser ruim. O baterista parece não gostar de tocar, pois não tem a mesma expressão das demais. Entende-se porque quando a ouvimos!
6) Queda Nada. Volta a velocidade o que dá um alívio! Esta música tem a participação de um vocal feminino que eu não sei quem é! Esta é a música em que o vocal mais desafina, principalmente por tentar cantar grave e não alcançar a nota. O instrumental é bem trabalhado.
7) Al Final. Muito boa composição, mantendo as características da banda: velocidade, riffs de guitarra e vocal desafinado, que, por sinal, é o que estraga a música que tinha tudo para ser uma das melhores não fosse a voz!
8) Qué Esperabas?. Mesmas características da faixa anterior, porém com variações de cadência, o que a deixa mais lenta, porém com arranjo mais trabalhado, além de boas frases da guitarra. Mais uma vez o problema está na voz.
9) Congelandomi. Apenas guitarra e voz consistem esta que é a última faixa do álbum! A segunda pior música do álbum, lenta, mas com o vocal mais afinado, é uma boa música para finalizar o álbum.
Escute Nada Nuevo e curta o som da terra que um dia pertenceu ao Peru!

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

All You Can Eat - Too Fat For Love (1998)

GÊNERO: Punk Rock
ORIGEM: EUA (São Francisco-S.F.B.A. / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Devon Morf (Vocal)
Danny Buzzard (Guitarra)
Craig Billmeier (Baixo)
Myron Isaacs (Bateria)
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Single lançado como um split, com a banda Your Mother, pelo selo Probe. Longe de ser um dos melhores lançamentos do grupo, muito pelo contrário, a capa se torna mais interessante que as músicas! Aliás, estas são todas versões de músicas do filme Grease (ou em português: Nos Tempos Da Brilhantina). Não chega a ser músicas ruins, porém não dão vontade de ouvir de novo! Perdi a oportunidade de assisti-los ao vivo, descobri sobre o show depois que ele já tinha acontecido! Acho que foi 1999 ou 1998. Muito escrachado, principalmente os vocais, a banda que já tem por costume ser uma banda "arriada" (comprovado pela capa!), se superou neste lançamento! De qualquer forma, vale a pena conferir!
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FAIXA A FAIXA:
1) Branded At The Drive-In. O single inicia com a música mais veloz, porém ela não se mantém neste pique até o final, diminuindo a velocidade a partir da metade da composição. O vocal está muito "bagunçado" e é o ponto fraco da música, além de o arranjo também não ser dos melhores.
2) Buh-Hutt, Ohhh.... Com certeza a melhor música do single. Lembra um pouco melodias de country ou psychobilly, sendo o ponto forte o vocal feminino que existe e não sei quem canta. Realmente vale a pena conferir!
3) Crickey Dick!. Música executada apenas com um banjo e voz. Lembra música de caipira norte-americano! Mais uma música escrachada, a música ideal para finalizar o single!
Ouça Too Fat For Love e dê boas risadas com uma das bandas mais arriadas que conheço!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

All - Dot (1992)

GÊNERO: Pop Punk
ORIGEM: EUA (Los Angeles-L.A.C. / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Scott Reynolds (Vocal)
Stephen Egerton (Guitarra)
Karl Alvarez (Baixo)
Bill Stevenson (Bateria)
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Este é o terceiro single do grupo, lançado como divulgação de seu quinto álbum de estúdio, Percolater, pelo selo Cruz, e é o último trabalho lançado com Scott Reynolds, segundo vocalista do grupo. São músicas bem compostas, alegres e sem fúria, mas a qualidade técnica e sincronia do grupo, que tocam junto há quase uma década antes deste lançamento, desde os tempos de Descendents, fazem todo diferencial, existindo, ainda, um cover. Mesmo que as composições sejam fracos, os arranjos se superam e tapam os buracos deixados pela composição, dando um atrativo bastante interessante! Vale a pena ouvir, é a prova de que bons arranjos podem salvar uma composição!
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FAIXA A FAIXA:
1) Dot. Faixa título que possui, inclusive, videoclip de divulgação. É uma composição alegre e suave, mas com arranjos que fazem toda a diferença, frases de guitarra, variações rítmicas, pausas e acentos, somados a um vocal com um belo desenho melódico é o que caracteriza a música de divulgação! Vale a pena ouvir!
2) Boy Named Sue. Este é um cover, originalmente gravado na versão de Shel Silverstein, mas popularmente conhecido na versão de Johnny Cash. É um country-punk! Me lembra bastante o álbum Slippery When Ill do Vandals, não tem como explicar melhor!
3) Can't Say. Última faixa do single que, na minha opinião, é a melhor. É a mais embalada, com melodia típica de Ramones, porém com arranjo instrumental que, mais uma vez, faz toda a diferença. Enfim, mantém as mesmas características da primeira faixa, porém mais embalada!
Ouça o "ponto" de "tudo" e escute belos arranjos com melodias cativantes!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Alice Donut - Three Sisters (2004)

GÊNERO: Indie
ORIGEM: EUA (Nova York / Nova York)
FORMAÇÃO:
Tomas Antona (Vocal)
Michael Jung (Guitarra)
David Giffen (Guitarra)
Sissi Schulmeister (Baixo)
Stephen Moses (Bateria)
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Este é o sétimo álbum de estúdio do grupo, primeiro dos anos 2000, lançado pelo selo Howler. Este álbum já havia sido postado, aqui, em 2009, confira. Eu sou um grande admirador do grupo, porém, este não é dos meus álbuns preferidos, embora seja muito bom! Não é um álbum muito experimental como muitos outros do grupo, com raras exceções, as composições são executadas com formação básica de rock (voz, baixo, guitarra e bateria), sem muita "invenção"! Existe uma faixa em 5/8 e alguns acentos deslocados, mas nada de mais se comparado à outras épocas do grupo! De qualquer forma, vale a pena ouvi-lo, tem excelentes composições.
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FAIXA A FAIXA:
1) Kiss Me. O álbum começa com uma grande música, bem ao estilo Alice Donut de outros álbuns, com pausas e groove, além do fuzz a toda! Muito boa composição, vale a pena conferir!
2) Mr. Pinkus. Esta já se assemelha mais a um punk rock ou uma banda grunge. Embalada, sem frescura e trocas rápidas de acordes. Muito boa.
3) Wired. Com exceção da introdução, esta faixa se assemelha muito à anterior, embora seja mais lenta. A introdução (que aparece depois, no meio) é bem característico do grupo, com toques simples na caixa da bateria. Muito boa composição!
4) She Tells Me Things. Talvez a música mais trivial do álbum, sem nenhum detalhe a mais além dos arranjos de cada instrumento, mas embalada, lembra um punk rock. Também muito boa, principalmente no momento das pausas dos instrumentos no meio da música.
5) Running Arms In The Phillipines. Composição bem ao estilo do grupo, para mim, uma das melhores do álbum. Acordes abertos e um refrão que fazem toda a diferença, além dos arranjos da guitarra, no refrão. Vale a pena conferir!
6) Cost. Mais uma música ao estilo Alice Donut, esta com aquele toque "sombrio" para a intenção. Pouco drive (embora o baixo tenha um em um momento) e muita intenção e expressão, é o que fazem a música ser considerada muito boa!
7) Problems. Mais uma música trivial, ao estilo da faixa 4, porém com backing vocals que fazem todo o diferencial. É simples, mas é boa!
8) Up Is Down. Para mim, a melhor faixa do álbum, com certeza. Diferentes nuances durante a composição, bons trabalhos de dinâmica e expressão. Vale a pena conferir! O refrão com a caixa da bateria dobrada é a "cereja do bolo" da composição!
9) Helsinki. Música bem ao estilo Alice Donut, com riffs e acentos deslocados e um refrão sing-a-long muito bom. Também uma das melhores do álbum. Esta faixa possui um videoclip de divulgação que vale a pena conferir.
10) Kcick. Digamos que esta é a balada do álbum! Porém uma balada mórbida! É uma música lenta com intenções sombrias. Não me agrada muito, creio ser uma das piores do álbum.
11) Farmer's Almanac. Esta tem compasso 5/8! Excelente! Dá um aspecto de que tem alguma coisa fora do lugar, com certeza uma das melhores só por causa desta parte, já que o refrão é bem sem sal, mas a composição compensa só pela parte do 5/8!
12) Setting Sun. O álbum fecha com uma música que tem na guitarra o seu destaque, através dos riffs e das dissonâncias. Não é das melhores, mas é bacana, sem nada de especial, mas não é enjoativa, vale a pena conferir.
Escute as três irmãs e perceba as "viagens" deste excelente grupo!

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Albert King - Live '69 (2003)

GÊNERO: Blues
ORIGEM: EUA (Indianola-S.C. / Mississippi)
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Show gravado em 1969, casualmente no dia do meu aniversário, 29 de Maio, porém lançado somente em 2003 pelo selo Tomato. Não encontrei informações sobre os músicos que fizeram parte do álbum, além do próprio Albert que canta e toca guitarra, infelizmente. Um dos 3 kings do blues, este que é conhecido principalmente pelos bends que faz na guitarra, que por sinal, tem nome: Lucy! Além dos bends, que são feitos puxando as cordas para baixo já que ele é canhoto, mas não inverte as cordas para tocar, deixando a corda aguda em cima; a dinâmica que existe em suas composições e arranjos são algo espetacular. Para acompanhá-lo, é preciso ter um bom feeling e executar de acordo com o que a música pede. Muito bom o álbum, recomendo ouvi-lo, não irão se arrepender!
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FAIXA A FAIXA:
1) Introduction. A primeira faixa é uma introdução ao álbum. Existe uma apresentação enquanto a banda mantém uma harmonia bem característica de blues, com a dinâmica bem leve, até a guitarra começar o solo, quando então os instrumentos sobem a dinâmica.
2) Why Are You So Mean To Me. Um blues típico com seu chorus de 12 compassos em compasso simples, com a guitarra preenchendo os espaços com frases. Uma boa música para iniciar um show!
3) As The Years Go Passing By. Esta é, para mim, a melhor faixa do álbum. Um blues em compasso composto com a intensidade extremamente fraca, o que dá um clima muito interessante para a composição, que tem seu brilho através das inserções da guitarra e da execução do vocal. Som para ouvir relaxado (ou para relaxar?!)!
4) Please Come Back To Me. Mais um blues em compasso composto, mas este com a intensidade um pouco mais forte que a faixa anterior, embora mantenha as mesmas características.
5) Crosscut Saw. Esta já volta ao compasso simples, com a intensidade padrão, além de possuir um bom groove em sua levada, na intenção de Rock Me Baby, do outro King! Muito boa música!
6) Personal Manager. Mais um blues em compasso composto e, para mim, uma das melhores do álbum, principalmente devido às frases de guitarra.
Ouça o álbum e sinta toda emoção de um dos 3 reis do blues!

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Aiden - Rain In Hell (2006)

GÊNERO: Emo Core
ORIGEM: EUA (Seattle-K.C. / Washington)
FORMAÇÃO:
William Francis (Vocal, teclado)
Angel Ibarra (Guitarra)
Jake Wambold (Guitarra)
Nick Wiggins (Baixo)
Jake Davison (Bateria)
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Este é o quarto lançamento do grupo, segundo Ep, e foi lançado pelo selo Victory. Não é um álbum muito bom, exceto pelas duas faixas cover que possui. É uma banda que muitos dizem que é post hardcore, mas pra mim é emo, não difere muito. A influência de AFI dos anos 2000 é evidente, existindo um clima "sombrio" no visual e nas temáticas do grupo, por isso muitos consideram a banda como horror punk. Mas na boa, até se percebe influência de Misfits, mas colocar as duas bandas no mesmo lugar não tem como, por isso continuo categorizando como emo! Vale a pena conferir pelas faixas cover, as outras são ruins, bem fraquinhas.
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FAIXA A FAIXA:
1) A Candlelight Intro. Uma faixa bem de introdução, com sons de trovão e tempestade que logo vai aparecendo os instrumentos, iniciando por um dedilhado da guitarra com o mesmo acorde da versão de Halloween do Alice Donut!. Quando a voz entra, os instrumentos executam a mesma frase rítmica com constantes pausas. Bem clima de introdução mesmo.
2) The Suffering. Um bom embalo na estrofe, porém o refrão dá uma cadenciada e transforma o único elemento agradável de se ouvir em algo desagradável! A melodia vocal é o ponto fraco, muito "meloso" e "chorão". Os arranjos instrumentais são o que a música tem de melhor em termos de criação.
3) We Sleep Forever. Música com videoclip de divulgação, este é o melhor exemplo da influência de AFI dos anos 2000. Já melhor que a faixa anterior, mas ainda assim bem fraquinha, casualmente com as mesmas características da faixa anterior.
4) White Wedding. Sem sombra de dúvidas a melhor música do álbum, disparado! Esta é um cover do Billy Idol, lançado originalmente em seu álbum homônimo, em 1982. Bem hard rock, com baixo pedal, bateria bem marcada e riffs bem interessantes de guitarra, realmente vale a pena ouvir!
5) Die Die My Darling. A segunda melhor faixa do Ep, um cover de Misfits lançado originalmente em 1983, no álbum Earth A.D., porém gravada durante as sessões de Walk Among Us, em 1981. Existe uma diferenciação no arranjo em relação à original, mas nada que comprometa a composição, porém nada de especial também. Muito boa a versão, vale a pena conferir.
6) Silent Eyes. Esta é a última faixa do Ep, uma versão acústica, apenas violão e voz. Uma boa escolha para finalizar o álbum, mas com certeza a pior faixa do álbum, muito deprimente já que ela foi feita em homenagem ao baterista John Holohan. Válido pela homenagem.
Escute o álbum para conferir, ao menos, as duas versões cover, não irá se arrepender!