Mostrando postagens com marcador *Death Metal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador *Death Metal. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de fevereiro de 2023

Vomit The Soul - Human Insanity (2003)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: Itália (Lecco / Lombardia)
FORMAÇÃO:
Max - Massimo Santarelli (Vocal, guitarra)
Andrea Anghileri (Baixo)
Ycio - Maurizio Orsanigo (Bateria)
.
Este é o primeiro, e único, EP, sendo, também, o primeiro trabalho de estúdio lançado pelo grupo, de maneira independente, e foi gravado no estúdio Avatara. É um ótimo EP, com composições bem trabalhadas, assim como os arranjos, o destaque na minha opinião, sempre repletos de riffs, aliás, uma das principais características do EP, além de frequentes variações de cadência, existindo frequentes pausas, bem como frases rítmicas executadas em sincronia entre os instrumentos. Os desenhos melódicos são, praticamente, inexistentes, priorizando por um vocal com timbre "gutural", com um drive natural constante e cheio de energia. As faixas são, em sua grande parte, velozes, embora existam frequentes trechos mais cadenciados, muitas vezes, sem embalo, embora este esteja presente na maior parte do EP. Os músicos possuem boa técnica, o que ajuda a elevar a qualidade do EP, bem como a qualidade da gravação. Muita energia e expressão, com intenções bem explícitas e "francas" são elementos do EP, o qual é o primeiro trabalho registrado com Andrea na formação. O EP possui uma faixa instrumental, além de contar com as participações de Simone Bianchi, responsável pela introdução; e Denny (Daniele Brumana), o antigo baixista, tocando, justamente, baixo. A arte da capa ficou por conta de Luana Messena. O EP, também, é creditado como sendo um tributo ao artista polonês Zdzistan Beksinski. Um ótimo EP, uma paulada na orelha, com muita energia e expressão, além de ótimos arranjos, sempre muito bem interpretados. Vale a pena conferir o primeiro trabalho de estúdio do grupo!
.
FAIXA A FAIXA:
1) Intro. O EP inicia com a faixa instrumental, a qual é, também, a faixa em que conta com a participação de Simone. Como o título já sugere, esta tem, justamente, esta característica, mantendo uma intenção bem "espectral", sempre com um clima de tensão.
2) Destroy Your Planet. Uma boa composição, interpretada com muita energia, com um arranjo repleto de riffs, bem como o frequente uso de harmônicos artificiais na guitarra e eventuais momentos em blast beat, existindo frequentes variações de cadência, alternando em momentos embalados e outros mais cadenciados.
3) Human Insanity. A faixa que dá nome ao EP é uma ótima composição, a qual possui um excelente arranjo, muito bem trabalhado, em especial devido à parte rítmica, a qual possui frequentes frases, bem como pausas e variações de cadência, existindo a utilização de quiálteras, no arranjo de bateria, em eventuais momentos. Muita expressão e energia, além de frequentes riffs de guitarra, o destaque, na minha opinião.
4) Coproanthropophagy. O EP finaliza com a faixa que considero a melhor. Apesar de possuir variações de cadência, esta é, a faixa mais embalada do EP, mais uma vez, repleta de riffs, a qual possui um excelente arranjo, interpretada, sempre, com muita energia e expressão. Frequentes variações de cadência, existindo frases executadas em sincronia entre os instrumentos, bem como eventuais harmônicos artificiais.
Ouça o EP e entenda a insanidade humana!

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Napalm Death - Order Of The Leech (2002)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: Inglaterra (Meriden - West Midlands / West Midlands)
FORMAÇÃO:
Barney - Mark Greenway (Vocal)
Mitch Harris (Guitarra)
Shane Embury (Baixo)
Danny Herrera (Bateria)
.
Este é o décimo álbum lançado pelo grupo, através do selo Spitfire, e foi gravado nos estúdios Parkgate e Chappel. É um bom álbum, bastante veloz, com frequentes trechos com blast beat, existindo frequentes variações de cadência, bem como frequentes riffs de guitarra, sempre com palhetadas velozes e muita velocidade. A distorção possui bastante ganho, a inclusão de arranjos com dois bumbos são corriqueiros, e o vocal sempre gutural, sempre muito grave. Já faz parte da volta das composições com influências de grindcore, ideia pouco comum no final dos anos 90, embora o death metal esteja sempre predominante. Os músicos são técnicos e as composições bem trabalhadas, assim como os arranjos, existindo frases em sincronia entre os instrumentos. O peso está presente o tempo todo, sendo o destaque os riffs de guitarra, possuindo uma faixa bônus, a última parte de uma trilogia em que há comentários de fãs de metal, o curioso é que esta fala foi traduzida para o tcheco! Um bom álbum destes que são um dos principais nomes do gênero, vale a pena conferir!
.
FAIXA A FAIXA:
1) Continuing War On Stupidity. O álbum já inicia com uma paulada na orelha! Constantes riffs de guitarra, bem como frequentes arranjos de bateria com dois bumbos. Muita informação em pouco tempo, bastante velocidade e peso, o destaque está nos riffs de guitarra.
2) The Icing On The Hate. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. Extremamente veloz, com um ótimo arranjo de guitarra, que é, na minha opinião, o grande destaque. Frequentes riffs, muita informação em pouco tempo e um bom arranjo.
3) Forced To Fear. Mais uma faixa com constantes riffs e, mais que as faixas anteriores, arranjo de bateria com dois bumbos quase que o tempo inteiro da faixa. Arranjo bem trabalhado, bastante peso e velocidade, vocal grave e gutural são as características desta composição.
4) Narcoleptic. Mais uma faixa extremamente veloz, com frequentes riffs, vocal gutural e um bom arranjo. Como de praxe, mais uma vez, muita informação em pouco tempo, sendo o destaque, mais uma vez, os riffs de guitarra, existindo eventuais backing vocals mais agudos, bem como um trecho cadenciado.
5) Out Of Sight, Out Of Mind. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, com um embalo mais hardcore, embora a característica death metal seja predominante, principalmente devido ao vocal e aos riffs de guitarra. Destaque para o embalo e arranjo.
6) To Lower Yourself (Blind Servitude). Bastante embalo, dois bumbos, quando aparecem, extremamente velozes, frequentes riffs de guitarra e um arranjo muito bem trabalhado, existindo frequentes variações entre as partes.
7) Lowest Common Denominator. Considero esta a melhor faixa do álbum. Talvez a faixa mais lenta e mais simples de todo álbum, com mais cara de hardcore e, quem sabe, punk rock. Lembra, um pouco, M.O.D. devido à progressão harmônica.
8) Forewarned Is Disarmed?. Esta já volta a se assemelhar às demais faixas do álbum, extremamente veloz, com a inclusão de dois bumbos, frequentes riffs de guitarra, muito peso, arranjos bem trabalhados e frequentes variações de cadência.
9) Per Capita. Outra faixa mais cadenciada e não tão veloz, embora exista os trechos velozes, também. Um bom embalo, eventuais inclusões dos dois bumbos da bateria e um ótimo arranjo, além, claro, dos frequentes riffs de guitarra.
10) Farce And Fiction. Com uma introdução mais cadenciada, a velocidade extrema, com dois bumbos e frequentes riffs de guitarra surge logo em seguida, e mantém-se pela maior parte da composição que, mais uma vez, possui um arranjo muito bem trabalhado, com muitas informações.
11) Blows To The Body. Considero esta uma das melhores faixas do álbum. Bastante velocidade, riffs de guitarra e eventuais variações de cadência, esta é mais uma composição com um arranjo muito bem trabalhado.
12) The Great Capitulator. Mais uma faixa com as características evidentes e presentes em todo álbum: velocidade, dois bumbos, riffs de guitarra, variações de cadência, muita informação e arranjos muito bem trabalhados.
13) Bonus Track. O álbum finaliza com esta faixa bônus, que não é nada musical, mas, sim, comentários de um fã do metal falando sobre sua própria história dentro do gênero, sendo traduzido para o tcheco, logo após!
Ouça o álbum e conheça a ordem do sanguessuga!

domingo, 22 de março de 2020

Hellwitch - Purveyor Of Fear (1987)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: EUA (Fort Lauderdale - Broward / Flórida)
FORMAÇÃO:
Patrick Ranieri (Vocal, guitarra)
Andy Adcock (Baixo)
Dave Silverstein (Bateria)
.
Este é o primeiro single lançado pelo grupo, após 3 demos, lançado pelo selo Flight Nineteen. Embora eu tenha classificado como death metal, fica muito na tangente com o thrash metal, em muitos momentos lembra mais uma banda de thrash do que de death. O vocal não é grave, mas é bem rasgado, lembrando, um pouco, bandas de black metal da época. Todas as faixas são velozes, com muita distorção e bem pesadas, os músicos possuem boa técnica, o que faz as composições serem mais trabalhadas, incluindo bons arranjos. O destaque está, justamente, nos arranjos e na técnica dos músicos, que mantêm um som bem pesado, um petardo, direto no ouvido de quem escuta! Os timbres bem graves, incluindo os tambores da bateria, o que ajuda a dar uma sensação maior de peso.
.
FAIXA A FAIXA:
1) Purveyor Of Fear. A faixa que dá nome ao single inicia com um arranjo bem trabalhado, ritmicamente falando, além de possuir bons riffs. Logo após vem a velocidade, com trocas rápidas de acordes e palhetadas rápidas. O vocal não consegue acompanhar o peso do instrumental, apesar de chegar perto! O destaque está na velocidade e nos riffs.
2) Pyrophoric Seizure. O single finaliza com a faixa que considero a melhor. Veloz do início ao fim, com bons riffs e trocas rápidas de acordes, mais uma vez o vocal não consegue acompanhar a intenção de peso do instrumental. Sem frescura, porrada do início ao fim (com exceção de um pequeno trecho no final)!
Escute o single e conheça o fornecedor de medo!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Blood Freak - Sleaze Merchants (2003)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: EUA (Portland - Multnomah / Oregon)
FORMAÇÃO:
The Beast - Jason Grinter (Vocal, baixo)
Jon Sellier (Guitarra)
Andy Reed (Bateria)
.
Este é o primeiro álbum do grupo, lançado pelo selo Razorback. Embora eu tenha classificado como death metal, pode muito bem ser confundido com um grind ou crust. Na verdade é um som bem simples para um death metal, mas muito bem trabalhado para um grind core! Fica em um meio termo. Tem momentos que me lembra Brujeria, outros Extreme Noise Terror e outros Napalm Death. É um bom álbum, com músicas velozes e o vocal muito semelhante à um grind core. O curioso deste álbum é que a maioria das faixas foram gravadas em 1990 para serem lançadas na época, porém o baterista saiu da banda durante as gravações e o álbum ficou parado por toda década de 90, sendo finalizado, mixado e masterizado em 2003. Além destas faixas, o álbum conta com gravações do ano de 1988, de sua primeira demo. É um bom álbum, mas para quem curte bastante porrada na orelha!
.
FAIXA A FAIXA:
1) Warning. A faixa de abertura é apenas uma introdução sem música, apenas falas.
2) Feast Of The Undead. Um vocal bem grave, muitos riffs e velocidade são as marcas desta faixa. Não é das mais velozes e existe uns três timbres diferentes de voz, com muitos efeitos. A faixa ainda conta com um trecho cadenciado no seu final.
3) Blood, Blood, And More Blood!. Mais um petardo com muitos riffs e vocal grave com mais de um timbre diferente. Esta já é mais veloz que a faixa anterior, existindo eventuais frases rítmicas, enquanto que no solo existe uma cadenciada bem thrash metal.
4) Grinding Up The Dead. Considero esta faixa uma das melhores do álbum, com uma introdução bem criativa, ritmicamente falando, esta é a mais grind core até o momento, sendo de curta duração.
5) Bloodthirsty Butchers From Beyond. Outra faixa bem gore, com um vocal bem sepulcral e bastante velocidade, além, claro, de muitos riffs.
6) Flesheaters From Outerspace. Já não tão gore, mas ainda bem veloz, existindo um trecho bem hardcore, além de existir uma cadenciada no momento do solo que lembra muito bandas de hard rock!
7) The Gruesome Gorehounds. Outra que considero das melhores faixas do álbum, com um excelente riff em sua introdução, a qual não é muito veloz, existindo muito efeito na voz e bastante velocidade.
8) Infested With Worms. Mais um faixa bem gore. Muito efeito na voz e bastante velocidade, porém já com menos riffs que de costume.
9) The Cult Of The Cannibal Freaks. Esta faixa volta às mesmas características da maioria das faixas anteriores: riffs, efeitos na voz, que possui mais de um timbre e velocidade.
10) I Rip Your Flesh. Considero esta uma das melhores faixas do álbum, ela conta com um excelente riff na sua introdução, no mais, mantém as mesmas características da maioria das faixas.
11) Gobble Up Your Guts. Outra faixa que não apresenta nenhuma novidade, mantendo as mesmas características das demais.
12) The Slaughterhouse. Talvez a faixa mais death metal do álbum, com riffs bem típicos do death, o acompanhamento da bateria com os dois bumbos, caracteriza ainda mais a faixa com o gênero.
13) You Are What We Eat!. Esta mantém a mesma ideia da faixa anterior, porém mais gore e sem os dois bumbos.
14) Werewolf A-Gore-Gore. Uma faixa bem hardcore, mas com aquela indispensável levada grind! O vocal mantém as mesmas características das demais faixas.
15) Kill! Kill! Kill!. Esta faixa possui um riff bem grind, além de existir muitas alavancadas e um trecho cadenciado no meio, em que o vocal fica mais grave do que costuma ser! Ainda existe um solo no final!
16) A Brutal Orgy Of Ghastly Terror!. Outra faixa que conta com algumas alavancadas! Também considero esta uma das melhores faixas do álbum. Vale a pena ouvir!
17) Awakening The Beast. Esta seria a última faixa do álbum caso ele tivesse sido lançado em 1990 como previsto! É a faixa mais longa do álbum, típica de final de álbum. Ela inicia com um riff de guitarra com ligados, porém apenas no fundo. É, com certeza, a música mais lenta de todo álbum, quase um stoner rock!
18) Insane For Gore. Primeira faixa da demo de 1988, ela inicia de maneira lenta, como se fosse uma introdução mesmo, inclusive, não existe voz, é uma faixa instrumental.
19) . Considero esta a melhor faixa do álbum. É, com certeza, a faixa mais punk de todo álbum e o curioso é que não tem nome! Ela inicia mais lenta, mas depois acelera. Aqui já não existe mais efeitos na voz. Lembra bastante Crude SS!
20) I Said... Murder!. Outra que considero das melhores faixas do álbum. Ela inicia apenas com a guitarra, com o baixo em evidência, ela lembra um pouco bandas de crossover como M.O.D. ou D.R.I..
21) Dr. Cannibal. Esta faixa é uma das melhores e é a última faixa da demo, sendo o mais interessante o compasso de 7 que existe na parte A. Mais de um timbre de voz, vale a pena ouvir!
22) A Happy Ending. O álbum finaliza com outra faixa sem instrumentos, apenas falas, exatamente como iniciou o álbum!
Curta o petardo e sinta o a aberração de sangue dos comerciantes corruptos!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bane - Vehemence: The Cathartic Remnants Of Chaos, Virtue And Time (2002)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: EUA (Los Angeles - Los Angeles / Califórnia)
FORMAÇÃO:
Necrolover - Rocky Ruiz (Vocal)
David Renteria (Guitarra)
Reggie Galang (Guitarra)
Arturo Cotero (Bateria)
.
O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 130 bpm. O ritmo é bastante denso, principalmente, devido à variações de compasso e cadência, pausas, quiálteras, acentos deslocados do tempo forte, bem como arranjos específicos de cada instrumento, em especial da bateria, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a tônica da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo constantes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de bateria por Arturo Cotero.
.
DESTAQUE: Infestation
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma I-A-B-A-B-A-B-A-B-C-D-A'-B-A-B'-A-B''. O ritmo é bastante denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, pausas, quiálteras, acentos deslocados do tempo forte, bem como arranjos específicos de cada instrumento, em especial da bateria, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, existindo eventuais saltos de até uma oitava de distância, mantendo a tônica da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: F-E, em B: Bb-C-Db-C-Bb-C, em C: F-Gb-Db-C, e em D: F-Gb-F-Db. A introdução (I) nada mais é do que A executado com arranjo diferente.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Androphagous - Blood Soaked Freaks (1999)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: Alemanha (Münster / Nordrhein Westfalen)
FORMAÇÃO:
Christian Chaco (Vocal, baixo)
Nico Hinse (Guitarra)
Martin Stefan (Guitarra)
Tim Terhechte (Bateria)
.
O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 130 bpm. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variações de cadência, quiálteras, pausas, e arranjos específicos de cada instrumento, em especial da bateria, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a tônica da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de bateria por Tim Terhechte.
.
DESTAQUE: Spawned The Bastard
Música com compasso quaternário, sem tonalidade definida, e forma I-A-B-C-B-C-D-E-A'-C-A'-C. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à pausas, bem como eventuais variações de cadência e arranjos específicos de cada instrumento, em especial da bateria, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a tônica da harmonia em questão como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo na introdução (I): A-E-F-G-F-E-F-G, em A: A-B-G-A-F#, em B: B-D-C-D, em C: B-C-D-F#, em D: F#-A-B-A-B-C-B-A, e em E: F#-A-G-A-Bb.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Sextrash - Sexual Carnage (1990)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: Brasil (Belo Horizonte / Minas Gerais)
FORMAÇÃO:
Oswald Scheid (Vocal)
Damned Sentry (Guitarra)
Tommy Simmons (Baixo)
D.D. Crazy (Bateria)
.
O álbum possui músicas com compasso quaternário e andamento médio de 130 bpm. Os instrumentos de corda estão afinados meio tom abaixo da afinação padrão. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à eventuais pausas e variações de cadência, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para a execução dos arranjos de bateria por D.D. Crazy.
.
DESTAQUE: Night Pigs
Música com compasso quaternário, tonalidade de Ebm (Mi bemol menor), e forma I-A-B-C-B-C'-B-C-B-C'-D. O ritmo é pouco denso, sendo elevado, principalmente, devido à variação de cadência na introdução (I), mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo um acorde de passagem, em A, oriundo de cromatismo, sendo neste: I-Cr, em B: I-VII, em C: VII-I-VI-V, e em D: I-III-V. A introdução (I) nada mais é do que A executado com arranjo diferente.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Napalm Death - Fear, Emptiness, Despair (1994)

GÊNERO: Death Metal
ORIGEM: Inglaterra (Birmingham - West Midlands / West Midlands)
FORMAÇÃO:
Barney Greenway (Vocal)
Jesse Pintado (Guitarra)
Mitch Harris (Guitarra)
Shane Embury (Baixo)
Danny Herrera (Bateria)
.
O álbum possui músicas com compasso quaternário e ternário, e andamento médio de 120 bpm. Os instrumentos de corda estão afinados meio tom abaixo da afinação padrão, sendo que o bordão está mais um tom abaixo, ou seja, um tom e meio abaixo da afinação padrão. O ritmo possui certa densidade, principalmente, devido à variações de cadência e compasso, antecipações, acentos deslocados do tempo forte, e arranjos específicos de cada instrumento, mantendo a figura da semi-colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a tônica e quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes acordes de passagem, bem como riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão. Destaque para os arranjos de bateria por Danny Herrera.
.
DESTAQUE: Remain Nameless
Música com compasso quaternário e ternário, tonalidade de Db (Ré bemol Maior), e forma A-B-C-D-C. O ritmo possui certa densidade, principalmente devido à variações de cadência e compasso, acentos deslocados do tempo forte e arranjos específicos de cada instrumento, mantendo a figura da colcheia como a mais frequente. A melodia caminha pouco, geralmente, por graus conjuntos, possuindo altura baixa e extensão pouco elevada, mantendo a quinta da tonalidade como referência. A harmonia é executada toda em power chords, existindo frequentes acordes de passagem oriundos de cromatismo, bem como riffs de guitarra que ajudam a caracterizar a harmonia em questão, sendo em A: I-III-II-Cr, em B: V-Cr, em C: I-II, e em D: III-II.